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Mês: julho 2017

Linguagem verbal e não-verbal

Esta matéria também pode ser pedida da seguinte forma: Compreensão e interpretação de textos verbais e não verbais

Linguagem verbal e não verbal

A linguagem é o uso da língua como forma de expressão e comunicação entre as pessoas. Quando nos referimos à leitura de textos, a princípio temos a ideia de que o termo recai somente sobre um conjunto de palavras faladas ou escritas (diz o senso comum). As ciganas, contudo, dizem ler a mão humana, e os críticos afirmam ler um filme, logo, fazemos leitura de tudo o que nos cerca: os gestos, as situações, as gravuras, as fotos, os sons, o toque, o olhar, a vida etc.

A maior parte da atividade compreensiva de um texto acontece durante a leitura. Enquanto se lê um texto, as previsões e o conhecimento de mundo devem ser ativados.

Linguagem verbal: é o uso da escrita ou da fala como meio de comunicação.

 

 

 

Linguagem não verbal: é outra forma de comunicação em que o código utilizado é a simbologia. Utiliza de outros meios comunicativos, como placas, figuras, gestos, cores, sons, ou seja, através dos signos visuais e sensoriais.

A imagem abaixo é um exemplo de linguagem não verbal, pois não utiliza do código escrito para transmitir o conteúdo. Esse sinal demonstra que é proibido fumar.

 

 

 

 

 

 

 

 

A linguagem pode ser ainda verbal e não verbal simultaneamente, usando palavras escritas e figuras ao mesmo tempo, como nos casos das charges, cartoons e anúncios publicitários.

Charge

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Portal do professor MEC

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Compreensão e interpretação de textos de gêneros variados.

Reconhecimento de tipos e gêneros textuais.

Domínio da ortografia oficial

Constituição da República Federativa do Brasil: Conceito e Poder Constituinte

Constituição da República Federativa do Brasil: Conceito e Poder Constituinte

Constituição Federal: Conceito

Constituição Federal é o conjunto de leis fundamentais que organiza e rege o funcionamento de um país. É considerada a lei máxima e obrigatória entre todos os cidadãos de determinada nação, servindo como garantia dos seus direitos e deveres.

A Constituição Federal Brasileira de 1988 é a atual legislação do país, criada por uma Assembleia Constituinte e promulgada oficialmente em 5 de outubro de 1988.

Nos países democráticos, a elaboração de uma Constituição é feita pela Assembleia Constituinte, sendo que os seus participantes são todos escolhidos através de eleição popular.

A Constituição Federal de 1988 ficou conhecida como a “Constituição Cidadã”, pois marca a conquista da democracia entre todos os cidadãos do país, após anos sob um regime de ditadura militar.

Por ser a maior instância legislativa do país, a Constituição Federal só pode sofrer alterações após a aprovação das chamadas Emendas Constitucionais, que servem para alterar ou modificar o texto e interpretação de alguns aspectos presentes na Constituição. Para que o projeto de uma emenda constitucional (PEC) seja aprovado, este precisa passar por um longo processo de apreciação, desde o Congresso e Senado Nacional, até a escolha da sociedade, através de referendos, por exemplo.

A atual Constituição do país é a sétima, desde a sua independência em 1822. A partir de então, o Brasil teve: Constituição do Império (1824), Constituição da República dos Estados Unidos do Brasil (1891), Constituição Brasileira de 1934, Constituição Brasileira de 1937 (apelidada de “Polaca”), Constituição Brasileira de 1946, Constituição Brasileira de 1967 (proveniente a partir do Golpe Militar de 1964), e a Constituição Federal de 1988 (a “Constituição Cidadã”).

Poder Constituinte

Conceito – Finalidade – Titularidade e Espécies

PODER CONSTITUINTE: é o poder de elaborar ou atualizar uma Constituição.

O poder constituinte se subdivide em originário e derivado (ou decorrente). A tarefa de elaborar uma Constituição incumbe ao Poder Constituinte Originário e a tarefa de reformar uma Constituição já existente é de competência do Poder Constituinte Derivado.

Finalidade do poder constituinte originário: é criar um novo Estado, diverso do que vigorava em decorrência da manifestação do poder constituinte precedente.

A título exemplificativo, veja o texto preambular da vigente Constituição Federal do Brasil:

“Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembleia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.” (grifos nossos)

Espécies de Poder Constituinte

O Poder Constituinte classifica-se em Poder Constituinte originário ou de 1º grau e Poder Constituinte derivado, constituído ou de 2º grau.

O poder constituinte originário se subdivide em histórico e revolucionário.

O poder constituinte histórico é, de fato, o verdadeiro poder constituinte originário, estruturando, pela primeira vez, o Estado.

O poder constituinte revolucionário é aquele posterior ao “histórico”, com o qual rompe por completo, criando um novo Estado e uma nova ordem.

É preciso compreender que a denominação “poder constituinte originário revolucionário” se deve ao fato deste “poder” romper com a ordem constitucional estabelecida sem nenhum tipo de limite jurídico positivo – instalando-se, então, o pode de fato – sendo forte o suficiente para construir uma ordem inteiramente nova. Com efeito, se entendermos o Direito como sendo sinônimo de lei positiva, posto pelo Estado, o poder constituinte originário revolucionário será um poder de fato – com uma força ilimitada.

Repisamos o fato de que é exatamente pelo fato do poder constituinte originário ser ilimitado é que ele é capaz de CRIAR UM NOVO ESTADO.

Titularidade do poder constituinte originário: em Estados Democráticos a titularidade do poder constituinte é do povo, como aliás se pode extrair, exemplificadamente, do texto preambular de nossa Constituição, acima transcrito. O indigitado texto, permita-nos repisar, tem a seguinte redação em início: “Nós, representantes do povo brasileiro…” . Neste mesmo sentido o teor do parágrafo único, art. 1.º, da CF/88: “Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.”

Não há dúvida que o exercício do poder constituinte originário é ato de soberania – cuja titularidade necessária é do povo (apenas o povo tem competência para exercer os poderes de soberania).

Por fim, de considerar que a História nos mostra distorções graves da teoria democrática, onde o titular é um Rei, um ditador, ou um grupo, todos em nome do povo ou legitimados por poderes outros, distintos do poder que efetivamente os sustenta. Nesses casos, uma falsa aparência esconde a real fonte do poder, encobrindo sua real origem.

O poder constituinte derivado se subdivide em revisor e reformador.

O poder constituinte revisor é aquele cuja competência foi estabelecida pelo poder constituinte originário com a finalidade de atualizar e adequar a Constituição à realidade social vigente à época de sua instalação. Assim, o art. 3.º do ADCT estabeleceu que a revisão constitucional seria realizada 5 (cinco) anos contados da promulgação da CF/88, pelo voto da maioria absoluta de seus membros, em sessão unicameral.

Como fácil de perceber, o poder constituinte derivado revisor pode manifestar-se uma única vez, observados os termos estabelecidos pelo poder constituinte originário, uma vez que a norma autorizadora teve a sua eficácia exaurida e sua aplicabilidade esgotada com a edição de 6 (seis) Emendas Constitucionais de Revisão, publicadas no DOU de 2.3.94 e no DOU de 9.6.94).

O poder constituinte derivado reformador é aquele cuja finalidade, como á própria denominação denuncia, é promover as reformas que se façam necessárias no texto constitucional ao longo do tempo. Assim, enquanto o poder constituinte originário é um poder de fato, o poder constituinte derivado reformador é um poder político, ou, como preferem alguns, uma espécie de força ou energia social.

A previsão de realização de reformas no texto constitucional está expressa no art. 59, I, da CF/88 e as regras para que possam ocorrer estão elencadas no art. 60, caput, além de incisos e parágrafos.

O poder constituinte derivado decorrente é aquele cuja missão é a estruturação dos Estados-Membros. Tal competência, conferida pelo poder constituinte originário, permitirá que os Estados se auto-organizem a partir de suas próprias constituições, conforme estabelecido no art. 11 do ADCT (Ato das Disposições Constitucionais Transitórias), que assim dispôs:

“Cada Assembleia Legislativa, com poderes constituintes, elaborará a Constituição do Estado, no prazo de um ano, contado da promulgação da Constituição Federal, obedecidos os princípios desta”.

Parágrafo único. Promulgada a Constituição do Estado, caberá à Câmara Municipal, no prazo de seis meses, votar a Lei Orgânica respectiva, em dois turnos de discussão e votação, respeitado o disposto na Constituição Federal e na Constituição Estadual.

Cumpre salientar que, sem adentrar no mérito da questão e com vistas exclusivamente ao concurso público de Executivo Público, estabeleceremos que o poder constituinte derivado decorrente é aquele conferido apenas às Assembleias Legislativas dos Estados para elaborar as suas respectivas Constituições Estaduais, observados os princípios da Constituição Federal. Este poder, portanto, não foi estendido aos Municípios que, ao elaborarem a Lei Orgânica, deverão observar a Constituição Federal e a Constituição Estadual respectiva.

Fonte: Tecnolegis

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Constituição federal: Dos princípios fundamentais.

Princípios fundamentais do Direito Constitucional.

Direitos e garantias fundamentais.

Concurso público TJ-PE 2017 Conteúdo Programático

Concurso público TJ-PE 2017 Conteúdo Programático

Cargos: Técnico judiciário (nível médio) e Analista judiciário (nível superior)

Inscrições: de 24/07/2017 a 28/08/2017

Data da prova: 15/10/2017

Banca: IBFC

Edital

Estarei atualizando as matérias para o cargo de Técnico Judiciário área administrativa

Conteúdo Programático Técnico judiciário área administrativa

CONHECIMENTOS GERAIS PARA TODOS OS CARGOS

LÍNGUA PORTUGUESA:

1 Compreensão e interpretação de textos de gêneros variados.

2 Linguagem verbal e não-verbal

Fonemas e Fonética: representação e classificação dos fonemas, encontros vocálicos: ditongo, hiato, tritongo, encontro consonantal e dígrafo

Fonemas e Fonética: representação e classificação dos fonemas, encontros vocálicos: ditongo, hiato, tritongo, encontro consonantal e dígrafo.

Esta matéria pode ser pedida também na seguinte forma: 

Relações entre sons e letras, pronúncia e grafia

Letras e Fonemas

Letras e fonemas apresentam conceitos distintos, letra é representação gráfica do fonema; já o fonema é a representação sonora.

Fonologia é a parte da Gramática que estuda o fonema.

Fonema é a unidade mínima sonora que é capaz de estabelecer diferenciação entre um vocábulo e outro.

Ex: bola / bota.

Como se vê a diferenciação entre as duas palavras acima é marcada pelos fonemas /l/ e /t/.

Fonemas e letras apresentam conceitos distintos:

– fonema é a representação sonora;

– letra é a representação gráfica do fonema;

– sílaba é um conjunto de fonemas transmitidos num só impulso.

Numa palavra, nem sempre há o mesmo número de letras e fonemas.

A palavra táxi, por exemplo, possui:

– quatro letras (t-á-x-i)

– cinco fonemas (t-á-k-s-i)

A palavra hora possui:

– quatro letras (h-o-r-a)

– três fonemas (o-r-a)

Na palavra canta temos:

-cinco letras (c-a-n-t-a)

-quatro fonemas (c-ã-t-a)

Fonte: Mundo educação

Fonema é a menor unidade sonora do sistema fonológico de uma língua. Fonologia é a disciplina que estuda cada um dos sons da voz. Cada fonema tem a função de estabelecer uma diferença de significado entre uma palavra e outra.

Cada fonema tem a função de estabelecer uma diferença de significado entre uma palavra e outra. Por exemplo, na linguagem oral as palavras “manto” e “canto” se distinguem apenas pelos fonemas “m” e “c”.

Significação das palavras

Este assunto muitas vezes é pedido também na seguinte forma: Semântica: sentido e emprego dos vocábulos;

 

Significação das palavras:

Denotação e Conotação ( sentido Próprio (denotativo) e sentido figurado (conotativo)

Antônimo e Sinônimo

Homônimos e Parônimos

Ambiguidades

Polissemia

Sentido próprio e figurado das palavras

Hiperonímia e hiponímia

 

Denotação e Conotação

Denotação

Uma palavra é usada no sentido denotativo (próprio ou literal) quando apresenta seu significado original, independentemente do contexto frásico em que aparece. Quando se refere ao seu significado mais objetivo e comum, aquele imediatamente reconhecido e muitas vezes associado ao primeiro significado que aparece nos dicionários, sendo o significado mais literal da palavra.

A denotação tem como finalidade informar o receptor da mensagem de forma clara e objetiva, assumindo assim um caráter prático e utilitário. É utilizada em textos informativos, como jornais, regulamentos, manuais de instrução, bulas de medicamentos, textos científicos, entre outros.

elementos constitutivos do texto: discurso direto, indireto, indireto livre, pressuposto, subentendido e ambiguidade

Elementos constitutivos do texto: discurso direto, indireto, indireto livre, pressuposto, subentendido e ambiguidade.

Discurso Direto, Discurso Indireto e Discurso Indireto Livre são tipos de discursos utilizados no gênero narrativo para introduzir as falas e os pensamentos dos personagens. Seu uso varia de acordo com a intenção do narrador.

Discurso Direto

No discurso direto, o narrador dá uma pausa na sua narração e passa a citar fielmente a fala do personagem.

O objetivo desse tipo de discurso é transmitir autenticidade e espontaneidade. Assim, o narrador se distancia do discurso não se responsabilizando pelo que é dito.

Pode ser também utilizado por questões de humildade – para não falar algo que foi dito por um estudioso, por exemplo, como se fosse de sua própria autoria.

Características do Discurso Direto

Utilização dos verbos da categoria dicendi, ou seja, aqueles que têm relação com o verbo “dizer”. São chamados de “verbos de elocução”, a saber: falar, responder, perguntar, indagar, declarar, exclamar, dentre outros.

Utilização dos sinais de pontuação – travessão, exclamação, interrogação, dois pontos, aspas.

Inserção do discurso no meio do texto – não necessariamente numa linha isolada.

Exemplos de Discurso Direto

Concurso público TRT-SC 12ª região 2017 Conteúdo Programático

Concurso público TRT-SC 12ª região 2017 Conteúdo Programático

Cargo:  Técnico judiciário (nível médio) e Analista judiciário (nível superior)

Banca:  FGV – Fundação Getúlio Vargas

Edital

Data da Prova:  27/08/2017

Estarei atualizando somente o conteúdo programático do cargo de Técnico judiciário.

Conteúdo programático

TÉCNICO JUDICIÁRIO – ÁREA ADMINISTRATIVA

CONHECIMENTOS BÁSICOS

LÍNGUA PORTUGUESA:

  1. Compreensão e interpretação de textos de gêneros variados.

2.Reconhecimento de tipos e gêneros textuais.

  1. Domínio da ortografia oficial. Sugiro ver também: Acentuação gráfica
  2. Domínio dos mecanismos de coesão textual: emprego de elementos de referenciação, substituição e repetição, de conectores e de outros elementos de sequenciação textual; emprego de tempos e modos verbais.
  3. Domínio dos mecanismos de coerência textual.
  4. Domínio da estrutura morfossintática da oração e do período: emprego das classes de palavras;   relações de coordenação entre orações e entre termos da oração;   relações de subordinação entre orações e entre termos da oração;   emprego dos sinais de pontuação;   concordância verbal e nominal;   regência verbal e nominal;   emprego do sinal indicativo de crase;   colocação dos pronomes átonos.
  5. Reescrita de frases e parágrafos do texto:  significação das palavras;  substituição de palavras ou de trechos de texto;  reorganização da estrutura de orações e de períodos do texto;  reescrita de textos de diferentes gêneros e níveis de formalidade.
  6. Correspondência oficial (conforme Manual de Redação da Presidência da República):  aspectos gerais da redação oficial;  finalidade dos expedientes oficiais;  adequação da linguagem ao tipo de documento;  adequação do formato do texto ao gênero.
  7. Semântica e estilística: figuras de linguagem,    sinonímia, antonímia, polissemia,  denotação e conotação.

Informações literais e inferências possíveis

Informações literais e inferências possíveis

Muitas vezes, os leitores reconhecem e compreendem as palavras de um texto, mas se mostram incapazes de perceber satisfatoriamente o seu sentido como um todo.

literal é algo que está em conformidade com a letra de um texto e o sentido próprio e exato das palavras usadas no mesmo. Ou seja, não se tem em conta o sentido figurado ou sugerido.

      Em primeiro lugar, é preciso esclarecer que o texto nem sempre fornece todas as informações possíveis. Há  elementos  implícitos  que  precisam  ser  recuperados  pelo  leitor para a produção do sentido. A partir de elementos presentes no texto, estabelecemos relações com as informações implícitas. Por isso, o leitor precisa estabelecer relações dos mais diversos tipos entre os elementos do texto e o contexto, de forma a interpretá-lo adequadamente. Algumas atividades são realizadas com esse objetivo. Entre elas está a produção de pressuposições, inferências ou subentendidos.

           Pressuposição: é o conteúdo que fica à margem da discussão, é o conteúdo implícito. Assim, a frase “José parou de beber ” veicula  a  pressuposição  de  que  José  bebia  antes; “José passou a estudar à noite” contém a pressuposição de que antes estudava de dia, mas contém também a pressuposição de que ele não estudava antes, dependendo da ênfase colocada em passar a ou em à noite.

              Vale lembrar que, nestes exemplos, a pressuposição é marcada linguisticamente pela presença dos verbos parar de, passar a. Existem também pressuposições que não apresentam marca linguística; estes tipos de pressuposição denominam-se inferências ou subentendidos.

             Inferências: são informações normais que não precisam ser explicitadas no momento da produção do texto; são também chamadas de subentendidos.

                        O exemplo seguinte ajuda a entender esta noção:

         “Maria foi ao cinema, assistiu ao filme sobre dinossauros e voltou para casa.”

         Lendo esta frase, o leitor recupera os conhecimentos relativos ao ato de ir ao cinema: no cinema existem cadeiras, tela, bilheteria; há uma pessoa que vende bilhetes, outra que os recolhe na entrada; a sala fica escura durante a projeção, etc. Enfim, isto não precisa ser dito explicitamente. Se assim não fosse, que extensão teriam nossos textos para fornecer, sempre que necessário, todas estas informações?

          Daí a importância das inferências na interação verbal. Se quiséssemos dizer que Maria não conseguiu ver o filme até o final, isto teria que ser explicitado, porque, normalmente, a pessoa vê o filme inteiro.

         A retomada do texto através de inferências é feita com base em conteúdos semânticos não manifestados, ao contrário do que se passa com os processos de informação literais (Literal é literalmente, textualmente, palavra por palavra. É a informação que consta na literatura).

Fonte: SOS língua portuguesa

ponto de vista do autor;

significação contextual  de  palavras  e  expressões; 

relações  entre  ideias  e  recursos  de  coesão

Concurso público SEDUC-MT 2017 Conteúdo Programático

Concurso público SEDUC-MT 2017 Conteúdo Programático

Cargo: Vários

Inscrições: de 10/07/2017 a 15/08/2017

Banca: IBFC

Prova: 24/09/2017

Edital

Estarei atualizando somente o conteúdo para Técnico Administrativo Educacional

Conteúdo programático

TÉCNICO ADMINISTRATIVO EDUCACIONAL

CONHECIMENTOS BÁSICOS

Língua Portuguesa:

1. Interpretação de texto:

informações literais e inferências possíveis;

ponto de vista do autor;

significação contextual  de  palavras  e  expressões; 

relações  entre  ideias recursos  de  coesão

Vocabulário

Vocabulário

Vocabulário é o conjunto de termos e expressões que pertencem a uma língua, mas também pode se referir ao grupo de palavras conhecidas de determinada pessoa ou grupo, seja ele social, etário, regional, entre outros.

O vocabulário pode ser considerado o mesmo que glossário, léxico ou dicionário, ou seja, um acumulamento de diferentes palavras e seus significados.

O vocabulário pode ser entendido como a totalidade de palavras que pertencem ao idioma de determinado país, assim como do dialeto de determinado povo, e como a linguagem técnica que é típica de determinado grupo de profissionais.

Exemplo: vocabulário médico, vocabulário mineiro, vocabulário espanhol, vocabulário inglês, vocabulário indígena e etc.

Cada indivíduo possui o seu vocabulário próprio, formado pela junção de todas as palavras que conhece, utiliza e que sabe o seu significado.

Quando se diz que determinada pessoa possui um “vocabulário rico” ou um “vocabulário erudito”, quer dizer que conhece e utiliza uma grande variedade de vocábulos (palavras), assim como as suas acepções.

A “riqueza” do vocabulário é construída de acordo com o nível de instrução educacional que a pessoa recebe ao longo de sua vida.

Fonte: Significados.com.br

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Compreensão e interpretação de texto

Tipologia e gêneros textuais

 

Concurso público TJ-RS 2017 Conteúdo Programático

Concurso público TJ-RS 2017 Conteúdo Programático

Inscrições: de 03/07/2017 a 24/07/2017

Data da prova: 27/08/2017 (Técnico judiciário)

Nível médio. 

O concurso será também para nível superior (analista judiciário), mas atualizarei somente o conteúdo de nível médio

Banca: FAURGS

Edital 

LÍNGUA PORTUGUESA (para todos os cargos)
1. Ortografia.
1.1 Sistema oficial (emprego de letras,   acentuação,   hífen,   divisão silábica).
1.2 Relações entre sons e letras, pronúncia e grafia.
2. Morfologia.
2.1 Estrutura e formação de palavras.
2.2 Classes de palavras.
2.3 Flexão nominal da língua portuguesa: padrões regulares e formas irregulares.
2.4 Flexão verbal da língua portuguesa: padrões regulares e formas irregulares.
3. Morfossintaxe e Sintaxe.
3.1 A oração e seus termos.
3.1.1 Emprego das classes de palavras.
3.1.2 Sintaxe de colocação das palavras.
3.1.3 Regência nominal e verbal da língua portuguesa.
3.1.4 Concordância nominal e verbal da língua portuguesa.
3.2 O período e sua construção.
3.2.1 Período simples e período composto.
3.2.2 Coordenação: processos, formas e sentidos.
3.2.3 Subordinação: processos, formas e sentidos.
3.3 Equivalência entre estruturas; transformação de estruturas.
3.4 Discurso direto, indireto e indireto livre.
3.5 Uso da crase.
4. Pontuação: sinais, seus empregos e seus efeitos de sentido.
5. Semântica.
5.1 Significação de palavras e expressões. Relações semânticas entre palavras e expressões (sinonímia, antonímia,   hiponímia,   homonímia,   polissemia).
5.2 Conotação e denotação; sentido figurado, sentido literal.
5.3 Relações semânticas, lógicas e enunciativas entre frases.
5.4 Valores semânticos das classes de palavras.
5.5 Valores dos tempos, modos e vozes verbais.
5.6 Efeitos de sentido da ordem de expressões na oração e no período.
6. Leitura, análise e interpretação de texto.
6.1 Variedades de linguagem, tipos e gêneros textuais, adequação de linguagem.
6.2 Elementos de sentido do texto: coerência e progressão semântica do texto; relações contextuais entre segmentos
de um texto; informações explícitas, inferências válidas, pressupostos e implícitos na leitura do texto.
6.3 Elementos de estruturação do texto: recursos de coesão; função referencial de pronomes; uso de nexos para
estabelecer relações entre segmentos do texto; segmentação do texto em parágrafos e sua organização temática.
6.4 Interpretação do texto: identificação do sentido global de um texto; identificação de seus principais tópicos e de
suas relações (estrutura argumentativa); síntese do texto; adaptação e reestruturação do texto para novos fins retóricos.

Onomatopeia

Onomatopeia

Onomatopeia é uma figura de linguagem da língua portuguesa, pertencente do grupo das “figuras de palavras” e que indica a reprodução de sons ou ruídos naturais.

A onomatopeia é o processo de formação de palavras ou fonemas com o objetivo de tentar imitar o barulho de um som, quando são pronunciadas.

Normalmente, as onomatopeias estão associadas com as onomatopoese, ação de criar palavras novas, conhecidas também por neologismos.

Esta figura de linguagem é bastante utilizada em histórias de revistas em quadrinho ou cartoons.

A onomatopeia, assim como as outras figuras de linguagem, ajudam a criar uma forma mais eficaz de utilizar a linguagem como um fenômeno social, nos ajudando a vislumbrar o simbolismo de algumas conversas e obras escritas, como acontece com os quadrinhos, por exemplo.

As onomatopeias podem variar de acordo com o idioma falado, por causa dos diferentes tipos de fonemas que as palavras possuem. Na língua inglesa, por exemplo, onomatopeias como “ai” (dor), “atchim” (espirro) e “bi-bi” (buzina), são representadas por “ouch”, “atchoo” e “beep-beep”, respectivamente.

Exemplos de Onomatopeia

trrrim, trrrim = telefone tocando

smack = som de beijo

pow = batida, soco, porrada

tic-tac = relógio trabalhando

bum! = explosão

sniff sniff = chorando

bang, bang = tiro

auau = latido

miau = miado de gato

grrr = rugido de raiva

Fonte: Significados

Emprego do sinal indicativo de crase.

Ortografia.

Estrutura e formação das palavras.

Português para concursos 2017