Flexão nominal e verbal – Parte 5

Flexão nominal e verbal – Parte 5

Flexão Verbal

Questão 1

Sobre os modos verbais, está correta a sequência:

I – Modo verbal que expressa ideia de certeza, quando um fato é concluído como real;

II –Modo verbal que expressa dúvida, incerteza, quando há poucas possibilidades de concretização da ação verbal;

III – Modo verbal que pode estar na forma afirmativa ou na forma negativa. Expressa ideia de ordem, conselho ou pedido. Read the rest of this entry

Flexão nominal e verbal – Parte 4

Flexão nominal e verbal – Parte 4

Exercícios e questões de concursos

Exercícios de Flexão nominal:

  1. (CESGRANRIO) Assinale o par de vocábulos que formam o plural como órfão e mata-burro, respectivamente:a) cristão / guarda-roupa
    b) questão / abaixo-assinado
    c) alemão / beija-flor
    d) tabelião / sexta-feira
    e) cidadão / salário-família

2. (U-UBERLÂNDIA) Relativamente à concordância dos adjetivos compostos indicativos de cor, uma, dentre as seguintes, está errada. Qual? Read the rest of this entry

Figuras de linguagem – Parte 2

Figuras de linguagem – Parte 2

Figuras de linguagem

METÁFORA

É o emprego de uma palavra com o significado de outra em vista de uma relação de semelhanças entre ambas. É uma comparação subentendida.

Exemplo:

Minha boca é um tumulo.

Essa rua é um verdadeiro deserto.

COMPARAÇÃO Read the rest of this entry

Vícios de linguagem

Vícios de linguagem

No final da postagem tem duas videoaulas.

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Bons Estudos!

Vícios de linguagem:

Qualquer desvio das normas gramaticais pode ser considerado um vício de linguagem.

Ambiguidade:

Ambiguidade é a qualidade ou estado do que é ambíguo, ou seja, aquilo que pode ter mais do que um sentido ou significado. Duplo sentido. A ambiguidade pode apresentar a sensação de indecisão, hesitação, imprecisão, incerteza e indeterminação.

Exemplos: Não sei se gosto do frio ou do calor”. “Não sei se vou ou ficoRead the rest of this entry

O processo de comunicação e as funções da linguagem – Parte 2

O processo de comunicação e as funções da linguagem – Parte 2

O processo de comunicação e as funções da linguagem – Parte 2

1º Caso:

A comunicação não se realizou; a mensagem é recebida, mas não compreendida: o emissor e o receptor não possuem nenhum signo em comum.

Exemplos: mensagem cifrada recebida por um receptor que ignora o código utilizado; neste caso, poderá haver uma operação de decodificação, mas ela será longa e incerta;

Conversa (?) entre um brasileiro e um alemão, em que um não fala a língua do outro.

2º Caso:

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O processo de comunicação e as funções da linguagem

O processo de comunicação e as funções da linguagem

O processo de comunicação e as funções da linguagem

No final da postagem tem Três videoaulas que explica bem este assunto

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Bons Estudos!

Os processos da comunicação

Teoria da comunicação;

O esquema da comunicação

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Características das modalidades da língua: oral e escrita – Parte 3

Características das modalidades da língua: oral e escrita – Parte 3

A NATUREZA DA LINGUAGEM ESCRITA

Assim como a característica fundamental da linguagem oral é o fato de ela ser produzida pela boca e recebida pelos ouvidos, a linguagem escrita se caracteriza fundamentalmente por ser escrita, ou seja, pelo fato de ser ela produzida pela mão e recebida pelos olhos.

Contudo, como já foi dito, não são esses os elementos fundamentais para distingui-las. Os motivos são os mesmos apontados no item anterior.

Também a escrita apresenta as suas particularidades de outras ordens que a tornam uma outra modalidade da língua.

A particularidade de maior importância da escrita é a correção gramatical, sob a qual estão a objetividade, a clareza e a concisão. Read the rest of this entry

Nulidades

Nulidades

Coloquei inicialmente a Lei 13.105 de 16 de março de 2015 que dispões sobre o Código de Processo Civil

Depois dela tem uma explicação sobre este assunto e uma videoaula no final.

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Bons Estudos!

TÍTULO III
DAS NULIDADES

Art. 276.  Quando a lei prescrever determinada forma sob pena de nulidade, a decretação desta não pode ser requerida pela parte que lhe deu causa.

Art. 277.  Quando a lei prescrever determinada forma, o juiz considerará válido o ato se, realizado de outro modo, lhe alcançar a finalidade.

Art. 278.  A nulidade dos atos deve ser alegada na primeira oportunidade em que couber à parte falar nos autos, sob pena de preclusão. Read the rest of this entry

Enem 2016/ 2017 – Conteúdo Programático

Enem 2016/ 2017 – Conteúdo Programático

Conteúdo Enem 2016 preparatório 2017 – Conteúdo Programático

1. Linguagens, Códigos e suas Tecnologias

Estudo do texto: as sequências discursivas e os gêneros textuais no sistema de comunicação e informação – modos de organização da composição textual; atividades de produção escrita e de leitura de textos gerados nas diferentes esferas sociais – públicas e privadas.

Estudo das práticas corporais: a linguagem corporal como integradora social e formadora de identidade – performance corporal e identidades juvenis; possibilidades de vivência crítica e emancipada do lazer; mitos e verdades sobre os corpos masculino e feminino na sociedade atual; exercício físico e saúde; o corpo e a expressão artística e cultural; o corpo no mundo dos símbolos e como produção da cultura; práticas corporais e autonomia; condicionamentos e esforços físicos; o esporte; a dança; as lutas; os jogos; as brincadeiras. Read the rest of this entry

Teoria cinética dos gases

Teoria cinética dos gases

Teoria cinética dos gases

A postagem abaixo foi retirada do site: Mundo Educação

Um pouco da história da teoria dos gases

Após inúmeros estudos realizados, em meados de 1840, estudiosos concluíram que o calor é uma forma de energia e não uma substância, como se imaginava.

Entre os pesquisadores em destaque estão James Prescott Joule e Rudolf Clausius que, através de seus estudos, chegaram à conclusão de que o calor está relacionado à energia cinética dos átomos e às moléculas de uma substância.

Essa teoria apresentada não era aceita em razão de se tratarem de partículas microscópicas, ou seja, invisíveis a olho nu, o que barrava sua aceitação na comunidade científica. Read the rest of this entry

Teoria da Administração

Teoria da Administração

INTRODUÇÃO À TEORIA DA ADMINISTRAÇÃO

É necessário, primeiramente, que procuremos entender a razão de estudar Administração. Ao longo do tempo, os homens procuraram viver em agrupamentos e, à medida que, orientados por mecanismos de sobrevivência próprios deles, enfrentavam desafios, eram impelidos a construir abrigos para se proteger das intempéries, do ataque de animais, para resguardar seus filhos, para descansar sem o risco de ser atacados por outros grupos, para guardar os produtos que obtinham na natureza etc.

Começa desse modo a necessidade de administrar os bens conseguidos e pertencentes

àquele grupo de pessoas. Esse esforço, longe de qualquer sistematização, abria perspectivas que viriam, bem mais tarde, redundar no aparecimento da Administração Científica. Read the rest of this entry

Administração acadêmica

Administração acadêmica

Resumo: Em um cenário cada vez mais competitivo, o coordenador de curso de uma Instituição de Ensino Superior (IES) privada é convocado a apresentar resultados acadêmicos e financeiros positivos. Nesse sentido, a crescente cobrança por parte da IES faz com que coordenadores, tradicionalmente ligados apenas à gestão acadêmica, desenvolvam novas habilidades, tais como a de gestão de pessoas e liderança de equipes. Desta forma, o perfil da função deve passar, necessariamente, por uma mudança profunda, muitas vezes afastando o gestor de sua área de formação. Baseando-se em relatórios e números confiáveis, o coordenador de curso passa a propor índices de mérito que facilitem suas ações administrativas e possam orientar a gestão acadêmica. Read the rest of this entry