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Mês: outubro 2016

Correspondência oficial – PARTE 3

O Padrão Ofício:

Há três tipos de expedientes que se diferenciam antes pela finalidade do que pela forma: o ofício, o aviso e o memorando. Para uniformizá-los, adotou-se uma diagramação única, que segue o padrão ofício.

Partes do documento no Padrão Ofício:

O aviso, o ofício e o memorando devem conter as seguintes partes:

a) tipo e número do expediente, seguido da sigla do órgão que o expede:

Exemplos:

Mem. 123/2002-TCE Aviso 123/2002-TCE Of. 123/2002-SG/TCE

b) local e data em que foi assinado, por extenso, com alinhamento à direita:

Exemplo:

Brasília, 15 de março de 1991.

c) assunto: resumo do teor do documento

Exemplos:

Assunto: Produtividade do órgão em 2002.

Assunto: Necessidade de aquisição de novos computadores.

d) destinatário: o nome e o cargo da pessoa a quem é dirigida a comunicação. No caso do ofício deve ser incluído também o endereço.

e) texto: nos casos em que não for de mero encaminhamento de documentos, o expediente deve conter a seguinte estrutura:

– introdução, que se confunde com o parágrafo de abertura, na qual é apresentado o assunto que motiva a comunicação. Evite o uso das formas: “Tenho a honra de”, “Tenho o prazer de”, “Cumpre-me informar que”, empregue a forma direta;

– desenvolvimento, no qual o assunto é detalhado; se o texto contiver mais de uma idéia sobre o assunto, elas devem ser tratadas em parágrafos distintos, o que confere maior clareza à exposição;

– conclusão, em que é reafirmada ou simplesmente reapresentada a posição recomendada sobre o assunto.

Os parágrafos do texto devem ser numerados, exceto nos casos em que estes estejam organizados em itens ou títulos e subtítulos.

Já quando se tratar de mero encaminhamento de documentos a estrutura é a seguinte:

Correspondência oficial – PARTE 2

cop2

DESTAQUES:

Recurso tipográfico que estabelece contrastes, com o objetivo de propiciar saliências no texto. Os mais comuns são os a seguir comentados.

Itálico – Convencionalmente, grafa-se em itálico títulos de livros, de periódicos, de peças, de óperas, de música, de pintura e de escultura;

Assim como nomes de eventos e estrangeirismos citados no corpo do texto. Lembrar, no entanto, que na grafia de nome de instituição estrangeira não se deve usar o itálico.

Contudo, no caso de o texto já estar todo ele grafado em itálico, o destaque de palavras e de locuções de outros idiomas, ainda não adaptadas ao português, pode ser obtido com o efeito contrário, ou seja, com a grafia delas sem o itálico; recursos esse conhecido como “redondo”.

Usa-se ainda o itálico na grafia de nomes científicos, de animais e vegetais (Exemplos: Canis familiaris; Apis mellifera).

Pode-se adotar também, desde que sem exageros, o destaque do itálico na grafia de palavras e/ou de expressões às quais se queira da ênfase.

Aspas – Usa-se grafar entre as aspas simples: a citação dentro de uma citação.

Já as aspas duplas, essas são adotadas para:

  • delimitar a indicação de citações diretas de até três linhas;
  • destacar neologismos – sentido inusitado de uma palavra ou de uma expressão, ou termos formados a partir de palavras de outra língua – “ajanelar o coração”; “deletar”; “zebra”, como expressão de azar;
  • indicar um sentido não habitual – Exemplos: Havia um “porém” no olhar do diretor;
  • destacar o valor – irônico ou afetivo de um termo – Exemplos: Ela era a “queridinha” do papai.

Negrito – O destaque do negrito é mais comumente usado na transcrição de entrevistas, para separar perguntas de respostas; assim como, conforme antes mencionado, na indicação de títulos e de subtítulos. Contudo, o negrito pode ser utilizado também, comedidamente, na grafia de termos e/ou de expressões a que se queira dar ênfase.

Maiúsculas – Além de sempre usada no início de períodos, nos títulos de obras artísticas ou técnico-científicas, a letra maiúsculas (caixa alta – CA) é convencionalmente usada na grafia de:

Cultura Material e imaterial; patrimônio e diversidade cultural no Brasil

Cultura Material e imaterial; patrimônio e diversidade cultural no Brasil

Patrimônio Cultural pode ser definido como um bem (ou bens) de natureza material e imaterial considerado importante para a identidade da sociedade brasileira.

Carnaval com bonecos gigantes faz parte do Patrimônio Imaterial.

O Patrimônio Cultural pode ser definido como um bem (ou bens) de natureza material e imaterial considerado importante para a identidade da sociedade brasileira.

Segundo artigo 216 da Constituição Federal, configuram patrimônio “as formas de expressão; os modos de criar; as criações científicas, artísticas e tecnológicas; as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais; além de conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico.”

No Brasil, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) é responsável por promover e coordenar o processo de preservação e valorização do Patrimônio Cultural Brasileiro, em suas dimensões material e imaterial.

Os bens culturais imateriais estão relacionados aos saberes, às habilidades, às crenças, às práticas, ao modo de ser das pessoas. Desta forma podem ser considerados bens imateriais: conhecimentos enraizados no cotidiano das comunidades; manifestações literárias, musicais, plásticas, cênicas e lúdicas; rituais e festas que marcam a vivência coletiva da religiosidade, do entretenimento e de outras práticas da vida social; além de mercados, feiras, santuários, praças e demais espaços onde se concentram e se reproduzem práticas culturais.

Na lista de bens imateriais brasileiros estão a festa do Círio de Nossa Senhora de Nazaré, a Feira de Caruaru, o Frevo, a capoeira, o modo artesanal de fazer Queijo de Minas e as matrizes do Samba no Rio de Janeiro.

O patrimônio material é formado por um conjunto de bens culturais classificados segundo sua natureza: arqueológico, paisagístico e etnográfico; histórico; belas artes; e das artes aplicadas. Eles estão divididos em bens imóveis – núcleos urbanos, sítios arqueológicos e paisagísticos e bens individuais – e móveis – coleções arqueológicas, acervos museológicos, documentais, bibliográficos, arquivísticos, videográficos, fotográficos e cinematográficos.

Entre os bens materiais brasileiros estão os conjuntos arquitetônicos de cidades como Ouro Preto (MG), Paraty (RJ), Olinda (PE) e São Luís (MA) ou paisagísticos, como Lençóis (BA), Serra do Curral (Belo Horizonte), Grutas do Lago Azul e de Nossa Senhora Aparecida (Bonito, MS) e o Corcovado (Rio de Janeiro).

Fonte: Iphan

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Conjunções coordenativas e subordinativas

Esta postagem foi desenvolvida da seguinte forma: Coloquei primeiro a parte teórica, depois 4 videoaulas para o reforço da matéria e no final alguns exercícios para você poder praticar.

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Bons estudos!

As conjunções, são palavras que relacionam entre si elementos de mesma natureza (substantivo + substantivo, adjetivo + adjetivo, oração + oração etc.) ou duas orações de natureza distintas na qual a que inicia pela preposição completa a outra.

As conjunções são classificadas em coordenativas subordinativas.

Coordenativas

Coordenativas, aquelas que ligam duas orações independentes (coordenadas), ou dois termos que exercem a mesma função sintática dentro da oração. Apresentam cinco tipos:

  • aditivas(adição):e, nem, mas também, como também, bem como, mas ainda;
  • adversativas(adversidade, oposição):mas, porém, todavia, contudo, antes (= pelo contrário), não obstante, apesar disso;
  • alternativas(alternância, exclusão, escolha):ou, ou … ou, ora … ora, quer … quer;
  • conclusivas(conclusão):logo, portanto, pois (depois do verbo), por conseguinte, por isso;
  • explicativas(justificação):– pois (antes do verbo), porque, que, porquanto.

Concurso TRE – SP 2016 – Conteúdo Programático


Inscrição
: de 12/09/2016 a 11/11/2016

Prova: 12/02/2017

banca: Fcc (Fundação Carlos Chagas)

Edital

Nível Médio: Técnico Judiciário

Nível superior: Analista Judiciário

Conhecer a característica de cada banca, como ela aborda e cobra as matérias e seus critérios de correção te ajudarão a direcionar seus estudos. Você deve decifrar como elas pensam, pois conhecer a banca é tão importante quanto os estudos, veja esta postagem: Característica da banca organizadora Fundação Carlos Chagas (FCC)


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Conteúdo Programático:

CONHECIMENTOS GERAIS PARA TODOS OS CARGOS/ÁREAS/ESPECIALIDADES

Gramática e interpretação de texto da língua portuguesa:

Ortografia oficial.

Acentuação gráfica.

Capitalização simples

Esta postagem foi desenvolvida da seguinte forma:

1º Matéria publicada no site Algo sobre Vestibular, desenvolvida pelo professor Edison Andrade de Souza

2º Apostila desenvolvida também pelo professor Edison Andrade de Souza que é bem mais completa

3º Matéria retirada de uma apostila da Uniceuma

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Bons estudos!

1º Matéria publicada no site Algo sobre Vestibular, desenvolvida pelo professor Edison Andrade de Souza

Capitalização Simples

sobre Matemática Financeira por Edison Andrade de Souza
profedison@algosobre.com.br
 
Capitalização simples é aquela em que a taxa de juros incide somente sobre o capital inicial, não incide, pois, sobre os juros acumulados. a taxa varia linearmente em função do tempo. Se quisermos converter a taxa diária em mensal, basta multiplicar a taxa diária por 30; se desejarmos uma taxa anual e tendo a mensal, basta multiplicar por 12, e assim por diante.

O desenvolvimento do pensamento liberal na sociedade capitalista e seus críticos nos séculos XIX e XX – Parte 2

O desenvolvimento do pensamento liberal na sociedade capitalista

Convivência humana no sistema capitalista neoliberal…            Aposentado: se não puder mais produzir terá lugar na sociedade se tiver condições para consumir. Em verdade, velhos aposentados até sustentam municípios! E em vezes de esperarem o tempo passando continuam produtivos, trabalhando…, e vivem mais.            Há como valorizar o homem de produção-consumo e torná-lo mais feliz, mesmo sem um nível escolar suficiente e profissão tipo mecânico-prático, sapateiro analfabeto, artesão iletrado?            O neoliberalismo é tecnicista, reduz a pessoa, sujeito de direitos e obrigações na sociedade, ser biológico, espiritual, psicológico e social, a uma máquina de fazer e consumir, leva cada pessoa a competir com descarte e sabotagem do sucesso do outro (é a lei do mais esperto, cada um por si, lei de Gérson, levar vantagem em tudo, o individualismo de quem quer ser feliz mesmo que fazendo sofrer, ou a ver em prejuízos, aflição e desesperança ou desespero um outro alguém ou mesmo colega de labuta, afinal um qualquer que seja ou mesmo próximo tem que perder, o nosso-grupo é no máximo a família, alguns poucos amigos, os que são de outros-grupos… é o resto, podem perder e sofrer, indiferença e esperto tirar a eles para o lucro próprio). Pois é, temos a aplicação fria da administração científica de Frederick Winslow Taylor, do Fordismo, são os tempos modernos de Charles Chaplin. Falta uma forma humanitária de produzir, ser, agir. Falta Elton Mayo da administração motivacional, de relações humanas, do ser pessoa de Carl Rogers, do homem fazendo bem o que gosta e se realizando para somar felicidade fraternalmente, cooperativamente, aos sucessos e vitórias de todos da sociedade, todos com suas capacidades oferecendo o seu melhor e tendo um retorno justo para realizar-se conforme o seu momento de potencialidade liberada e usufruída pela comunidade.            Para João Carlos Motti, no livro Insatisfação & Felicidade, engenheiro, administrador, professor universitário e palestrista, presidente do Conselho de Administração do Paraná, “o desafio da convivência é, sem dúvida, uma proposta para a eternidade! Uma das maiores barreiras que encontramos no nosso dia-a-dia é a promoção dos desentendimentos através da comunicação. Prevalece o levar vantagem sempre, apenas o conviver como sobrevivência humana. (…) O desenvolvimento cultural e científico começou a sepultar os animismos que consideravam o ser humano como um instrumento passivo, à mercê das forças dos deuses. (…) Durante todo o século XX, várias teorias foram tecidas para tentar entender e explicar o comportamento humano. Uma idéia que ganhou vários adeptos prega que somos apenas uma máquina. Um artefato bastante complexo, mas que, como todos os engenhos mecânicos, simplesmente obedece às leis determinadas pelo seu catálogo técnico. Quase como uma consequência deste princípio, outra vertente defende que a essência animal subordina a atuação humana às motivações dos instintos básicos definidos como fome, sede e sexo. Os efeitos da aglomeração urbana sobre os indivíduos fizeram surgir a concepção de que o homem é um mero produto da sociedade, aonde todo o comportamento está subordinado aos padrões dominantes da sua cultura. (…) Este sociologismo encontrou oposição nas teorias psicológicas, que preferem reduzir o comportamento humano à influência das forças inconscientes, numa ditadura aonde tudo vem de forma dissimulada, e os atos se sucedem sem que o indivíduo possa se dar conta dos motivos. (…) A verdade é que a sociedade da produtividade está aí para o bem ou para o mal. Ela se comporta como a história da esfinge egípcia. Quem a compreende e sabe atuar dentro dela, terá todos os seus benefícios. Aos que preferem se acomodar, sem se dar ao trabalho de decifrar seus enigmas fica a maldição: serão devorados”.            Outro excelente comunicador administrador de empresas é Leonardo Kurcis, analisa livros sobre motivação e relações humanas, fala de Covey o seguinte: “Entre os benefícios possíveis pelo estudo sistemático das obras de Stephen R. Covey merece destaque: a) aprofundamento do entendimento de que somos responsáveis pela qualidade de nossa vida e não vítimas das circunstâncias produzidas pelas pessoas e pelo meio ambiente; b) nos relacionamentos como nos negócios é possível que todos sejam ganhadores; c) o caminhar na vida leva da dependência para a independência e permite chegar a interdependência, condição daquele que serve as pessoas em suas necessidades; d) a excelência deve estar presente nas habilidades necessárias para a concretização de nossas obras e, especialmente, na grande arte da vida, nossos relacionamentos; e) a integridade de caráter é de fundamental importância para se alcançar sucesso sustentável”.   Do livro “Do Liberalismo ao Neoliberalismo” temos: “A partir de 1990, um novo espectro atormentava a vida das oposições no país: o espectro do famígero neoliberalismo (mercado amplo, Estado mínimo, e privatizações). Ser contra tudo que cheire a neoliberalismo passou a ser indicador de medição do grau de esquerdismo. (…) Há empresário que adotou o Prozac para não sofrer impacto cardiológico com notícias de que terão que enfrentar competição com a abertura do mercado, ou, de que os subsídios deixaram de circular no seu setor econômico. (…) O termo liberalismo é utilizado aqui para se referir ao liberalismo clássico dos séculos XVIII e XIX. Já o neoliberalismo é usado para se referir ao nascimento das idéias liberais da Escola Austríaca, na década de 40, cujos princípios repousam na defesa de uma visão de mundo em que a ação humana é uma praxeologia baseada na economia de mercado (liberalismo clássico), na teoria da escassez (economia neoclássica), na desigualdade como fenômeno natural e na teoria subjetiva de valor. (…) Na modernidade, o liberalismo toma a propriedade privada como sendo a condição ‘sine qua non’ para a realidade da liberdade individual. (…) Do século XVI ao XVIII, a humanidade vivenciou uma de suas maiores transformações existenciais. O Renascimento, juntamente com o Humanismo e o Iluminismo, impuseram uma mudança de era; o mundo passou do teocentrismo para o antropocentrismo. Nesse período, o liberalismo emergiu como representação política e moral da sociedade moderna. Sua consolidação foi se efetivando com a instalação de revoluções burguesas na Europa ao longo do século XVIII. Seu apogeu chegou na metade do século XIX. Desprezado e combatido na primeira metade do século XX, renasceu com bastante expressão política e ideológica no final da década de 70 na Inglaterra e nos Estados Unidos. O neoliberalismo é uma concepção de mundo surgida, no início do século XX, contra a predominância das políticas estatizantes de influência socialista e das políticas social-democráticas de influência keynesiana. Da década de 30 até a década de 70, a produção teórica neoliberal ficou restrita aos muros das academias e das instituições de pesquisa. Somente, no início dos anos 70, com a eleição de Margaret Thatcher na Inglaterra e Ronald Reagan nos Estados Unidos, o neoliberalismo chegou ao poder iniciando-se uma campanha em busca da hegemonia ideológica no mundo. Com a simbólica queda do Muro de Berlim e com a extinção da União Soviética, os neoliberais anunciaram, de forma eufórica, a ‘vitória definitiva’ da economia de mercado, que significava a conjunção do liberalismo econômico com o liberalismo político. (…) Por ser um animal que pensa e age, o homem tornou-se um animal social. A sociedade nada mais é do que divisão de trabalho e combinação de esforços. Para Von Mises ‘A cooperação social nada tem a ver com amor pessoal, nem com um mandamento que nos diz para amarmos uns aos outros. As pessoas não cooperam sob a égide da divisão do trabalho porque amam ou deviam amar uns aos outros. Cooperam porque assim servem melhor as seus próprios interesses. Nem é amor, nem a caridade ou qualquer outro sentimento afetuoso, mas sim o egoísmo, corretamente entendido, que originalmente impeliu o homem a se ajustar às exigências da sociedade, a respeitar as liberdades e direito de seus semelhantes e a substituir a amizade e o conflito pela cooperação pacífica”.   Em “A Evolução das Idéias Sociais”, ‘Herdeiro sob muitos aspectos de algumas vertentes iluministas, as idéias sociais liberais ou liberalismo, representam a crença num conjunto de idéias e doutrinas, teorias e práticas que visam garantir uma liberdade maior para os indivíduos nos mais diferentes campos da atuação humana, especialmente no que diz respeito aos aspectos econômicos e políticos. (…) O liberalismo econômico é uma doutrina que parte do pressuposto segundo o qual existe uma ordem natural para os fenômenos econômicos a qual tende ao equilíbrio pelo livre jogo da concorrência e da não-intervenção do Estado, com garantia de liberdade individual e como meio de se atingir o máximo de eficiência na produção e o máximo de justiça na repartição do produto. Como corolário, o liberalismo político é uma doutrina que visa estabelecer a liberdade política do indivíduo em relação ao Estado e preconiza oportunidades iguais para todos os cidadãos.”  João Mellão, político e jornalista da época de Hélio Ansaldo na Record, em seu livro de 1990 “O Pensamento Liberal Moderno”, diz o que Lula está tentando fazer a bem pela meninada pobre lá de Manguinhos – Rio: “A questão da miséria não se resolve através de soluções milagrosas, como, aliás, nada na vida se resolve assim. Antes de tentar solucionar o problema é preciso entendê-lo. Existe o que o economista sueco Guinnar Myrdall, Nobel de Economia, definiu como o ciclo vicioso da miséria. O cidadão nasce pobre. Por ser pobre se alimenta mal, alimentando-se mal não se desenvolve física nem intelectualmente, não consegue estudar e chega à idade adulta como um indivíduo franzino e despreparado. Quando vai trabalhar, obviamente produz pouco. Produzindo pouco, ganha pouco, ganhando pouco perpetualiza o seu ciclo de miséria, já que seus filhos também vão se alimentar mal, serem doentes e semi-analfabetos. Parece claro que, sozinho, esse cidadão não conseguirá escapar de seu cruel destino. Ou o Estado lhe garante nutrição, saúde e educação adequada desde a infância, o que lhe permite sair do ciclo, ou os seus patrões, por algum motivo, darão um jeito de pagar-lhe melhores salários.”  É, o possível Lula fez e ainda estará fazendo em Manguinhos, com o governador e o Pezão tentam quebrar o ciclo vicioso da miséria; mas, ouvindo comentários, senti uma negatividade a respeito, um desacreditamento devido a outras experiências semelhantes que não deram certo: é de se ouvir, será que pensaram nos gastos futuros de manutenção do que está sendo construído? Renovar os morros cariocas e fundar novas escolas de elites a pobres com piscinas e muito mais, parece ser bom, até onde poderá expandir pela restrição do orçamento? Se o impossível só pertence a Deus então… Ufa!, trabalho vai ter para gerar mais e mais recursos na crise!  No livro citado, Mellão vai respondendo perguntas e assim se expressa sobre o pensamento liberal: “Em termos práticos, eu diria que o liberalismo moderno, o qual chamaria de ‘liberalismo social pragmático’ é a filosofia dos homens que por possuírem um mínimo de discernimento e senso crítico, não aceitam mais as ideologias prontas e as verdades absolutas. (…) O liberalismo clássico, como também aquilo que atualmente se chama de ‘neoliberalismo’ é uma ideologia que se coloca radicalmente contra qualquer atividade do Estado e acredita que toda e qualquer atividade, na sociedade, deve ser absolutamente livre, todo mundo pode fazer o que bem entender. Entendem os liberais clássicos que uma ‘mão invisível’ ou seja, as leis do mercado, acabam por criar equilíbrio e proporcionar harmonia ao todo. É uma visão conceitualmente correta porém primitiva e incompleta. Enxerga a sociedade ideal como, digamos, um galinheiro, onde as galinhas devam ser totalmente livres e as raposas também… Nós defendemos (liberalismo social) a prevalência das leis do mercado, o direito de livre escolha de cada um, mas não vemos no Estado um mal em si. Da mesma forma que um trem não anda se não houver dois trilhos, nós entendemos que a liberdade jamais será um valor permanente se não for acompanhada da Igualdade. A igualdade de oportunidades. O Estado, em nossa opinião, deve existir, justamente para garantir esse nivelamento das oportunidades, através da execução eficiente das quatro tarefas que lhe são inerentes: Educação, Saúde, Segurança e Justiça. (…) Temos em relação ao socialismo várias diferenças básicas e fundamentais.Concordamos, talvez, unicamente nos aspectos morais. Os socialistas pretendem acabar com a miséria. Nós também. Eles se revoltam com a exploração dos mais humildes. Nós também. Eles pretendem uma sociedade próspera e afluente. Nós também lutamos por isso. Mas as semelhanças acabam por aí. Eles entendem a igualdade como igualdade de condições – todo mundo tem que ter as mesma condições de vida e se adequar aos mesmos padrões de consumo e comportamento. Nós entendemos igualdade como igualdade de oportunidades. Na nossa concepção, todos têm direito às mesmas chances – garantia de saúde e nutrição adequadas, acesso às boas escolas, igualdade de direitos e deveres perante a Lei, segurança individual para defender o que amealhou – mas, a partir daí, depende do esforço, do talento e da competência de cada um o sucesso maior ou menor que obterá na vida. (…)”.

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O desenvolvimento do pensamento liberal na sociedade capitalista e seus críticos nos séculos XIX e XX

O DESENVOLVIMENTO DO PENSAMENTO LIBERAL NA SOCIEDADE CAPITALISTA E SEUS CRÍTICOS NO SÉCULO XIX

Século XIX – consolidação do capitalismo e o desenvolvimento do pensamento liberal

→ Os movimento liberais anularam a possibilidade de sobrevivência do Antigo Regime.− As Revoluções Liberais de 1820• Portugal – Revolução do Porto• França – 1830 – o rei Carlos X – tenta restaurar o absolutismo – foi deposto.− Com a Revolução Industrial surgiram pensadores que buscavam novas alternativas políticas, econômicas e sociais para os trabalhadores – Socialistas – Karl Marx.

Pronomes: emprego, forma de tratamento e colocação

Pronomes: emprego, forma de tratamento e colocação

Pronomes:

A palavra que acompanha (determina) ou substitui um nome é denominada pronome.

Ex.: Ana disse para sua irmã:
– Eu preciso do meu livro de matemática. Você não o encontrou? Ele estava aqui em cima da mesa.

1. eu substitui “Ana”
2. meu acompanha “o livro de matemática”
3. o substitui “o livro de matemática”
4. ele substitui “o livro de matemática”

Flexão

Novas regras ortográficas

Depois de um período de seis anos de transição, o acordo ortográfico assinado com sete países de língua portuguesa entrou oficialmente em vigor no Brasil.

Algumas palavras perderam o acento, outras se separaram ou se uniram. As mudanças do novo acordo ortográfico começaram em 2008, mas somente em 2013 se tornaram obrigatórias. Se engana quem pensa que elas vieram para complicar mais a língua.

Confira as novas regras ortográficas

As novas regras da língua portuguesa mexem com acentuação e hífen.
Veja as regras atuais e o que era antes na língua portuguesa: