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Lógica de argumentação: analogias, inferências, deduções e conclusões

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Lógica de argumentação: analogias, inferências, deduções e conclusões

 

Lógica da argumentação

A lógica é utilizada como uma etapa do pensamento humano há vários séculos e ajuda a compreender e trabalhar o raciocínio. A lógica pode ser dividida de duas formas: a lógica formal e a lógica material. A argumentação é a forma como utilizamos o raciocínio para convencer alguém de alguma coisa. Para argumentar faz-se uso de vários tipos de raciocínio que devem ser baseados em normas sólidas e em argumentos aceitáveis.

A lógica formal preocupa-se com a finalização da coerência interna mesmo que ela pareça absurda. Os computadores funcionam dessa forma, uma vez que eles tem a capacidade de processar apenas as informações que já estavam inseridas em seu contexto e  atestar as informações. No entanto, a lógica material aborda a utilização dessas operações de acordo com a realidade, com o raciocínio certo e o respeito a matéria do objeto em questão.

A mente humana é capaz de realizar as seguintes operações: a simples apreensão, os juízos e o raciocínio. A simples apreensão refere-se a compreensão direta de uma situação formando um conceito que por fim passa a ter uma denominação. O juízo aborda ideias relacionadas ou separadas que fazem surgir um julgamento da realidade. Já o raciocínio faz parte de uma situação que envolve juízos e proposições no intuito de chegar em conclusões adequadas.

 

Analogias

 

Analogia (ou raciocínio por semelhança) é uma indução parcial ou imperfeita, na qual passamos de um ou de alguns fatos singulares não a uma conclusão universal, mas a uma outra enunciação singular ou particular, inferida em virtude da comparação entre objetos que, embora diferentes, apresentam pontos de semelhança:

Paulo sarou de suas dores de cabeça com este remédio.

Logo, João há de sarar de suas dores de cabeça com este mesmo remédio.

É claro que o raciocínio por semelhança fornece apenas uma probabilidade, não uma certeza. Mas desempenha papel importante na descoberta ou na invenção.

Grande parte de nossas conclusões diárias baseia-se na analogia. Se lermos um bom livro de Graciliano Ramos, provavelmente compraremos outro do mesmo autor, na suposição de que deverá ser bom também. Se formos bem atendidos numa loja, voltaremos da próxima vez, na expectativa de tratamento semelhante. Da mesma forma, se formos mal atendidos, evitaremos retornar.

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Quando as explicações de um determinado fato nos parecem complexas, costumamos recorrer a comparações, que na verdade são analogias: “Quem não está habituado a ler, sofre como nadador iniciante, engole água e perde o fôlego”. Do mesmo modo, o texto literário é enriquecido pela metáfora, que é uma forma de estabelecer semelhança: “Amor é fogo que arde sem se ver” (Camões).

Também a ciência se vale das analogias. O médico britânico Alexander Fleming estava cultivando colônias de bactérias e observou que elas morriam em torno de uma mancha de bolor que tinha sido formada casualmente. Investigando o novo fato, reconheceu os fungos do gênero Penicillium. Por analogia, supôs que, se o bolor destruia as bactérias na cultura in vitro, poderia ser usado como medicamento para curar doenças em organismos ou seres mais complexos.

As analogias podem ser fracas ou fortes, dependendo da relevância das semelhanças estabelecidas entre objetos diferentes. Embora os homens sejam muito diferentes dos ratos, nas experiências biológicas podem ser feitas comparações de natureza fisiológica que tornam a analogia adequada e fecunda. Assim, se o biólogo constatar determinados efeitos de uma droga ministrada em ratos, é possível sustentar que os efeitos provocados nos homens sejam semelhantes.

Fonte: Vendedor vende

 

Inferência:

Continua na parte 2

 

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Compreensão de estruturas lógicas

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13 Comentários

  1. Gabrielle

    Vou o concurso da UPE tbm. No youtube ñ encontrei uma aula que falasse todos esses conteúdos. Aqui pude aprender. Obrigada!

  2. Esli

    Vou fazer o TRF 1 gostei bastante da explicação, percebi que a lógica está em nosso dia a dia e a gente usa bastante a analogia e a indução, obrigado pela explicação.

  3. Gilberto

    Vou prestar o concurso público da SEE MG(professor da educação básica de filosofia).
    O texto acima me trouxe uma compreensão maior da diferenciação entre dedução e indução.
    Se for possível, gostaria de exercícios sobre Noções de Lógica: inferência, verdade e validade; dedução e indução.
    Se alguém souber onde encontros estes exercícios, por favor, me informe.

    • eder carlos

      Oi Gilberto eu gosto do qconcursos, pois lá existe várias maneiras de você selecionar as questões podendo selecionar por matérias, bancas, órgãos e etc..
      Abraços e espero ter ajudado

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