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Classe de palavras – Exercícios

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1 A forma correta do verbo submeter-se, na 1a. pessoa do plural do imperativo afirmativo é:

a) submetamo-nos
b) submeta-se
c) submete-te
d) submetei-vos

 

2 __________ mesmo que és capaz de vencer; __________ e não __________ .

a) Mostra a ti – decide-te – desanime
b) Mostre a ti – decida-te – desanimes
c) Mostra a ti – decida-te – desanimes
d) Mostra a ti – decide-te – desanimesd) Descubra – presta – veja

Classess de palavras – Parte 3

Substantivos em -ÃO e seus plurais:

  • alão – alões, alãos, alães;
  • aldeão – aldeãos, aldeões;
  • capelão – capelães;
  • castelão – castelãos, castelões;
  • cidadão – cidadãos;
  • cortesão – cortesãos;
  • ermitão – ermitões, ermitãos, ermitães;
  • escrivão – escrivães;
  • folião – foliões;
  • hortelão – hortelões, hortelãos;
  • pagão – pagãos;
  • sacristão – sacristães;
  • tabelião – tabeliães;
  • tecelão – tecelões;
  • verão – verãos, verões;
  • vilão – vilões, vilãos;
  • vulcão – vulcões, vulcãos.

Classes de palavras – Parte 2

Flexão

Por ser palavras variáveis, os substantivos podem se flexionar em: gênero, número e grau. Vejamos cada tipo de flexão, separadamente:

Flexão de gênero

Quanto ao gênero, os substantivos podem ser classificados em: masculinos e femininos. Temos por regra que todo substantivo masculino é caracterizado pela desinência “o” e o feminino pela desinência “a”. No entanto, nem todos os substantivos masculinos terminam em “o” (líder, telefonema, amor). Então, podemos definir o substantivo como do gênero masculino se vier anteposto pelo artigo “o”: o gato, o homem, o amor, o líder, o telefonema.

O gênero feminino irá seguir o mesmo raciocínio. São substantivos femininos as palavras que tem anteposição do artigo “a”: a gata, a mulher, a pessoa, a criança.

Há, contudo, uma distinção a ser feita entre: substantivos biformes e uniformes.

Substantivos biformes são os que apresentam uma forma para o masculino e outra para o feminino: menino, menina. Já os substantivos uniformes apresentam uma única forma para o masculino e para o feminino: criança, artista, testemunha.

No entanto, é por intermédio do artigo que classificamos se o substantivo de dois gêneros é masculino ou feminino. Veja:

o estudante (masculino)

a estudante (feminino)

Além disso, é através do artigo que podemos definir o significado do substantivo. Observe:

o cabeça (líder)

a cabeça (parte do corpo)

Flexão de número

Quanto ao número, os substantivos podem ser flexionados em: singular ou plural. O indicativo de um substantivo no plural é a terminação “s”:

Exemplos: o colega > os colegas

a menina > as meninas

Porém, há algumas particularidades no que diz respeito ao plural dos substantivos. Vejamos algumas:

a) No geral, os substantivos terminados em al, el, ol, ul, troca-se o “l” por “is”:

Exemplos: jornal > jornais

papel > papéis

barril > barris

anzol > anzóis

azul > azuis

b) Os substantivos terminados em “r” e “z” são acrescidos de “es” para o plural:

Exemplos: amor > amores

luz > luzes

c) Caso o substantivo terminado em “s” for paroxítono, o plural será invariável. Caso seja oxítono, acrescenta-se “es”:

Exemplos: ônibus > ônibus

país > países

d) Os substantivos terminados em “n” formam o plural em “es” ou “s”:

Exemplos: abdômen > abdômens

pólen > polens

e) Os substantivos terminados em “m” formam o plural em “ens”:

Exemplos: homem > homens

viagem > viagens

f) Os substantivos terminados em “x” são invariáveis no plural:

Exemplos: tórax > tórax

xérox > xérox

g) Os substantivos terminados em “ão” têm três variações para o plural: “ões”, “ães” e “ãos”:

Exemplos: eleição > eleições

pão > pães

cidadão > cidadãos

Flexão de grau

Quanto ao grau, os substantivos podem variar entre aumentativo e diminutivo.

Os graus aumentativo e diminutivo podem ser formados através de dois processos:

a) sintético – acréscimo de sufixos ao grau normal.

Exemplo: amor: amorzinho; amorzão.

b) analítico – o substantivo será modificado por adjetivos que transmitem ideia de aumento ou diminuição:

Exemplo: urso: urso grande; urso pequeno.

Fonte: Norma culta, só linguagem, só português e mundo educação

Algumas curiosidades sobre os substantivos:

Palavras masculinas:

  • ágape (refeição dos primitivos cristãos);
  • anátema (excomungação);
  • axioma (premissa verdadeira);
  • caudal (cachoeira);
  • carcinoma (tumor maligno);
  • champanha, clã, clarinete, contralto, coma, diabete/diabetes (FeM classificam como gênero vacilante);
  • diadema, estratagema, fibroma (tumor benigno);
  • herpes, hosana (hino);
  • jângal (floresta da Índia);
  • lhama, praça (soldado raso);
  • praça (soldado raso);
  • proclama, sabiá, soprano (FeM classificam como gênero vacilante);
  • suéter, tapa (FeM classificam como gênero vacilante);
  • teiró (parte de arma de fogo ou arado);
  • telefonema, trema, vau (trecho raso do rio).

Palavras femininas:

  • abusão (engano);
  • alcíone (ave doa antigos);
  • aluvião, araquã (ave);
  • áspide (reptil peçonhento);
  • baitaca (ave);
  • cataplasma, cal, clâmide (manto grego);
  • cólera (doença);
  • derme, dinamite, entorce, fácies (aspecto);
  • filoxera (inseto e doença);
  • gênese, guriatã (ave);
  • hélice (FeM classificam como gênero vacilante);
  • jaçanã (ave);
  • juriti (tipo de aves);
  • libido, mascote, omoplata, rês, suçuarana (felino);
  • sucuri, tíbia, trama, ubá (canoa);
  • usucapião (FeM classificam como gênero vacilante);
  • xerox (cópia).

Gênero vacilante:

  • acauã (falcão);
  • inambu (ave);
  • laringe, personagem (Ceg. fala que é usada indistintamente nos dois gêneros, mas que há preferência de autores pelo masculino);
  • víspora.

Alguns femininos:

  • abade – abadessa;
  • abegão (feitor) – abegoa;
  • alcaide (antigo governador) – alcaidessa, alcaidina;
  • aldeão – aldeã;
  • anfitrião – anfitrioa, anfitriã;
  • beirão (natural da Beira) – beiroa;
  • besuntão (porcalhão) – besuntona;
  • bonachão – bonachona;
  • bretão – bretoa, bretã;
  • cantador – cantadeira;
  • cantor – cantora, cantadora, cantarina, cantatriz;
  • castelão (dono do castelo) – castelã;
  • catalão – catalã;
  • cavaleiro – cavaleira, amazona;
  • charlatão – charlatã;
  • coimbrão – coimbrã;
  • cônsul – consulesa;
  • comarcão – comarcã;
  • cônego – canonisa;
  • czar – czarina;
  • deus – deusa, déia;
  • diácono (clérigo) – diaconisa;
  • doge (antigo magistrado) – dogesa;
  • druida – druidesa;
  • elefante – elefanta e aliá (Ceilão);
  • embaixador – embaixadora e embaixatriz;
  • ermitão – ermitoa, ermitã;
  • faisão – faisoa (Cegalla), faisã;
  • hortelão (trata da horta) – horteloa;
  • javali – javalina;
  • ladrão – ladra, ladroa, ladrona;
  • felá (camponês) – felaína;
  • flâmine (antigo sacerdote) – flamínica;
  • frade – freira;
  • frei – sóror;
  • gigante – giganta;
  • grou – grua;
  • lebrão – lebre;
  • maestro – maestrina;
  • maganão (malicioso) – magana;
  • melro – mélroa;
  • mocetão – mocetona;
  • oficial – oficiala;
  • padre – madre;
  • papa – papisa;
  • pardal – pardoca, pardaloca, pardaleja;
  • parvo – párvoa;
  • peão – peã, peona;
  • perdigão – perdiz;
  • prior – prioresa, priora;
  • mu ou mulo – mula;
  • rajá – rani;
  • rapaz – rapariga;
  • rascão (desleixado) – rascoa;
  • sandeu – sandia;
  • sintrão – sintrã;
  • sultão – sultana;
  • tabaréu – tabaroa;
  • varão – matrona, mulher;
  • veado – veada;
  • vilão – viloa, vilã.

Substantivos em -ÃO e seus plurais: Continua na parte 3

                 

 

Classes de palavras

CLASSES DE PALAVRAS:

As palavras são classificadas de acordo com as funções exercidas nas orações.

Na língua portuguesa podemos classificar as palavras em:

  • Substantivo
  • Adjetivo
  • Pronome
  • Verbo
  • Artigo
  • Numeral
  • Advérbio
  • Preposição
  • Interjeição
  • Conjunção

1 Substantivo:

Substantivo: classificação, formação, flexão e emprego

Substantivo:

É a palavra variável que denomina qualidades, sentimentos, sensações, ações, estados e seres em geral.

Classificação

Já quanto a sua classificação, ele pode ser comum (cidade) ou próprio (Curitiba), concreto (mesa) ou abstrato (felicidade).

Substantivos comum e próprio

Substantivo comum

Substantivos comuns são palavras que designam genericamente, sem especificar, seres da mesma espécie, que partilham características comuns. São escritos com letra minúscula.

Exemplos de substantivos comuns:

Pessoas: menino, criança, pai, mãe, homem, mulher, tia, avô,…

Objetos: garfo, faca, computador, cama, mesa, porta, pregador,…

Animais: cachorro, gato, cobra, tatu, tucano, papagaio, urso,…

Plantas: girassol, malmequer, samambaia, capim, macieira,…

Frutas: banana, uva, maracujá, goiaba, laranja, abacaxi,…

Lugares: país, cidade, planeta, município, bairro, estado,…

Acidentes geográficos: rio, baía, montanha, serra, vulcão,…

Fenômenos: noite, dia, chuva, vento, brisa, tempestade, furacão,…

Seres imaginários: fada, bruxa, duende, sereia, lobisomem,…

Dentre os diversos tipos de substantivos, os substantivos comuns distinguem-se principalmente dos substantivos próprios. Estes designam os seres de forma específica, individualizando-os dentro de sua espécie.

Substantivo próprio

Substantivos próprios são palavras que designam seres individuais e específicos, particularizando-os dentro de sua espécie e distinguindo-os dos restantes. São escritos com letra maiúscula.

Exemplos de substantivos próprios:

Nomes de pessoas: Flávia, Ricardo, Felipe, Tiago,…

Nomes de animais: Rex, Bolinha, Fifi, Bidu,…

Nomes de cidades, países, continentes,…: Brasil, Londres, Europa, Curitiba,…

Nomes de rios: Amazonas, Tietê, Nilo, Sena,…

Nomes de acidentes geográficos: Cordilheira dos Andes, Baía de Guanabara, Serra da Mantiqueira,…

Nomes de festividades: Natal, Carnaval, Páscoa,…

Nomes de entidades: Organização das Nações Unidas, Ministério da Previdência Social, Organização do Tratado do Atlântico Norte, …

Substantivos concreto e abstrato

Substantivo Concreto

Substantivos concretos são palavras que designam seres com existência própria, que existem independentemente de outros seres, como objetos, pessoas, animais, vegetais, minerais, lugares, … Designam seres existentes no mundo real ou seres fictícios e imaginários cujo conceito é do conhecimento comum, como fadas, bruxas e figuras folclóricas.

Exemplos de substantivos concretos:

Objetos: mesa, tapete, colher, televisão, celular, …

Pessoas: mãe, pai, homem, mulher, Paula, Rodrigo, médica, motorista,…

Animais: cachorro, gato, pássaro, cobra, tartaruga, peixe,…

Frutas: banana, uva, maracujá, goiaba, laranja, abacaxi,…

Plantas: samambaia, capim, ipê, girassol, macieira,…

Lugares: Brasil, Rio de Janeiro, Copacabana, África, Marte,…

Fenômenos: noite, dia, chuva, vento, brisa,…

Seres imaginários: fada, bruxa, diabo, duende, sereia, lobisomem, saci-pererê,…

Embora tradicionalmente os substantivos concretos sejam encarados como opostos de substantivos abstratos, atualmente é defendida a existência de diferentes graus de concretude e abstração, que substitui a anterior ideia de oposição. Assim, mediante o contexto frásico em que estão inseridos, os substantivos podem ser mais ou menos concretos ou abstratos.

Substantivo Abstrato

Substantivos abstratos são palavras que designam seres sem existência própria, que dependem de outros seres para existirem. Designam conceitos, conceptualizações abstratas e realidades imateriais. Indicam qualidades, noções, estados, ações, sentimentos e sensações de outros seres.

Exemplos de substantivos abstratos:

Qualidades: honestidade, bondade, beleza, inveja,…

Noções: tamanho, peso, altura, cor,…

Estados: velhice, ilusão, pobreza, doença…

Ações: arrumação, viagem, crescimento, compra,…

Sentimentos: saudade, amor, alegria, tristeza,…

Sensações: fome, sede, calor, enjoo,…

Diferenciação entre substantivos abstratos e concretos:

Muitos substantivos podem ser variavelmente abstratos ou concretos, conforme o sentido em que se empregam.

a redação das leis requer clareza (noção – abstrato)

na redação do aluno, assinalei vários erros (objeto – concreto)

Qual a imagem que você tem dela? (noção – abstrato)

A imagem do leão será emoldurada. (objeto – concreto)

Formação

Quanto a sua formação, o substantivo pode ser primitivo (jornal) ou derivado (jornalista), simples (alface) ou composto (guarda-chuva).

Primitivo e derivado

Meu limão meu limoeiro,

meu pé de jacarandá…

O substantivo limão é primitivo, pois não se originou de nenhum outro dentro de língua portuguesa.

Substantivo Primitivo: é aquele que não deriva de nenhuma outra palavra da própria língua portuguesa.

O substantivo limoeiro é derivado, pois se originou a partir da palavra limão.

Substantivo Derivado: é aquele que se origina de outra palavra.

Simples e composto

Chuva  – água caindo em gotas sobre a terra.

O substantivo chuva é formado por um único elemento ou radical. É um substantivo simples.

Substantivo Simples: é aquele formado por um único elemento.

Outros substantivos simples: tempo, sol, sofá, etc.

O substantivo guarda-chuva é formado por dois elementos (guarda + chuva). Esse substantivo é composto.

Substantivo Composto: é aquele formado por dois ou mais elementos.

Outros exemplos: beija-flor, passatempo.

Flexão

Continua na parte 2

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Características das modalidades da língua: oral e escrita – Parte 2

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Nível de vocabulário

Quanto ao nível de vocabulário, o autor assume que falantes e escritores não fazem a seleção de itens lexicais de um mesmo estoque. Ele considera haver palavras e expressões exclusivas de cada repertório e um sem-número de itens neutros, que ocorrem normalmente em ambos os repertórios. Os níveis se verificam nos distintos registros linguísticos, considerando a adequação dos itens escolhidos e do repertório em si.

O autor observa que o vocabulário da fala é inovador e flutuante, enquanto o vocabulário da escrita é, em geral, conservador.

A linguagem escrita se enriquece com a ampliação do seu repertório, ao passo que a riqueza do repertório da linguagem falada constitui nas constantes transformações de sentido dos itens de seu repertório limitado.

Tal fato confirma que, apesar de os vocabulários de cada modalidade serem característicos, itens lexicais mais ou menos formais ou coloquiais podem ser utilizados pelo falante e pelo escritor quando lhes forem convenientes.

Construção de oração

Características das modalidades da língua: oral e escrita

Características das modalidades da língua: oral e escrita

A NATUREZA DAS MODALIDADES ORAL E ESCRITA

José Mario Botelho (UERJ e FEUDUC)

INTRODUÇÃO

Que a linguagem escrita e a linguagem oral não constituem modalidades estanques, apesar de apresentarem diferenças devido à condição de produção, é um fato incontestável. Contudo, há particularidades de outras ordens que as tornam modalidades específicas da língua.

Tais particularidades são, de fato, elementos exclusivos de cada uma delas, como a gesticulação, por exemplo, na linguagem oral, e a reedição de texto, com apagamento do texto anterior, na linguagem escrita.

Certamente, as pessoas não escrevem exatamente do mesmo modo que falam, uma vez que se tratam de processos diferentes. Essas diferentes condições de produção para usos de diferentes intenções propiciam a criação de diferentes tipos de linguagem, que se agrupam nas duas modalidades da língua.

Fatores como: o contexto, a intenção do usuário e a temática, são responsáveis pelas diferenças entre a linguagem oral e a linguagem escrita, que, nem por isso, são estanques.

A LINGUAGEM ORAL E A LINGUAGEM ESCRITA, SEGUNDO CHAFE

Sem desprezar as diversas teorias acerca das modalidades de uma dada língua, este trabalho se deterá nos estudos de Chafe (1987), que melhor estabeleceu as diferenças entre a linguagem oral e a linguagem escrita, apresentando uma proposta de análise, a partir da qual foi possível se estabelecer uma comparação.

Estrutura e formação das palavras – Parte 2

Continuando a matéria, nesta postagem coloquei um post publicado no site Brasil Escola.

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Estrutura e formação das palavras

Conceitos básicos: 

Observe as seguintes palavras:
escol-a
escol-ar
escol-arização
escol-arizar
sub-escol-arização
Observando-as, percebemos que há um elemento comum a todas elas: a forma escol-. Além disso, em todas há elementos destacáveis, responsáveis por algum detalhe de significação. Compare, por exemplo, escola e escolar: partindo de escola, formou-se escolar pelo acréscimo do elemento destacável -ar.

Por meio desse trabalho de comparação entre as diversas palavras que selecionamos, podemos depreender a existência de diferentes elementos formadores. Cada um desses elementos formadores é uma unidade mínima de significação, um elemento significativo indecomponível, a que damos o nome de morfema.

Classificação dos morfemas:

Radical

Há um morfema comum a todas as palavras que estamos analisando: escol-. É esse morfema comum – o radical – que faz com que as consideremos palavras de uma mesma família de significação – os cognatos. O radical é a parte da palavra responsável por sua significação principal.

Estrutura e formação das palavras

Encontrei duas postagens interessante que vale a pena conferir para ficar mais afiado neste tema. Coloquei link para exercícios e vídeo-aulas. Atender fiz esta postagem em duas partes.

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Bons estudos!

ESTRUTURA E PROCESSO DE FORMAÇÃO DAS PALAVRAS

Esta primeira parte tirei do site de Julio Battisti

INTRODUÇÃO

Neste tutorial iremos verificar a estrutura e a formação das palavras.

Primeiramente será estudada a estrutura da palavra, ou seja, como ela é formada. Em seguida o processo de formação das palavras.

ESTRUTURA DAS PALAVRAS

A palavra é subdivida em partes menores, chamadas de elementos mórficos.

Exemplo: gatinho – gat + inho

Infelizmente – in + feliz + mente

ELEMENTOS MÓRFICOS

Os elementos mórficos são:

Radical;

Vogal temática;

Tema;

Desinência;

Afixo;

Vogais e consoantes de ligação.

RADICAL

O significado básico da palavra está contido nesse elemento; a ele são acrescentados outros elementos.

Exemplo: pedra, pedreiro, pedrinha.

VOGAL TEMÁTICA

Tem como função preparar o radical para ser acrescido pelas desinências e também indicar a conjugação a que o verbo pertence.

Exemplo: cantar, vender, partir.

OBSERVAÇÃO:

Nem todas as formas verbais possuem a vogal temática.

Exemplo: parto (radical + desinência)

Estrutura e formação das palavras – Videoaulas

Estrutura das palavras:

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PARA FAZER EXERCÍCIOS CLIQUE AQUI!!

Aula 1 – Radical, prefixo, sufixo e desinência

Aula 2 – Desinência Nominal

Aula 3 – Desinência Verbal

Desinências

Quando se conjuga o verbo amar, obtêm-se formas como amava, amavas, amava, amávamos, amáveis, amavam. Essas modificações ocorrem à medida que o verbo vai sendo flexionado em número (singular e plural) e pessoa (primeira, segunda ou terceira). Também ocorrem se modificarmos o tempo e o modo do verbo (amava, amara, amasse, por exemplo).

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Aula 4 – Vogais temáticas nominais e verbais

Vogal temática

Observe que, entre o radical cant- e as desinências verbais, surge sempre o morfema –a.
Esse morfema, que liga o radical às desinências, é chamado de vogal temática. Sua função é ligar-se ao radical, constituindo o chamado tema. É ao tema (radical + vogal temática) que se acrescentam as desinências. Tanto os verbos como os nomes apresentam vogais temáticas.

Estrutura e Formação das palavras – Exercícios com Gabarito

Estrutura e Formação das palavras – Exercícios com Gabarito

QUESTÃO 1

Ano: 2017 Banca: COSEAC Órgão: UFF Prova: Técnico de Tecnologia da Informação

A palavra “repintando” traz em seu início o prefixo “re-”, que nos dá a noção de algo que se repete. Então, “repintando” significa “pintar outra vez”. A palavra abaixo formada com esse mesmo prefixo, com ideia de repetição, é:

a) retrato.

b) reabro.

c) respirar.

d) remotos.

e) recendentes.

Pessoa física e pessoa jurídica: capacidade e incapacidade civil, representação e domicílio – Parte 2

CAPACIDADE E INCAPACIDADE

Se toda relação jurídica tem por titular um homem, verdade e, também, que todo homem pode ser titular de uma relação jurídica.  Isto é, todo ser humano tem capacidade para ser titular de direitos.

Antigamente, nos regimes onde florescia a escravidão, o escravo em vez de sujeito era objeto de direito.  No mundo moderno, a mera circunstancia de existir confere ao homem a possibilidade de ser titular de direitos.  A isso se chama personalidade.

Afirmar que o homem tem personalidade e o mesmo que dizer que ele tem capacidade para ser titular de direitos.  Tal personalidade se adquire com o nascimento com vida.

Parece que melhor se conceituaria personalidade dizendo ser a aptidão para adquirir direitos e assumir obrigações na ordem civil.  Como se vera, a aptidão para adquirir direitos não se identifica com a aptidão para exercer direitos, da qual se excluem as pessoas mencionadas (incapazes), que pessoalmente não os podem exercer.

Pessoa física e pessoa jurídica: capacidade e incapacidade civil, representação e domicílio

PESSOA FÍSICA E  PESSOA JURÍDICA: capacidade e incapacidade civil, representação e domicílio

 PESSOA FÍSICA

Da Pessoa

 Estado e capacidade da pessoa

O termo Estado tem o significado de sociedade politicamente organizada e refere-se também à situação pessoal,quanto ao aspecto civil do cidadão; se casado, solteiro, separado judicialmente, divorciado ou viúvo, como neste caso é empregado concernente a nossa matéria.

capacidade civil, por outro lado, é a aptidão da pessoa para exercer direitos e assumir obrigações.

São absolutamente incapazes os menores de 16 anos; os que, por enfermidade ou deficiência mental, não tiverem o necessário discernimento para a prática dos atos da vida civil e os que mesmo por causa transitória, não puderem exprimir sua vontade  (art. 3º do Novo Código Civil Brasileiro).

São relativamente incapazes a certos atos, ou à maneira de os exercer: os maiores de  16 e menores de 18 anos; os ébrios habituais, os viciados em tóxicos, e os que, por deficiência mental, tenham o discernimento reduzido; os ébrios habituais, os viciados em tóxico, e os que, por deficiência mental, tenham o discernimento reduzido; os excepcionais, sem desenvolvimento mental completo; e os pródigos, devendo a capacidade dos índios ser regulada  por legislação especial. ( art. 4º do Novo Código Civil Brasileiro).