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Concurso Público UFBA – 2017 – Conteúdo Programático

Concurso Público UFBA – 2017 – Conteúdo Programático


Página do concurso

Cargo: Assistente em administração

Inscrições:  de 10/07/2017 a 10/08/2017

Data da prova:22/10/2017

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UFBA 2017

NÍVEL INTERMEDIÁRIO

CLASSE D

Atenção: Para o concurso que será realizado no dia 22/10/ 2017 teve alteração no  conteúdo de português. O conteúdo esta neste link : Conteúdo Programático 2

PORTUGUÊS

1 – Compreensão e interpretação de textos de diferentes gêneros (literários, jornalísticos, tiras, charges, entre outros)

1.1. Língua, linguagemnorma (padrão e não padrão), fala e desvio de norma;

1.2. A pluralidade de normas: regionais, sociais, etárias e estilísticas (registros);

1.3  Características das modalidades da língua: oral e escrita.

2.   O processo de comunicação e as funções da linguagem.

3.   Recursos expressivos – a linguagem figurada.

Direito Constitucional para concursos 2019

Direito Constitucional para concursos 2019

Coloquei então todas as matérias como são pedidas nos concursos. E em ordem alfabética.

Dica: Para você que não esta encontrando o conteúdo que precisa ou prefere estudar por apostilas dá uma olhada no site Apostilas Opção, lá eles tem praticamente todas as apostilas atualizadas de todos os concursos abertos. Caso queira saber por que indico as Apostilas Opção clique aqui!

Abraços e bons estudos!

 

DIREITO CONSTITUCIONAL:

A Administração Pública: princípios que a norteiam

A  constitucionalização  dos  direitos  das  pessoas  com  deficiência.

A organização do Estado: poderes e funções.

A repartição de competência na federação.

Administração Pública (artigos de 37 a 41, capítulo VII, Constituição Federal de 1988 e atualizações)

Administração  Pública: Disposições  gerais,  servidores  públicos

Aplicabilidade das normas constitucionais: normas de eficácia plena, contida e limitada.

Artigo 37 da Constituição Federal (Princípios Constitucionais da Administração Pública: Princípios da Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência)

artigos 1º a 5º e artigo 144, da Constituição Federal;

artigo 140, da Constituição do Estado de São Paulo;

Atribuições do presidente da República e dos ministros de Estado.

Congresso nacional, câmara dos deputados, senado federal, deputados e senadores

Constituição: conceito e classificação.

Constituição: Conceito, classificações, princípios fundamentais.

Constituição: conceito e poder constituinte

Constituição da República Federativa do Brasil: Poder Constituinte

Constituição Federal

CONSTITUIÇÃO FEDERAL. Título II – Dos Direitos e Garantias Fundamentais: Capítulo I – Dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos; e Capítulo II – Dos Direitos Sociais;

Constituição Federal. Título III – Da Organização do Estado: Capítulo VII – Da Administração
Pública: Seção I – Disposições Gerais; Seção II – Dos Servidores Públicos; e   Seção III –
Dos Militares dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios.

Constituição federal. Título V – Da Defesa do Estado e das Instituições Democráticas: Capítulo III –
Da Segurança Pública.

Constituição Federal: Da intervenção

Constituição Federal – com as alterações vigentes até a
publicação do Edital: Título II – Capítulos I, II e III; e  Título III – Capítulo VII com Seções I e II; e também o artigo 92.

Constituição federal: Dos princípios fundamentais.

Constituição da República Federativa do Brasil (art. 1º, 3º, 4º e 5º)

Conselho Nacional de Justiça (CNJ): Composição e competências.

Da Administração Pública.

Da Administração Pública (artigos de 37 a 41, capítulo VII, Constituição Federal)

Da Administração Pública (Disposições Gerais; Dos Servidores Públicos).

da Constituição Federal: Questões de concursos comentadas

Da Defesa do Estado e das Instituições Democráticas: do Estado de Defesa, do Estado de Sítio, das forças armadas, da Segurança Pública. 

da Intervenção

Da Ordem Social: Seguridade Social ( Disposição Geral; Da Previdência Social).

Da Ordem social: Da educação, da cultura e do desporto

Da Organização do Estado: Da Intervenção

Da Organização do Estado: Da Organização Político-Administrativa; Da União; Dos Estados Federados; Dos Municípios; Do Distrito Federal e dos Territórios.

Da Organização do Estado: Da Administração Pública (Disposições Gerais; Dos Servidores Públicos).

Da Organização do Estado: Da Administração Pública (Dos militares dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios)

Da Organização dos Poderes: Do Poder Legislativo; Do Poder Executivo; Do Poder Judiciário;

Da segurança pública.

Das Funções Essenciais à Justiça.

Defesa do Estado e das instituições democráticas: segurança pública; organização da segurança pública.

Direito Constitucional: natureza, conceito e objeto.

Direitos e garantias fundamentais.

Direito e Garantias Fundamentais (art. 5º ao 17 da C.F.);

Direitos e garantias fundamentais: direitos e deveres individuais e coletivos; direitos sociais; nacionalidade; cidadania e direitos políticos; partidos políticos

Direitos e garantias fundamentais, nacionalidade, cidadania e direitos políticos.

Direitos Humanos Fundamentais na Constituição Federal;

Do Poder Judiciário (Disposições Gerais; Do Supremo Tribunal Federal; Dos Tribunais e Juízes Eleitorais); Das Funções Essenciais à Justiça.

Do Supremo Tribunal Federal

Dos direitos e garantias fundamentais.

Dos direitos e garantias fundamentais: direitos e deveres individuais e coletivos; direitos sociais; da nacionalidade; dos direitos políticos; dos partidos políticos.

Dos princípios fundamentais.

Dos Tribunais e Juízes Eleitorais

Dos militares dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios.

Fiscalização contábil, financeira e orçamentária.

Funções essenciais à Justiça

Funções essenciais à Justiça: Ministério Público, Advocacia e Defensoria Públicas

Normas programáticas.

Ordem social: base e objetivos da ordem social; seguridade social; meio ambiente; família, criança, adolescente, idoso, índio.

Organização do Estado: poderes e funções.

Organização  político‐administrativa

Organização  político‐administrativa: União, Estados, Distrito  Federal, Municípios e Territórios

Organização da administração pública no Brasil a partir da Constituição Federal de 1988

Órgãos  do Poder Judiciário: Competências.

os Direitos Humanos Fundamentais na Constituição Federal;

Os poderes do Estado e as respectivas funções.

Princípios constitucionais.

Princípios constitucionais da administração pública: princípio da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, eficiência.

Princípios fundamentais da Constituição Federal de 1988.

Princípios fundamentais do Direito Constitucional.

Poder Constituinte

Poder executivo: atribuições do presidente da República e dos ministros de Estado.

Poder Executivo: forma e sistema de governo; chefia de Estado e chefia de governo.

Poder Judiciário: Competências.

Poder judiciário: Disposições gerais.

Poder Judiciário: disposições gerais do Supremo Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça, dos Tribunais Regionais Federais e dos Juízes Federais, Conselho Nacional de Justiça, Conselho da Justiça Federal

PODER JUDICIÁRIO: Organização e competência

Poder  Judiciário: tribunais  e  juízes militares.

Poder legislativo: Congresso nacional, câmara dos deputados, senado federal, deputados e senadores

Regimes políticos e formas de governo

Repartição de competência na federação.

Servidores Públicos na Constituição Federal de 1988 (artigos 39 a 41).

Supremacia da Constituição e controle de constitucionalidade.

Teoria geral da Constituição: conceito, origens, conteúdo, estrutura e classificação

Tipos de Constituição

Título II – Dos Direitos e Garantias Fundamentais: Capítulo I – Dos Direitos e
Deveres Individuais e Coletivos; e Capítulo II – Dos Direitos Sociais;

Título III – Da Organização do Estado: Capítulo VII – Da Administração
Pública: Seção I – Disposições Gerais; Seção II – Dos Servidores Públicos; e   Seção III –
Dos Militares dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios.

Título V – Da Defesa do Estado e das Instituições Democráticas: Capítulo III –
Da Segurança Pública.

TRF da 2ª Região (ES/RJ) abre Concurso Público para nível médio e superior

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TRF da 2ª Região (ES/RJ) abre Concurso Público para nível médio e superior

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (ES/RJ) abre concurso para nível médio (Técnico judiciário) e nível superior (Analista judiciário) para cadastro de reserva.

Banca: CONSULPLAN Consultoria e Planejamento em Administração Pública Ltda

Edital

Provas: Provas Objetivas de múltipla escolha, de caráter habilitatório e classificatório, aplicadas a todos os cargos/áreas/especialidades.

Data da prova: Será informado a partir do dia 15 de fevereiro de 2017, no site da CONSULPLAN (www.consulplan.net). Data prevista: 5 de março de 2017

Do Poder Judiciário – Disposições Gerais Parte 2

Subsídio
V – o subsídio dos Ministros dos Tribunais Superiores corresponderá a noventa e cinco por cento do subsídio mensal fixado para os Ministros do Supremo Tribunal Federal e os subsídios dos demais magistrados serão fixados em lei e escalonados, em nível federal e estadual, conforme as respectivas categorias da estrutura judiciária nacional, não podendo a diferença entre uma e outra ser superior a dez por cento ou inferior a cinco por cento, nem exceder a noventa e cinco por cento do subsídio mensal dos Ministros dos Tribunais Superiores, obedecido, em qualquer caso, o disposto nos arts. 37, XI, e 39, § 4º;
Inciso mais chato que carteira de pobre, fato, mas é necessário entendê-lo:
 
– O subsídio dos ministros dos Tribunais superiores = 95% do subsídio dos ministros do STF;
–  Os subsídios dos outros magistrados serão escalonados entre as categorias da estrutura judiciária, não podendo ser a diferença entre um e outro inferior a 5%, nem superior a 10%, tampouco exceder a 95% do subsídio mensal dos ministros dos Tribunais Superiores.
 
Aposentadoria, residência e remoção
VI – a aposentadoria dos magistrados e a pensão de seus dependentes observarão o disposto no art. 40;

Domínio da ortografia oficial – Emprego das letras

Ortografia

A ortografia oficial de uma língua é o conjunto de regras e padrões que definem a forma correta de escrita das palavras (emprego das letras), bem como o uso correto dos sinais de acentuação, emprego do sinal indicativo de crase e dos sinais de pontuação. As regras ortográficas têm como base características etimológicas e fonológicas da língua portuguesa, encontrando-se convencionadas em acordos ortográficos.

Nesta postagem veremos o emprego das Letras e no final dela tem links para as postagens sobre acentuação gráfica, emprego do sinal indicativo de crase e pontuação

 

Emprego das letras

 

Palavras que se escrevem com “ESA”

burguesa, chinesa, despesa, escocesa, francesa, inglesa, japonesa, holandesa, mesa, pequinesa, portuguesa etc.

Se conseguirmos completar a frase “ELA É”, a palavra será sempre com “S”.  Ex. Ela é chinesa. Ela é pequinesa.

 

Palavras que se escrevem com “EZA”.

alteza, avareza, beleza, crueza, fineza, firmeza, lerdeza, proeza, pureza, singeleza, tristeza, rijeza etc.

 

Palavras que se escrevem com “ÊS”

burguês, chinês, cortês, escocês, francês, inglês, irlandês, montanhês, pedrês, português etc.

Lei Federal nº 101/2000 – Lei de Responsabilidade Fiscal

A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), oficialmente Lei Complementar nº 101, promulgada em 4 de maio de 2000, e que entrou em vigor em sua publicação em 5 de maio de 2000, é uma Lei Complementar brasileira que tenta impor o controle dos gastos da União, estados, Distrito Federal e municípios, condicionado à capacidade de arrecadação de tributos desses entes políticos. Tal medida foi justificada pelo costume, na política brasileira, de gestores promoverem obras de grande porte no final de seus mandatos, deixando a conta para seus sucessores. A LRF também promoveu a transparência dos gastos públicos.

A lei obriga que as finanças sejam apresentadas detalhadamente ao Tribunal de Contas (da União, do Estado ou dos Municípios). Tais órgãos podem aprovar as contas ou não. Em caso das contas serem rejeitadas, será instaurada investigação em relação ao Poder Executivo em questão, podendo resultar em multas ou mesmo na proibição de tentar disputar novas eleições.

Embora seja o Poder Executivo o principal agente responsável pelas finanças públicas e, por isso, o foco da Lei de Responsabilidade Fiscal, os Poderes Legislativo e Judiciário também são submetidos à referida norma.

A lei inova a Contabilidade pública e a execução do Orçamento público à medida que introduz diversos limites de gastos (procedimento conhecido como Gestão Administrativa), seja para as despesas do exercício (contingenciamento, limitação de empenhos), seja para o grau de endividamento.

A LRF determina o estabelecimento de metas fiscais trienais. Isso permite que o governante consiga planejar as receitas e as despesas, podendo corrigir os problemas que possam surgir no meio do caminho. É como conduzir um barco: quando tem um rumo é possível planejar as manobras necessárias para se chegar até lá, mesmo que algumas sejam difíceis e tenham que ser corrigidas ao longo do caminho.

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Criada durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, a LRF provocou uma mudança substancial na maneira como é conduzida a gestão financeira dos três níveis de governo (RESTON, 2000). Tornou-se preciso saber planejar o que deverá ser executado, pois além da execução deve-se controlar os custos envolvidos, cumprindo o programado dentro do custo previsto (FURTADO, 2002). Sua criação fez parte do esforço em reformas do estado promovido pelo governo federal para estabilizar a economia brasileira, reduzir o risco país e estimular investimentos externos no país, a partir do Plano Real.

Esta matéria foi retirada do Wikipédia e caso queira aprofundar na matéria é só CLICAR AQUI!

Se você quer se aprofundar ainda mais veja a apostila abaixo Entendendo a LRF

Download de uma apostila do Tesouro que explica bem detalhado a Lei: entendendo-a-lei-de-responsabilidade-fiscal

 

Princípio de Avogadro, conceito de molécula; massa molar, volume molar dos gases

Princípio de Avogadro

Lei de Avogadro

Amedeo Avogadro propôs, em 1811, uma lei relacionada ao volume molar de gases.

Volumes iguais, de quaisquer gases, nas mesmas condições de pressão e temperatura, apresentam a mesma quantidade de substâncias em mol (moléculas). 

Volumes iguais de dois gases, nas mesmas condições de temperatura e pressão, possuem o mesmo número de moléculas. Essa lei que foi a origem do conceito de molécula está implícita no conceito de volume molar (a CNTP), pois 22,4 litros de qualquer gás possuem 6,02 x 1023moléculas.

Fórmula empírica (ou mínima)

Uma fórmula empírica conta as relações relativas de átomos diferentes em um composto (proporção). Assim, H2O é composto de dois átomos de hidrogênio e 1 átomo de oxigênio. Igualmente, 1.0 mol de H2O é composto de 2.0 mols de hidrogênio e 1.0 mol de oxigênio. Se sabemos as quantias molares de cada elemento em um composto, então podemos determinar a fórmula empírica.

Ex: o mercúrio forma um composto com o cloro que é 73,9% de mercúrio e 26,1% de cloro em massa. Qual é a fórmula empírica?

Delegação: Concessão, permissão e autorização

Delegação: Concessão, permissão e autorização

Delegação: Transfere o serviço (e não a titularidade do serviço) a uma pessoa jurídica de direito privado que o exercerá em nome do Estado (não em nome próprio), mas por sua conta e risco. Isto é descentralização do serviço público. É regulamentada e controlada pelo poder público delegante.

Pode ser por:

Concessão:

Constituição Federal:

Art. 175. Incumbe ao Poder Público, na forma da lei, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, sempre através de licitação, a prestação de serviços públicos.

Parágrafo único. A lei disporá sobre:

I – o regime das empresas concessionárias e permissionárias de serviços públicos, o caráter especial de seu contrato e de sua prorrogação, bem como as condições de caducidade, fiscalização e rescisão da concessão ou permissão;

II – os direitos dos usuários;

III – política tarifária;

IV – a obrigação de manter serviço adequado.

LEI Nº 8.987, DE 13 DE FEVEREIRO DE 1995. Dispõe sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos previsto no art. 175 da Constituição Federal, e dá outras providências.

Concessão de serviço público: “A delegação de sua prestação, feita pelo poder concedente, mediante licitação, na modalidade concorrência, à pessoa jurídica ou consórcio de empresas que demonstre capacidade para seu desempenho, por sua conta e risco e por prazo determinado” (art. 2º, II da Lei 8987/95).

  • Concessão de serviço público depende de licitação na modalidade concorrência.
  • A capacidade de desempenho será demonstrada durante a licitação, mais especificamente na fase da habilitação.
  • A própria concessionária responde pelos prejuízos causados a terceiros, mas a Administração pode ser chamada a responder em caráter subsidiário (depois de esgotadas as forças da concessionária).
  • A concessão terá prazo determinado.

O estado delega a alguém o exercício de um serviço público e este aceita a presta-lo em nome do poder público e regulado pelo delegante, assumindo todo o risco e remunerando –se pela cobrança de tarifa diretamente do usuário do serviço e tendo a garantia de um equilíbrio econômico financeiro. Pode ser contratual (concede aos particulares) ou legal (concede a entidades autárquicas e empresas estatais).

A concessão exige:

1-      Autorização legislativa

2-      Regulamentação por decreto

3-      Concorrência publica

O contrato de concessão obedece a lei, regulamento e ao edital. Este contrato não transfere a prerrogativa publica (titularidade), mas apenas a execução dos serviços.

O contrato pode ser alterado unilateralmente pelo poder concedente, que pode retornar o serviço, mediante indenização.

Acabando o contrato os direitos e bens do serviço voltam ao poder concedente.

A alteração de tarifa se faz por decreto.

O concessionário tem garantia de rentabilidade assegurada.

Poder da concedente:

  • Fiscalizar se estão sendo cumpridas as regras.
  • Alterar unilateralmente as cláusulas do contrato (organização do serviço, funcionamento, tarifas e taxas).
  • Extinguir o contrato.

Direito do concessionário: Não é obrigado a fazer qualquer outra atividade que não esteja na concessão e deve manter o equilíbrio econômico financeiro.

Extinção da concessão:

Advento do termo contratual: retorno do serviço ao poder concedente pelo termino do contrato.

Encampação: Retorno antes do termino do contrato, mediante indenização (desapropriação).

Caducidade; Por inadimplência ou decisão judicial (há indenização).

Anulação: invalidar por ilegalidade. Não há indenização.

 

Permissão: Continua na parte 2

 

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Classe de palavras – Exercícios

Para estudar a matéria : CLIQUE AQUI!!

1 A forma correta do verbo submeter-se, na 1a. pessoa do plural do imperativo afirmativo é:

a) submetamo-nos
b) submeta-se
c) submete-te
d) submetei-vos

 

2 __________ mesmo que és capaz de vencer; __________ e não __________ .

a) Mostra a ti – decide-te – desanime
b) Mostre a ti – decida-te – desanimes
c) Mostra a ti – decida-te – desanimes
d) Mostra a ti – decide-te – desanimesd) Descubra – presta – veja

Classes de palavras – Parte 2

Flexão

Por ser palavras variáveis, os substantivos podem se flexionar em: gênero, número e grau. Vejamos cada tipo de flexão, separadamente:

Flexão de gênero

Quanto ao gênero, os substantivos podem ser classificados em: masculinos e femininos. Temos por regra que todo substantivo masculino é caracterizado pela desinência “o” e o feminino pela desinência “a”. No entanto, nem todos os substantivos masculinos terminam em “o” (líder, telefonema, amor). Então, podemos definir o substantivo como do gênero masculino se vier anteposto pelo artigo “o”: o gato, o homem, o amor, o líder, o telefonema.

O gênero feminino irá seguir o mesmo raciocínio. São substantivos femininos as palavras que tem anteposição do artigo “a”: a gata, a mulher, a pessoa, a criança.

Há, contudo, uma distinção a ser feita entre: substantivos biformes e uniformes.

Substantivos biformes são os que apresentam uma forma para o masculino e outra para o feminino: menino, menina. Já os substantivos uniformes apresentam uma única forma para o masculino e para o feminino: criança, artista, testemunha.

No entanto, é por intermédio do artigo que classificamos se o substantivo de dois gêneros é masculino ou feminino. Veja:

o estudante (masculino)

a estudante (feminino)

Além disso, é através do artigo que podemos definir o significado do substantivo. Observe:

o cabeça (líder)

a cabeça (parte do corpo)

Flexão de número

Quanto ao número, os substantivos podem ser flexionados em: singular ou plural. O indicativo de um substantivo no plural é a terminação “s”:

Exemplos: o colega > os colegas

a menina > as meninas

Porém, há algumas particularidades no que diz respeito ao plural dos substantivos. Vejamos algumas:

a) No geral, os substantivos terminados em al, el, ol, ul, troca-se o “l” por “is”:

Exemplos: jornal > jornais

papel > papéis

barril > barris

anzol > anzóis

azul > azuis

b) Os substantivos terminados em “r” e “z” são acrescidos de “es” para o plural:

Exemplos: amor > amores

luz > luzes

c) Caso o substantivo terminado em “s” for paroxítono, o plural será invariável. Caso seja oxítono, acrescenta-se “es”:

Exemplos: ônibus > ônibus

país > países

d) Os substantivos terminados em “n” formam o plural em “es” ou “s”:

Exemplos: abdômen > abdômens

pólen > polens

e) Os substantivos terminados em “m” formam o plural em “ens”:

Exemplos: homem > homens

viagem > viagens

f) Os substantivos terminados em “x” são invariáveis no plural:

Exemplos: tórax > tórax

xérox > xérox

g) Os substantivos terminados em “ão” têm três variações para o plural: “ões”, “ães” e “ãos”:

Exemplos: eleição > eleições

pão > pães

cidadão > cidadãos

Flexão de grau

Quanto ao grau, os substantivos podem variar entre aumentativo e diminutivo.

Os graus aumentativo e diminutivo podem ser formados através de dois processos:

a) sintético – acréscimo de sufixos ao grau normal.

Exemplo: amor: amorzinho; amorzão.

b) analítico – o substantivo será modificado por adjetivos que transmitem ideia de aumento ou diminuição:

Exemplo: urso: urso grande; urso pequeno.

Fonte: Norma culta, só linguagem, só português e mundo educação

Algumas curiosidades sobre os substantivos:

Palavras masculinas:

  • ágape (refeição dos primitivos cristãos);
  • anátema (excomungação);
  • axioma (premissa verdadeira);
  • caudal (cachoeira);
  • carcinoma (tumor maligno);
  • champanha, clã, clarinete, contralto, coma, diabete/diabetes (FeM classificam como gênero vacilante);
  • diadema, estratagema, fibroma (tumor benigno);
  • herpes, hosana (hino);
  • jângal (floresta da Índia);
  • lhama, praça (soldado raso);
  • praça (soldado raso);
  • proclama, sabiá, soprano (FeM classificam como gênero vacilante);
  • suéter, tapa (FeM classificam como gênero vacilante);
  • teiró (parte de arma de fogo ou arado);
  • telefonema, trema, vau (trecho raso do rio).

Palavras femininas:

  • abusão (engano);
  • alcíone (ave doa antigos);
  • aluvião, araquã (ave);
  • áspide (reptil peçonhento);
  • baitaca (ave);
  • cataplasma, cal, clâmide (manto grego);
  • cólera (doença);
  • derme, dinamite, entorce, fácies (aspecto);
  • filoxera (inseto e doença);
  • gênese, guriatã (ave);
  • hélice (FeM classificam como gênero vacilante);
  • jaçanã (ave);
  • juriti (tipo de aves);
  • libido, mascote, omoplata, rês, suçuarana (felino);
  • sucuri, tíbia, trama, ubá (canoa);
  • usucapião (FeM classificam como gênero vacilante);
  • xerox (cópia).

Gênero vacilante:

  • acauã (falcão);
  • inambu (ave);
  • laringe, personagem (Ceg. fala que é usada indistintamente nos dois gêneros, mas que há preferência de autores pelo masculino);
  • víspora.

Alguns femininos:

  • abade – abadessa;
  • abegão (feitor) – abegoa;
  • alcaide (antigo governador) – alcaidessa, alcaidina;
  • aldeão – aldeã;
  • anfitrião – anfitrioa, anfitriã;
  • beirão (natural da Beira) – beiroa;
  • besuntão (porcalhão) – besuntona;
  • bonachão – bonachona;
  • bretão – bretoa, bretã;
  • cantador – cantadeira;
  • cantor – cantora, cantadora, cantarina, cantatriz;
  • castelão (dono do castelo) – castelã;
  • catalão – catalã;
  • cavaleiro – cavaleira, amazona;
  • charlatão – charlatã;
  • coimbrão – coimbrã;
  • cônsul – consulesa;
  • comarcão – comarcã;
  • cônego – canonisa;
  • czar – czarina;
  • deus – deusa, déia;
  • diácono (clérigo) – diaconisa;
  • doge (antigo magistrado) – dogesa;
  • druida – druidesa;
  • elefante – elefanta e aliá (Ceilão);
  • embaixador – embaixadora e embaixatriz;
  • ermitão – ermitoa, ermitã;
  • faisão – faisoa (Cegalla), faisã;
  • hortelão (trata da horta) – horteloa;
  • javali – javalina;
  • ladrão – ladra, ladroa, ladrona;
  • felá (camponês) – felaína;
  • flâmine (antigo sacerdote) – flamínica;
  • frade – freira;
  • frei – sóror;
  • gigante – giganta;
  • grou – grua;
  • lebrão – lebre;
  • maestro – maestrina;
  • maganão (malicioso) – magana;
  • melro – mélroa;
  • mocetão – mocetona;
  • oficial – oficiala;
  • padre – madre;
  • papa – papisa;
  • pardal – pardoca, pardaloca, pardaleja;
  • parvo – párvoa;
  • peão – peã, peona;
  • perdigão – perdiz;
  • prior – prioresa, priora;
  • mu ou mulo – mula;
  • rajá – rani;
  • rapaz – rapariga;
  • rascão (desleixado) – rascoa;
  • sandeu – sandia;
  • sintrão – sintrã;
  • sultão – sultana;
  • tabaréu – tabaroa;
  • varão – matrona, mulher;
  • veado – veada;
  • vilão – viloa, vilã.

Substantivos em -ÃO e seus plurais: Continua na parte 3

                 

 

Classes de palavras

CLASSES DE PALAVRAS:

As palavras são classificadas de acordo com as funções exercidas nas orações.

Na língua portuguesa podemos classificar as palavras em:

  • Substantivo
  • Adjetivo
  • Pronome
  • Verbo
  • Artigo
  • Numeral
  • Advérbio
  • Preposição
  • Interjeição
  • Conjunção

1 Substantivo:

Substantivo: classificação, formação, flexão e emprego

Substantivo:

É a palavra variável que denomina qualidades, sentimentos, sensações, ações, estados e seres em geral.

Classificação

Já quanto a sua classificação, ele pode ser comum (cidade) ou próprio (Curitiba), concreto (mesa) ou abstrato (felicidade).

Substantivos comum e próprio

Substantivo comum

Substantivos comuns são palavras que designam genericamente, sem especificar, seres da mesma espécie, que partilham características comuns. São escritos com letra minúscula.

Exemplos de substantivos comuns:

Pessoas: menino, criança, pai, mãe, homem, mulher, tia, avô,…

Objetos: garfo, faca, computador, cama, mesa, porta, pregador,…

Animais: cachorro, gato, cobra, tatu, tucano, papagaio, urso,…

Plantas: girassol, malmequer, samambaia, capim, macieira,…

Frutas: banana, uva, maracujá, goiaba, laranja, abacaxi,…

Lugares: país, cidade, planeta, município, bairro, estado,…

Acidentes geográficos: rio, baía, montanha, serra, vulcão,…

Fenômenos: noite, dia, chuva, vento, brisa, tempestade, furacão,…

Seres imaginários: fada, bruxa, duende, sereia, lobisomem,…

Dentre os diversos tipos de substantivos, os substantivos comuns distinguem-se principalmente dos substantivos próprios. Estes designam os seres de forma específica, individualizando-os dentro de sua espécie.

Substantivo próprio

Substantivos próprios são palavras que designam seres individuais e específicos, particularizando-os dentro de sua espécie e distinguindo-os dos restantes. São escritos com letra maiúscula.

Exemplos de substantivos próprios:

Nomes de pessoas: Flávia, Ricardo, Felipe, Tiago,…

Nomes de animais: Rex, Bolinha, Fifi, Bidu,…

Nomes de cidades, países, continentes,…: Brasil, Londres, Europa, Curitiba,…

Nomes de rios: Amazonas, Tietê, Nilo, Sena,…

Nomes de acidentes geográficos: Cordilheira dos Andes, Baía de Guanabara, Serra da Mantiqueira,…

Nomes de festividades: Natal, Carnaval, Páscoa,…

Nomes de entidades: Organização das Nações Unidas, Ministério da Previdência Social, Organização do Tratado do Atlântico Norte, …

Substantivos concreto e abstrato

Substantivo Concreto

Substantivos concretos são palavras que designam seres com existência própria, que existem independentemente de outros seres, como objetos, pessoas, animais, vegetais, minerais, lugares, … Designam seres existentes no mundo real ou seres fictícios e imaginários cujo conceito é do conhecimento comum, como fadas, bruxas e figuras folclóricas.

Exemplos de substantivos concretos:

Objetos: mesa, tapete, colher, televisão, celular, …

Pessoas: mãe, pai, homem, mulher, Paula, Rodrigo, médica, motorista,…

Animais: cachorro, gato, pássaro, cobra, tartaruga, peixe,…

Frutas: banana, uva, maracujá, goiaba, laranja, abacaxi,…

Plantas: samambaia, capim, ipê, girassol, macieira,…

Lugares: Brasil, Rio de Janeiro, Copacabana, África, Marte,…

Fenômenos: noite, dia, chuva, vento, brisa,…

Seres imaginários: fada, bruxa, diabo, duende, sereia, lobisomem, saci-pererê,…

Embora tradicionalmente os substantivos concretos sejam encarados como opostos de substantivos abstratos, atualmente é defendida a existência de diferentes graus de concretude e abstração, que substitui a anterior ideia de oposição. Assim, mediante o contexto frásico em que estão inseridos, os substantivos podem ser mais ou menos concretos ou abstratos.

Substantivo Abstrato

Substantivos abstratos são palavras que designam seres sem existência própria, que dependem de outros seres para existirem. Designam conceitos, conceptualizações abstratas e realidades imateriais. Indicam qualidades, noções, estados, ações, sentimentos e sensações de outros seres.

Exemplos de substantivos abstratos:

Qualidades: honestidade, bondade, beleza, inveja,…

Noções: tamanho, peso, altura, cor,…

Estados: velhice, ilusão, pobreza, doença…

Ações: arrumação, viagem, crescimento, compra,…

Sentimentos: saudade, amor, alegria, tristeza,…

Sensações: fome, sede, calor, enjoo,…

Diferenciação entre substantivos abstratos e concretos:

Muitos substantivos podem ser variavelmente abstratos ou concretos, conforme o sentido em que se empregam.

a redação das leis requer clareza (noção – abstrato)

na redação do aluno, assinalei vários erros (objeto – concreto)

Qual a imagem que você tem dela? (noção – abstrato)

A imagem do leão será emoldurada. (objeto – concreto)

Formação

Quanto a sua formação, o substantivo pode ser primitivo (jornal) ou derivado (jornalista), simples (alface) ou composto (guarda-chuva).

Primitivo e derivado

Meu limão meu limoeiro,

meu pé de jacarandá…

O substantivo limão é primitivo, pois não se originou de nenhum outro dentro de língua portuguesa.

Substantivo Primitivo: é aquele que não deriva de nenhuma outra palavra da própria língua portuguesa.

O substantivo limoeiro é derivado, pois se originou a partir da palavra limão.

Substantivo Derivado: é aquele que se origina de outra palavra.

Simples e composto

Chuva  – água caindo em gotas sobre a terra.

O substantivo chuva é formado por um único elemento ou radical. É um substantivo simples.

Substantivo Simples: é aquele formado por um único elemento.

Outros substantivos simples: tempo, sol, sofá, etc.

O substantivo guarda-chuva é formado por dois elementos (guarda + chuva). Esse substantivo é composto.

Substantivo Composto: é aquele formado por dois ou mais elementos.

Outros exemplos: beija-flor, passatempo.

Flexão

Continua na parte 2

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Estrutura e formação das palavras – Parte 2

Continuando a matéria, nesta postagem coloquei um post publicado no site Brasil Escola.

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Estrutura e formação das palavras

Conceitos básicos: 

Observe as seguintes palavras:
escol-a
escol-ar
escol-arização
escol-arizar
sub-escol-arização
Observando-as, percebemos que há um elemento comum a todas elas: a forma escol-. Além disso, em todas há elementos destacáveis, responsáveis por algum detalhe de significação. Compare, por exemplo, escola e escolar: partindo de escola, formou-se escolar pelo acréscimo do elemento destacável -ar.

Por meio desse trabalho de comparação entre as diversas palavras que selecionamos, podemos depreender a existência de diferentes elementos formadores. Cada um desses elementos formadores é uma unidade mínima de significação, um elemento significativo indecomponível, a que damos o nome de morfema.

Classificação dos morfemas:

Radical

Há um morfema comum a todas as palavras que estamos analisando: escol-. É esse morfema comum – o radical – que faz com que as consideremos palavras de uma mesma família de significação – os cognatos. O radical é a parte da palavra responsável por sua significação principal.