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Aplicações de biotecnologia na produção de alimentos, fármacos e componentes biológicos – Parte 2

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Transgênicos

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Todo alimento geneticamente modificado só é liberado para consumo depois de passar por uma série de testes que avaliam sua segurança para o meio ambiente e para a saúde humana e animal.
Diversas organizações internacionais de renome apoiam a biotecnologia e os produtos derivados do uso dessa técnica. Entre elas estão a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO/ONU), a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Academia de Ciências do Vaticano, a Agência de Biotecnologia da Austrália e a Agência de Controle de Alimentos do Canadá.

No Brasil, a Lei de Biossegurança (Lei no 11.105/05) exige que qualquer organismo geneticamente modificado passe pela avaliação criteriosa da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, a CTNBio. Clique aqui para saber mais sobre a comissão.

Cientistas de instituições de pesquisa nacionais e internacionais já divulgaram relatórios técnicos apoiando a adoção de plantas transgênicas na agricultura como uma forma de contribuir para o aumento sustentável da produção de alimentos. Esses pareceres científicos separam o que é mito ideológico do que é verdade científica. Clique aqui para ver como alguns desses pesquisadores responderam a algumas das perguntas mais freqüentes sobre transgênicos.

Agroenergia

Resultado de imagem para agroenergiaA capacidade das reservas mundiais de petróleo em atender ao atual ritmo de crescimento e consumo dos países desenvolvidos e em desenvolvimento é reduzida. Estima-se que em até 50 anos essas reservas terão sido completamente exploradas. Esta é uma das razões que justificam a pesquisa na área da produção de combustíveis originários de fontes renováveis de energia. Outra, não menos significativa, é a preocupação mundial com a produção e o consumo sustentável de energia, em consonância com a preservação da biodiversidade do planeta.

Cientistas de todo o mundo estão buscando na biotecnologia as alternativas para produzir óleos vegetais que substituam os combustíveis fósseis nos usos industriais, na farmacologia e etc. Nessa busca, o primeiro desafio com o qual os pesquisadores se deparam é entender por que determinadas plantas produzem óleos que não são encontrados em outras espécies vegetais. Decifrar este mistério, escondido no código genético, permitirá que os genes que expressam essa capacidade sejam inseridos, por meio da engenharia genética, em outras plantas.

Uma vez entendidos os pormenores do mecanismo, estará aberto o caminho não apenas para a produção de óleos em plantas de fácil cultivo – como a soja – mas também para o uso da mesma técnica focada no aumento da produção, por meio de microorganismos transgênicos, por exemplo. Logo, há um grande potencial para os óleos vegetais, que são quimicamente semelhantes ao petróleo cru, tornarem-se matéria-prima para tintas, revestimentos, plásticos, fármacos ou combustíveis.

Biocombustíveis:

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Os biocombustíveis representam cerca de 1% da matriz mundial de transportes. Os maiores produtores são Estados Unidos, China e Alemanha. Os biocombustíveis que fazem parte da matriz energética brasileira são originários da transformação do açúcar por microrganismos.

 

Etanol

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O etanol pode ser obtido a partir de diversas matérias-primas, sendo a cana-de-açúcar a mais eficiente. Do total de energia contida nos açúcares na planta, aproximadamente um terço está no caldo e o restante encontra-se dividido em partes quase iguais entre o bagaço e a palha.

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Este combustível também pode ser conseguido por meio de plantas como o milho, o trigo, o sorgo e a mandioca, mas, para tanto, é preciso que o amido resultante do processamento de tais matérias-primas seja “cozido” para que se transforme em açúcares aproveitáveis por leveduras. Isso faz com que o processo seja mais longo, caro e menos produtivo que o da cana. Embora a soja, o girassol e a canola também sejam usados para essa finalidade, o rendimento é menor.

Vale destacar que apenas 2 por cento da área agrícola do Brasil são destinados à cultura da cana-de-açúcar para a produção de etanol, ou seja, não há conflito com a área agricultável para a produção de alimentos. A biotecnologia pode contribuir com o desenvolvimento de plantas de maior teor de biomassa em detrimento do açúcar, o que aumenta a produtividade de etanol por área colhida.

Desta maneira, a modificação genética pode aumentar a eficiência da produção de etanol por meio da criação de variedades de cana-de-açúcar transgênicas e também de leveduras geneticamente modificadas.

Outros combustíveis

outrosPlantas como soja, milho, algodão e cana-de-açúcar podem ser usadas para a produção de etanol e outros combustíveis. O butanol, por exemplo, é um álcool produzido com base na fermentação desencadeada pela bactéria Clostridium acetobutylicum. O butanol apresenta vantagens e desvantagens em relação ao etanol. Embora contenha mais energia por unidade de volume, sua octanagem (capacidade do combustível em resistir a altas temperaturas sem sofrer detonação) é menor do que a do etanol, o que reduz seu desempenho em motores à gasolina.

O etanol, apesar de ser um bom substituto para a gasolina, tem limitações no que se refere ao uso em veículos pesados. A alternativa entre os biocombustíveis, para este caso, é o biodiesel, produzido com base em óleo e gorduras, em um processo denominado transesterificação. O biodiesel não tem as mesmas características do combustível derivado de petróleo. Contudo, já existe um método que produz um diesel renovável com características muito similares ao de origem fóssil feito por meio da fermentação de açúcares, a exemplo do etanol.

Saúde

Os avanços científicos na área da biotecnologia estão ocorrendo não apenas na agropecuária, mas também na medicina. Alguns desses progressos já estão incorporados ao cotidiano da maioria dos brasileiros sem que ninguém se dê conta.

Uma das primeiras aplicações comerciais da biotecnologia na saúde é também uma das mais úteis: a produção da insulina humana por microrganismos transgênicos para o uso de diabéticos. Até a década de 80, esse hormônio era extraído de bois e porcos, e, frequentemente, causava alergias. De lá pra cá, pessoas do mundo inteiro se beneficiam dessa tecnologia, que tornou a insulina mais segura e aumentou a eficiência dos tratamentos. O hormônio do crescimento e a vitamina C também são outros bons exemplos das inúmeras aplicações da transgenia na saúde.

Vacinas

vacinasAté 2011, a CTNBio havia aprovado 14 vacinas que usam a técnica do DNA recombinante para uso animal. Outras estão sendo pesquisadas em diversos laboratórios do Brasil, a exemplo da imunização de rebanho bovino contra a tuberculose, desenvolvidas na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Para proteger os seres humanos, já foi criada pelo Instituto Butantan, de São Paulo, a vacina recombinante contra a hepatite B, feita da proteína da superfície do vírus que, assim, imuniza e impede a replicação do microrganismo e a consequente infecção. Também por meio de intervenção no genoma viral, já existem vacinas contra influenza (vírus da gripe) e estão sendo desenvolvidas uma vacina tetravalente contra a dengue e uma recombinante que protege contra a coqueluche e a tuberculose ainda na maternidade.

Outro estudo que gera grande expectativa é o conduzido por uma equipe da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto, que estuda uma vacina gênica para combater câncer e tuberculose. Os cientistas esperam que esse produto funcione como medicamento, revertendo o quadro de saúde negativo, mesmo quando a doença já estiver instalada no organismo.

 

Terapia gênica

CONTINUA NA PARTE 3      VOLTAR PARTE1

 

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