Category Archives: Biologia

Divisão celular

Divisão celular

No final da postagem tem duas videoaulas para complementar seus estudos

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Bons estudos!

Os cromossomos são responsáveis pela transmissão dos caracteres hereditários, ou seja, dos caracteres que são transmitidos de pais para filhos. Os tipos de cromossomos, assim como o número deles, variam de uma espécie para a outra. As células do corpo de um chimpanzé, por exemplo, possuem 48 cromossomos, as do corpo humano, 46 cromossomos, as do cão, 78 cromossomos e as do feijão 22. Read the rest of this entry

Origem e evolução das células

Origem e evolução das células

No final da postagem tem uma videoaula muito interessante que aconselho assistir.

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Bons estudos!

A origem e evolução das células

HISTÓRICO

 As células, base dos estudos de biologia – fundamentais para a prova do Enem -, foram descobertas com o auxílio de um microscópio pelo cientista inglês Robert Hooke (1635 – 1703), a partir de uma cortiça que tem a função de proteger os troncos das árvores. Ele observou pequenas cavidades que seriam a parede celular das células mortas e deu-lhes o nome de células (diminutivo latino de cella, lugar fechado, pequeno cômodo). Read the rest of this entry

Célula: Animal e Vegetal

Célula: Animal e Vegetal

Depois da parte teórica tem no final da postagem uma videoaula.

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A Fortaleza do Centro

Bons estudos!

Características comum entre elas:

todas as células possuem membrana plasmática, citoplasma e material genético, que pode ou não estar localizado em um núcleo. Quando uma célula não possui núcleo definido, é chamada de procarionte, mas quando apresenta núcleo, é denominada de eucarionte.

As células animais e vegetais são do tipo eucarionte, sendo assim, podemos dizer que elas são compostas de membrana plasmática, citoplasma e núcleo. Read the rest of this entry

Célula: Animal e Vegetal – Parte 2

Célula: Animal e Vegetal – Parte 2
Núcleo:

Vegetal: No interior celular encontra-se o núcleo, que realiza exatamente as mesmas funções desempenhadas pelo núcleo das células animais.

Animal:O núcleo é uma estrutura mais ou menos esférica que se encontra no interior da célula, delimitado por uma estrutura membranosa (o envoltório nuclear). Assim como a membrana celular, o envoltório nuclear permite o intercâmbio de determinadas substâncias entre o núcleo e o citoplasma. Read the rest of this entry

Estrutura e fisiologia celular: membrana, citoplasma e núcleo – Parte 3

Estrutura e fisiologia celular: membrana, citoplasma e núcleo – Parte 3

Vacúolos

Os vacúolos são vesículas preenchidas com partículas ou líquidos. São delimitados por uma membrana simples. Nas células animais e em protistas, os vacúolos fundem-se com lisossomos e acontece a digestão do conteúdo do vacúolo. Nas células vegetais geralmente existe um grande vacúolo. O líquido deste vacúolo é chamado seiva vegetal e tem enzimas digestivas que atuam em pH ácido.

Peroxissomos

Certos processos químicos oxidativos, como a degradação de aminoácidos, produzem peróxido de hidrogênio (H2O2) que pode lesar os componentes celulares. Para proteger a célula há os peroxissomos, organelas que possuem a enzima catalase que catalisa a reação de degradação de moléculas de peróxido de hidrogênio em água e oxigênio molecular. Os peroxissomos estão presentes nas células eucariontes. Read the rest of this entry

Estrutura e fisiologia celular: membrana, citoplasma e núcleo – Parte 2

Estrutura e fisiologia celular: membrana, citoplasma e núcleo – Parte 2

Células procariontes

As células dos organismos procariontes se caracterizam por não possuírem organelas. Os seres procariontes compreendem as bactérias, que se dividem em arqueobactérias e as eubactérias. As arqueobactérias habitam ambientes de condições extremas como águas muito salinas, águas quentes e ácidas, regiões profundas dos oceanos e pântanos. Há diferenças de estrutura genética e de composição lipídica entre as eubactérias e as arqueobactérias. As eubactérias são as mais estudadas e conhecidas, pois têm grande importância ecológica, industrial e médica. Nas eubactérias incluem-se as cianobactérias (estas últimas também conhecidas pela antiga denominação “algas cianofíceas” ou “algas azuis”). Read the rest of this entry

Célula – Procariótica e Eucariótica Parte 2

Célula – Procariótica e Eucariótica Parte 2

Células Eucariótica

eucarionteJá as células eucarióticas, possuem maior tamanho e complexidade, a começar pelo núcleo individualizado, envolvido pela carioteca. Seu citoplasma é interconectado por uma rede de tubos e canais membranosos e é onde, além de ribossomos, também são encontradas mitocôndrias, retículo endoplasmático granuloso e não granuloso, complexo golgiense, lisossomos, peroxissomos, centríolos, dentre outras organelas.

Exemplos de indivíduos eucariotas: animais, vegetais, fungos e protozoários.

As células eucariontes ou eucarióticas, também chamadas de eucélulas, são mais complexas que as procariontes. Possuem membrana nuclear individualizada e vários tipos de organelas. A maioria dos animais e plantas a que estamos habituados são dotados deste tipo de células. Read the rest of this entry

Célula – Procariótica e Eucariótica

Célula – Procariótica e Eucariótica

No final da postagem tem duas videoaulas. 

Gostaria de lembrar também que tenho um livro de aventura que publiquei a versão final em e-book no Amazon, A fortaleza do Centro, dá uma olhadinha nele é muito legal.

 

As células são a menor unidade estrutural e funcional de um ser vivo, e podem ser procariotas ou eucariotas.

De forma genérica, todas elas possuem membrana plasmática, estrutura esta que dá forma, protege e seleciona a entrada e saída de substâncias pela célula; citoplasma, região fluida na qual ocorre a maioria dos processos metabólicos e produção de diversas substâncias; e material genético, onde estão registradas instruções que controlam o funcionamento celular. Read the rest of this entry

Aplicações de biotecnologia na produção de alimentos, fármacos e componentes biológicos – Parte 4

Aplicações de biotecnologia na produção de alimentos, fármacos e componentes biológicos – Parte 4

Outras áreas

outraA biotecnologia, além de aplicações na agricultura, nos processos industriais e na medicina, pode ser aplicada também em animais, com diferentes finalidades. Confira alguns exemplos do potencial desta ciência nesta área: No Brasil, com o objetivo de erradicar a dengue do País, mosquitosAedes Aegypti transgênicos estão sendo usados no cobate à doença. O inseto foi geneticamente modificado para gerar uma prole que não sobrevive à fase de larva, morrendo antes de atingir a vida adulta (momento em que pode transmitir doenças).  Os machos transgênicos se desenvolvem até a fase adulta e são levados até um local com alta incidência da dengue, onde são liberados. Ali, competem com os machos não-GM pelas fêmeas e cruzam com elas. Como sua prole não se desenvolverá, próxima geração de mosquitos fica comprometida.

Uma parceria entre pesquisadores e instituições de pesquisa nacionais e internacionais estuda a genética da aranha com o objetivo de isolar os genes responsáveis pela produção da teia do animal. A primeira etapa do estudo consiste no isolamento dos genes de interesse desses aracnídeos e a segunda a transferência desses genes para outros organismos que possam produzir os fios em quantidade comercialmente viável. As proteínas que compõem os fios de aranha podem ser a chave para incrementar diversos setores da indústria, como a têxtil, engenharia, segurança e médica. Read the rest of this entry

Aplicações de biotecnologia na produção de alimentos, fármacos e componentes biológicos – Parte 3

Aplicações de biotecnologia na produção de alimentos, fármacos e componentes biológicos – Parte 3

Terapia gênica

terapia-genicaNos Estados Unidos, há mais de mil ensaios clínicos com diferentes perspectivas de uso da terapia gênica, dos quais, aproximadamente, 70% são para tratamento do câncer. Existe também a possibilidade de tratar outros males, a exemplo de fibrose cística, hemofilia, anemia falciforme, mal de Alzheimer, mal de Parkinson e até mesmo doenças infecciosas, como a aids. Os testes buscam assegurar a eficácia e a biossegurança desses processos para que, no futuro, eles possam ser usados como rotina médica.

É conhecida a capacidade que os vírus têm para infectar as células humanas. A terapia gênica tira bom proveito disso ao alterar a composição genética de tais agentes, retirando seus genes causadores de doenças e inserindo neles genes de interesse terapêutico. Dessa forma, o vírus atua como vetor, transportando o material genético de que o paciente precisa para suas células somáticas. Há maneiras não-virais de oferecer à célula sequências genômicas, a exemplo de partículas lipídicas (gordura) que encapsulam os genes, mas estas costumam ser menos eficientes. As pesquisas também procuram garantir que os vetores virais não sejam replicativos para que, uma vez dentro do organismo humano, não readquiram a habilidade de se multiplicar e causar infecção. Read the rest of this entry