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Conceito de Cinemática

Introdução a Cinemática:

Geralmente quando vamos fazer o estudo inicial de alguma disciplina, primeiramente procuramos saber do que ela trata, ou seja, qual a finalidade daquela matéria para nossas vidas, etc. Dessa forma, você pode estar se perguntando “Mas, afinal, o que é Física?”. Bem, uma forma cômoda de responder essa pergunta seria afirmamos: “Caro aluno, tudo o que você estudou até agora faz parte da Física”. A fim de completarmos essa afirmação, vamos a outra simples resposta:

“A Física estuda a natureza do Universo.”

A primeira parte da Física Clássica é denominada Mecânica. Esta é a parte da Física que estuda o movimento dos corpos, ou seja, é esta parte que procura responder questões como: o que é movimento? Como fazer para alterar o movimento de um corpo?, etc. Os objetos de estudo da Mecânica são divididos em cinemática, dinâmica e estática. Nosso objeto de estudo a princípio é a cinemática, que é a parte da Física que estuda o movimento de um corpo sem se preocupar com a causa desse movimento.

Movimento e Repouso

O que significa dizer que “um corpo está em movimento”? Em nossas experiências diárias não vemos dificuldades para responder essa pergunta. Se virmos, por exemplo, um poste na rua, diremos que ele está em repouso. Mas se virmos uma pessoa andando na rua, diremos que ela está em movimento. Segundo a Física, os conceitos de movimento e repouso são relativos, pois, para tal definição, devemos levar em consideração um referencial. Nesse caso, a definição correta de movimento e repouso é:

Um corpo estará em movimento sempre que mudar de posição, no decorrer do tempo, em relação a um referencial adotado; e em repouso, sempre que sua posição se mantiver a mesma (constante) no decorrer do tempo em relação ao referencial que foi adotado.

Referencial

Com a finalidade de tornar mais precisa a análise dos movimentos, podemos usar como referencial um sistema de coordenadas

Funções da linguagem

Funções da linguagem

 

Para que serve a linguagem?

 

Sabemos que a linguagem é uma das formas de apreensão e de comunicação das coisas do mundo. O ser humano, ao viver em conjunto, utiliza vários códigos para representar o que pensa, o que sente, o que quer, o que faz.

Sendo assim, o que conseguimos expressar e comunicar através da linguagem? Para que ela funciona?

A multiplicidade da linguagem pode ser sintetizada em seis funções ou finalidades básicas. Veja a seguir:

  1. Função Referencial ou Denotativa
  2. Função Expressiva ou Emotiva
  3. Função Apelativa ou Conativa
  4. Função Poética
  5. Função Fática
  6. Função Metalinguística

 

  1. Função Referencial ou Denotativa

Transmite uma informação objetiva sobre a realidade. Dá prioridade aos dados concretos, fatos e circunstâncias. É a linguagem característica das notícias de jornal, do discurso científico e de qualquer exposição de conceitos. Coloca em evidência o referente, ou seja, o assunto ao qual a mensagem se refere.

Exemplo:

“Bancos terão novas regras para acesso de deficientes”. O Popular, 16 out. 2008.

  1. Função Expressiva ou Emotiva

Reflete o estado de ânimo do emissor, os seus sentimentos e emoções. Um dos indicadores da função emotiva num texto é a presença de interjeições e de alguns sinais de pontuação, como as reticências e o ponto de exclamação.

Exemplos:

“Porém meus olhos não perguntam nada./ O homem atrás do bigode é sério, simples e forte./Quase não conversa./Tem pou

Emprego e correlação verbal – Parte 2

Imperativo

Emprega-se o imperativo (afirmativo e negativo) para:

a) exprimir ordem, solicitação, convite, conselho:
Saia daqui imediatamente!
Abraa janela, por favor.
Quando ele chegar, fiquequieta, não abra a boca!

Infinitivo

Emprega-se o infinitivo para:

a) formar, com o verbo principal, inúmeras locuções verbais:
Devemos dormir aqui, pois somente amanhã poderemos chegar ao local.
b) substituir o imperativo (atenuando a ordem):
Trazer todos os documentos no dia da apresentação.
Na data de inscrição, respeitar todos os prazos determinados.

c) substituir o gerúndio (neste caso, o infinitivo virá com preposição a):
Ele esteve a andar por aqui novamente.
Todos estavam a mentir.

d) substituir o substantivo:
Viajar alegrará a todos.
É necessário obedecera esta lei.

Gerúndio

Emprega-se o gerúndio para:

a) formar, com o verbo principal, inúmeras locuções verbais:
Todos vêm trabalhando com o mesmo objetivo.

b) encabeçar orações reduzidas:
Obedecendo ao regulamento, viveremos mais felizes.
Ficando ele em silêncio, incriminou-se ainda mais.

c) formar orações reduzidas iniciadas por em:
Em se tratando de polêmicas, este é um tema fértil.
Em se cantando, vive-se melhor.

 Particípio

Emprega-se o particípio para:

a) ser o verbo principal no tempo composto (voz ativa), com os verbos ter ou haver como auxiliares:
Não tínhamos acertado o pagamento.
Ela havia viajado para vários lugares.

b) formar a voz passiva analítica, tendo o verbo ser como auxiliar (também estar e ficar em certas construções):
O encontro será realizado às 10 horas.
Os ingressos foram retirados

c) encabeçar orações reduzidas:
Analisadas as propostas, fizeram o acordo.
Constatado o erro, fez-se a correção imediatamente.

d) exercer a função de adjetivo:
O carro descontrolado foi de encontro ao muro reformado.

cantar viver partir

Indicativo
Presente
canto vivo parto
cantas vives partes
canta vive parte
cantamos vivemos partimos
cantais viveis partis
cantam vivem partem

Pretérito Perfeito
cantei vivi parti
cantaste viveste partiste
cantou viveu partiu
cantamos vivemos partimos
cantastes vivestes partiste
cantaram viveram partiram

Pretérito Imperfeito
cantava vivia partia
cantavas vivias partias
cantava vivia partia
cantávamos vivíamos partíamos
cantáveis vivíeis partíeis
cantavam viviam partiam

Pretérito Mais-que-perfeito
cantara vivera partira
cantaras viveras partiras
cantara vivera partira

Emprego e correlação verbal

No final da postagem tem uma videoaula bem interessante.

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Bons estudos!

emprego dos modos e tempos verbais

modos

Três são os modos: indicativo, subjuntivo imperativo. Normalmente, o indicativo exprime certeza e é o modo típico das orações coordenadas e principais; o subjuntivo exprime incerteza, dúvida, possibilidade, algo hipotético e é mais comum nas subordinadas; por fim, o imperativo exprime ordem, solicitação, súplica.

Há construções que permitem tanto um modo como outro, algo que dependerá do comprometimento do usuário e suas intenções:

Só deixe entrar os que têm a roupa adequada.
(indicativo: há certeza do fato, trabalha-se o fato de forma convicta, direta)

Só deixe entrar os que tenham a roupa adequada.
(subjuntivo: projeta-se a possibilidade, trabalha-se o hipotético, não há certeza)

 

TEMPOS

Presente do indicativo

Emprega-se o presente do indicativo para:

a) expressar simultaneidade ao momento da fala:
Agora falo eu!
Estou

b) indicar ação habitual:
A Terra gira em torno do sol.
Eles estudam todos os dias.

c) mostrar algo permanente (como uma verdade absoluta):
provérbios: Deus ajuda quem cedo madruga.
·definições: O homem é um ser racional.

d) narrar com mais atualidade (cria-se uma proximidade com o momento do fato, dando mais realismo e vivacidade; também é chamado de presente histórico):
Com a ditadura, o Brasil passa por um longo período de silêncio.
Em 1980, explosão em usina nuclear gera várias manifestações.

e) substituir o futuro do presente do indicativo:
Você volta aqui amanhã? (=Você voltará aqui amanhã?)

f) substituir o imperativo (atenuando a ordem):
Você pega o livro. (= Pegue o livro)

g) substituir o pretérito imperfeito do subjuntivo (mais usado informalmente):
Se ele não vem até aqui, seria pior para todos. (= Se ele não viesse)

h) substituir o futuro do subjuntivo (expressa certeza, convicção da ocorrência):
Se ele não vem até aqui, não pago. (= Se ele não vier até aqui)

Morfossintaxe – Período simples e Período composto – Parte 3

Morfossintaxe – Exercícios

1. Na oração: “Foram chamados às pressas todos os vaqueiros da fazenda vizinha”, o núcleo do sujeito é:a) todos;

b) fazenda;

c) vizinha;

d) vaqueiros;

e) pressas.

 

2. Assinale a alternativa em que o sujeito está incorretamente classificado:

a) chegaram, de manhã, o mensageiro e o guia (sujeito composto);

b) fala-se muito neste assunto (sujeito indeterminado);

c) vai fazer frio à noite (sujeito inexistente);

d) haverá oportunidade para todos (sujeito inexistente);

e) não existem flores no vaso (sujeito inexistente).

 

3. Em “Éramos três velhos amigos, na praia quase deserta”, o sujeito desta oração é:

a) subentendido;

b) claro, composto e determinado;

c) indeterminado;

d) inexistente;

e) claro, simples e determinado.

Morfossintaxe – Período simples e Período composto – Parte 2

Orações Coordenadas Sindéticas Aditivas: e, nem, não só… mas também, não só… como, assim… como.

– Não só cantei como também dancei.

– Nem comprei o protetor solar, nem fui à praia.

– Comprei o protetor solar e fui à praia.

Orações Coordenadas Sindéticas Adversativas: mas, contudo, todavia, entretanto, porém, no entanto, ainda, assim, senão.

– Fiquei muito cansada, contudo me diverti bastante.

– Ainda que a noite acabasse, nós continuaríamos dançando.

– Não comprei o protetor solar, mas mesmo assim fui à praia.

Orações Coordenadas Sindéticas Alternativas: ou… ou; ora…ora; quer…quer; seja…seja.

– Ou uso o protetor solar, ou uso o óleo bronzeador.

– Ora sei que carreira seguir, ora penso em várias carreiras diferentes.

– Quer eu durma quer eu fique acordado, ficarei no quarto.

Orações Coordenadas Sindéticas Conclusivas: logo, portanto, por fim, por conseguinte, consequentemente.

– Passei no vestibular, portanto irei comemorar.

– Conclui o meu projeto, logo posso descansar.

– Tomou muito sol, consequentemente ficou adoentada.

Orações Coordenadas Sindéticas Explicativas: isto é, ou seja, a saber, na verdade, pois.

– Só passei na prova porque me esforcei por muito tempo.

– Só fiquei triste por você não ter viajado comigo.

– Não fui à praia pois queria descansar durante o Domingo.

Classificação das orações subordinadas: substantivas (subjetivas, objetivas diretas, objetivas indiretas, completivas nominais, predicativas, apositivas e agentes da passiva); adjetivas (restritivas e explicativas); adverbiais (causais, comparativas, concessivas, condicionais, conformativas, consecutivas, finais, proporcionais e temporais).

Orações Subordinadas Substantivas

São orações que exercem a mesma função que um substantivo, na estrutura sintática da frase.

Exemplo 1:

– A menina quis um sorvete. (período simples)

A menina = sujeito;

Quis = verbo transitivo direto;

Um sorvete = objeto direto;

Temos duas posições na frase anterior em que podemos usar um substantivo: o sujeito (menina) e o objeto direto (sorvete). Nessas mesmas posições podem aparecer, em um período composto, orações subordinadas substantivas.

Dependendo de onde elas apareçam e da função

Morfossintaxe – Período simples e Período composto

Morfossintaxe – Período simples e Período composto

Período é um enunciado formado por uma ou mais orações. Relembrando que oração é uma frase que possui verbo. Frase é qualquer enunciado com sentido completo, ou seja, tem significado. O período com uma única oração é chamado de período simples ou absoluto, já com mais de uma oração é chamado de período composto.

Observação contar o número de verbos para descobrir se o período simples ou composto.

Exemplos:

– Nunca mais encontrei  aquele livro. (período simples)

– Quero que você me empreste seu livro. (período composto)

– Tome cuidado com os carros! (período simples)

– Eu peço que você tome cuidado com os carros. (período composto)

– Os animais precisam chamar a matilha para caça. (período simples)

– Maria entrou em casa depois da hora combinada, levou bronca do pai e trancou-se em seu quarto. (período composto)

Para que servem o período simples e o período composto?

Ao escrever um texto de forma mais direta e reduzida, para atingir um público amplo usa-se períodos simples ou períodos compostos por coordenação. Quando o texto é complexo e pretende-se atingir um

INSS – Conteúdo Programático preparatório

Conteúdo programático INSS – 2016

ATENÇÃO ESTE CONCURSO FOI REALIZADO EM MAIO DE 2016

Estou colocando este conteúdo para preparação do próximo concurso que pode acontecer em 2018 e você possa começar a se preparar

Página da CESPE com as provas e editais

CONHECIMENTOS BÁSICOS PARA O CARGO TÉCNICO DO SEGURO SOCIAL

ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO:

1 Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal: Decreto nº 1.171/1994 e Decreto nº 6.029/2007. REGIME JURÍDICO ÚNICO: 1 Lei 8.112/1990 e alterações, direitos e deveres do Servidor Público.

2 O servidor público como agente de desenvolvimento social.

Orçamento-programa – Parte 2

O orçamento-programa está intimamente ligado ao sistema de planejamento e aos objetivos que o governo pretende alcançar. É um plano de trabalho expresso por um conjunto de ações a realizar e pela identificação dos recursos necessários. A ênfase é nos objetivos a realizar. As características principais do Orçamento-Programa são:

  • Evolução do orçamento tradicional, vinculando-o ao planejamento.
  • Melhor controle, identificação das funções, da situação, das soluções, objetivos, recursos, etc – ênfase no que se realiza e não no que se gasta.

O Planejamento no Brasil, estruturado pelo Orçamento-Programa, surgiu concomitantemente ao próprio surgimento do Orçamento-Programa

Orçamento-programa – Parte 1

Achei dois texto sobre este assunto que acredito ser suficiente, mas caso você tenha encontrado ou saiba de um texto mais completo faz um comentário indicando, Obrigado:

ORÇAMENTO-PROGRAMA

Autor: GILBERTO CASAGRANDE SANT’ANNA

O Orçamento evoluiu ao longo da nossa história, desde o Orçamento tradicional, com ênfase no gasto, passando pelo Orçamento de Desempenho até o que denominamos hoje de Orçamento-programa, com ênfase nas realizações.

O Orçamento tradicional era caracterizado apenas por uma simples planilha contendo uma projeção de receitas e despesas, a serem executadas no exercício, com a aquisição de bens e serviços públicos. Havia ênfase no gasto, e não nas realizações que um Governo pretendia executar.

Conceituação e classificação de receita pública

Conceituação e classificação de receita pública

CONCEITO

Receita é um termo utilizado mundialmente pela contabilidade para evidenciar a variação ativa resultante do aumento de ativos e/ou da redução de passivos de uma entidade, aumentando a situação líquida patrimonial qualquer que seja o proprietário.

A receita é a expressão monetária resultante do poder de tributar e/ou do agregado de bens e/ou serviços da entidade, validada pelo mercado em um determinado período de tempo e que provoca um acréscimo concomitante no ativo ou uma redução do passivo, com um acréscimo correspondente

Reconhecimento de tipos e gêneros textuais

Reconhecimento de tipos e gêneros textuais

Conhecer as diferenças entre tipos e gêneros textuais faz toda a diferença para quem quer interpretar adequadamente um texto

A compreensão e identificação dos gêneros textuais é um tema recorrente em concursos e vestibulares. Entretanto, existem também os chamados “tipos textuais”, que são comumente confundidos com os gêneros, induzindo inúmeros candidatos ao erro. As diferenças entre gêneros e tipos textuais existem e são bem importantes!

Gêneros e tipos textuais são elementos distintos, observe:

 

Tipos Textuais

São composições linguísticas que têm como característica a predominância de certas estruturas sintáticas, tempos e modos verbais, classes gramaticais, combinações etc., de acordo com sua função e intencionalidade no interior do gênero textual. Se os gêneros textuais são inúmeros, a tipologia textual é limitada. São tipos textuais: Narrativo, Descritivo, Argumentativo, Expositivo (que é o texto informativo) e Injuntivo (ordem).

Geralmente variam entre 5 e 9 tipos.

 

Gêneros textuais

São as espécies de textos efetivamente produzidos em nosso cotidiano, cumprindo funções em situações comunicativas e que apresentam características gerais comuns — como forma, estrutura linguística e assunto — facilmente identificáveis.

Possuem função comunicativa e estão inseridos em um contexto cultural.

Possuem um conjunto ilimitado de características, que são determinadas de acordo com o estilo do autor, conteúdo, composição e função.

São infinitos os exemplos de gêneros: receita culinária, blog, e-mail, lista de compras, bula de remédios, telefonema, carta comercial, carta argumentativa etc.

Podemos afirmar que a tipologia textual está relacionada com a forma como um texto apresenta-se e é caracterizada pela presença de certos traços linguísticos predominantes. O gênero textual exerce funções sociais específicas, que são pressentidas e vivenciadas pelos usuários da língua.

Fontes: Mundo Educação e Conhecimento literatura

 

São tipos textuais:

Narrativo, Descritivo, Argumentativo, Expositivo (que é o texto informativo), Dissertativo e Injuntivo (ordem).

Narrativo

Modalidade em que se conta um fato, fictício ou não, que ocorreu num determinado tempo e lugar, envolvendo certos personagens. Refere-se a objetos do mundo real. Há uma relação de anterioridade e posterioridade. O tempo verbal predominante é o passado. Estamos cercados de narrações desde as que nos contam histórias infantis, como o Chapeuzinho Vermelho ou a Bela Adormecida, até as picantes piadas do cotidiano.

Descritivo

Um texto em que se faz um retrato por escrito de um lugar, uma pessoa, um animal ou um objeto. A classe de palavras mais utilizada nessa produção é o adjetivo, pela sua função caracterizadora. Numa abordagem mais abstrata, pode-se até descrever sensações ou sentimentos. Não há relação de anterioridade e posterioridade! Significa”criar” com palavras a imagem do objeto descrito. É fazer uma descrição minuciosa do objeto ou da personagem a que o texto se refere.

 

Argumentativo

Os textos argumentativos, ao contrário, têm por finalidade principal persuadir o leitor sobre o ponto de vista do autor a respeito do assunto. Quando o texto, além de explicar, também persuade o interlocutor e modifica seu comportamento, temos um texto dissertativo-argumentativo.

 

Expositivo

Apresenta informações sobre assuntos, expõe ideias; explica, avalia, reflete. (analisa ideias).

  1. Estrutura básica:
  2. ideia principal;
  3. desenvolvimento;
  4. conclusão.

Uso de linguagem clara.

Ex: Ensaios, artigos científicos, exposições, etc…

Dissertativo

Dissertar é o mesmo que desenvolver ou explicar um assunto, discorrer sobre ele. Assim, o texto dissertativo pertence ao grupo dos textos expositivos, juntamente com o texto de apresentação científica, o relatório, o texto didático, o artigo enciclopédico. Em princípio, o texto dissertativo não está preocupado com a persuasão e sim, com a transmissão de conhecimento, sendo, portanto, um texto informativo.

 

Injuntivo

Indica como realizar uma ação. É também utilizado para predizer acontecimentos e comportamentos. Utiliza linguagem objetiva e simples. Os verbos são, na sua maioria, empregados no modo imperativo. Há também o uso do futuro do presente. Ex: Receita de um bolo e Manuais.