Informática completo para concursos 2017

Informática completo para concursos 2017

Resolvi organizar melhor as postagens do site para facilitar ainda mais para você.

As bancas organizadoras muitas vezes pedem a mesma matéria, mas de forma diferente e isso acaba criando confusão e dúvida em você concurseiro.

Coloquei então todas as matérias como são pedidas nos concursos. E em ordem alfabética.

Caso você queira sugerir algo que facilite ainda mais pode sugerir

Abraços e bons estudos!

Concursos já atualizados:

Aspectos de Segurança dos Sistemas Computacionais: qualificações de acesso, chaves e senhas, vírus e antivírus, procedimentos de “backup”

Chaves e senhas

Comunicação através de Redes Computacionais: recursos necessários e mecanismos de comunicação; programas de transferência e arquivos Read the rest of this entry

Sintaxe

Sintaxe

Sintaxe

A Sintaxe é uma das partes da Gramática na qual são estudadas as disposições das palavras nas orações, nos períodos, bem como a relação lógica estabelecida entre elas.

Podemos considerar a Gramática como sendo o conjunto das regras que determinam as diferentes possibilidades de associação das palavras de uma língua para a formação de enunciados concretos. A Sintaxe própria de cada língua impede que sejam realizadas combinações aleatórias entre as palavras.

Embora sejam bem distintas entre si, todas as línguas, além de possuírem um léxico composto por milhares de palavras, possuem também um conjunto de regras as quais determinam a forma como as palavras podem se relacionar para formar enunciados concretos.

Sendo assim, a Sintaxe organiza a estrutura das unidades linguísticas, os sintagmas, que se combinam em sentenças. Para que o falante de uma língua possa interagir verbalmente com outros, ele organiza as sentenças linguísticas para que possa transmitir um significado completo e, assim, ser compreendido. Read the rest of this entry

Concurso público PM-AP 2017 Conteúdo Programático

Concurso público PM-AP 2017 Conteúdo Programático

Concurso público PM-AP 2017 Conteúdo Programático

Cargo: Soldado

Nível: Superior

Inscrições:  de 10/07/2017 a 31/07/2017

Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

Prova: 20/08/2017

Edital

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Língua Portuguesa

Domínio da ortografia oficial.

Emprego da acentuação gráfica.

Emprego dos sinais de pontuação.

Flexão nominal e verbal.

Pronomes: emprego, formas de tratamento e colocação. Read the rest of this entry

Divisão silábica

Divisão silábica

Esta matéria também poderá ser pedida na seguinte forma:

Sílaba e tonicidade

Divisão silábica

Sílaba

A palavra amor está dividida em grupos de fonemas pronunciados separadamente: a – mor. A cada um desses grupos pronunciados numa só emissão de voz dá-se o nome de sílaba. Em nossa língua, o núcleo da sílaba é sempre uma vogal: não existe sílaba sem vogal e nunca há mais do que uma vogal em cada sílaba. Dessa forma, para sabermos o número de sílabas de uma palavra, devemos perceber quantas vogais tem essa palavra. Atenção: as letras i e u (mais raramente com as letras e e o) podem representar semivogais.

Classificação das palavras quanto ao número de sílabas

– Monossílabas: possuem apenas uma sílaba. Exemplos: mãe, flor, lá, meu;

Dissílabas: possuem duas sílabas. Exemplos: ca-fé, i-ra, a-í, trans-por;

Trissílabas: possuem três sílabas. Exemplos: ci-ne-ma, pró-xi-mo, pers-pi-caz, O-da-ir;

– Polissílabas: possuem quatro ou mais sílabas. Exemplos: a-ve-ni-da, li-te-ra-tu-ra, a-mi-ga-vel-men-te, o-tor-ri-no-la-rin-go–lo-gis-ta. Read the rest of this entry

Linguagem verbal e não-verbal

Linguagem verbal e não-verbal

Linguagem verbal e não verbal

A linguagem é o uso da língua como forma de expressão e comunicação entre as pessoas. Quando nos referimos à leitura de textos, a princípio temos a ideia de que o termo recai somente sobre um conjunto de palavras faladas ou escritas (diz o senso comum). As ciganas, contudo, dizem ler a mão humana, e os críticos afirmam ler um filme, logo, fazemos leitura de tudo o que nos cerca: os gestos, as situações, as gravuras, as fotos, os sons, o toque, o olhar, a vida etc.

A maior parte da atividade compreensiva de um texto acontece durante a leitura. Enquanto se lê um texto, as previsões e o conhecimento de mundo devem ser ativados.

Linguagem verbal: é o uso da escrita ou da fala como meio de comunicação.

 

 

 

Linguagem não verbal: é outra forma de comunicação em que o código utilizado é a simbologia. Utiliza de outros meios comunicativos, como placas, figuras, gestos, cores, sons, ou seja, através dos signos visuais e sensoriais.

A imagem abaixo é um exemplo de linguagem não verbal, pois não utiliza do código escrito para transmitir o conteúdo. Esse sinal demonstra que é proibido fumar.

 

 

 

 

 

 

 

 

A linguagem pode ser ainda verbal e não verbal simultaneamente, usando palavras escritas e figuras ao mesmo tempo, como nos casos das charges, cartoons e anúncios publicitários.

Charge

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Portal do professor MEC

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Compreensão e interpretação de textos de gêneros variados.

Reconhecimento de tipos e gêneros textuais.

Domínio da ortografia oficial

Constituição da República Federativa do Brasil: Poder Constituinte

Constituição da República Federativa do Brasil: Poder Constituinte

Constituição da República Federativa do Brasil: Poder Constituinte

Poder Constituinte

Conceito – Finalidade – Titularidade e Espécies

PODER CONSTITUINTE: é o poder de elaborar ou atualizar uma Constituição.

O poder constituinte se subdivide em originário e derivado (ou decorrente). A tarefa de elaborar uma Constituição incumbe ao Poder Constituinte Originário e a tarefa de reformar uma Constituição já existente é de competência do Poder Constituinte Derivado.

Finalidade do poder constituinte originário: é criar um novo Estado, diverso do que vigorava em decorrência da manifestação do poder constituinte precedente.

A título exemplificativo, veja o texto preambular da vigente Constituição Federal do Brasil:

“Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembleia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.” (grifos nossos)

Espécies de Poder Constituinte

O Poder Constituinte classifica-se em Poder Constituinte originário ou de 1º grau e Poder Constituinte derivado, constituído ou de 2º grau.

O poder constituinte originário se subdivide em histórico e revolucionário.

O poder constituinte histórico é, de fato, o verdadeiro poder constituinte originário, estruturando, pela primeira vez, o Estado.

O poder constituinte revolucionário é aquele posterior ao “histórico”, com o qual rompe por completo, criando um novo Estado e uma nova ordem.

É preciso compreender que a denominação “poder constituinte originário revolucionário” se deve ao fato deste “poder” romper com a ordem constitucional estabelecida sem nenhum tipo de limite jurídico positivo – instalando-se, então, o pode de fato – sendo forte o suficiente para construir uma ordem inteiramente nova. Com efeito, se entendermos o Direito como sendo sinônimo de lei positiva, posto pelo Estado, o poder constituinte originário revolucionário será um poder de fato – com uma força ilimitada.

Repisamos o fato de que é exatamente pelo fato do poder constituinte originário ser ilimitado é que ele é capaz de CRIAR UM NOVO ESTADO.

Titularidade do poder constituinte originário: em Estados Democráticos a titularidade do poder constituinte é do povo, como aliás se pode extrair, exemplificadamente, do texto preambular de nossa Constituição, acima transcrito. O indigitado texto, permita-nos repisar, tem a seguinte redação em início: “Nós, representantes do povo brasileiro…” . Neste mesmo sentido o teor do parágrafo único, art. 1.º, da CF/88: “Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.”

Não há dúvida que o exercício do poder constituinte originário é ato de soberania – cuja titularidade necessária é do povo (apenas o povo tem competência para exercer os poderes de soberania).

Por fim, de considerar que a História nos mostra distorções graves da teoria democrática, onde o titular é um Rei, um ditador, ou um grupo, todos em nome do povo ou legitimados por poderes outros, distintos do poder que efetivamente os sustenta. Nesses casos, uma falsa aparência esconde a real fonte do poder, encobrindo sua real origem.

O poder constituinte derivado se subdivide em revisor e reformador.

O poder constituinte revisor é aquele cuja competência foi estabelecida pelo poder constituinte originário com a finalidade de atualizar e adequar a Constituição à realidade social vigente à época de sua instalação. Assim, o art. 3.º do ADCT estabeleceu que a revisão constitucional seria realizada 5 (cinco) anos contados da promulgação da CF/88, pelo voto da maioria absoluta de seus membros, em sessão unicameral.

Como fácil de perceber, o poder constituinte derivado revisor pode manifestar-se uma única vez, observados os termos estabelecidos pelo poder constituinte originário, uma vez que a norma autorizadora teve a sua eficácia exaurida e sua aplicabilidade esgotada com a edição de 6 (seis) Emendas Constitucionais de Revisão, publicadas no DOU de 2.3.94 e no DOU de 9.6.94).

O poder constituinte derivado reformador é aquele cuja finalidade, como á própria denominação denuncia, é promover as reformas que se façam necessárias no texto constitucional ao longo do tempo. Assim, enquanto o poder constituinte originário é um poder de fato, o poder constituinte derivado reformador é um poder político, ou, como preferem alguns, uma espécie de força ou energia social.

A previsão de realização de reformas no texto constitucional está expressa no art. 59, I, da CF/88 e as regras para que possam ocorrer estão elencadas no art. 60, caput, além de incisos e parágrafos.

O poder constituinte derivado decorrente é aquele cuja missão é a estruturação dos Estados-Membros. Tal competência, conferida pelo poder constituinte originário, permitirá que os Estados se auto-organizem a partir de suas próprias constituições, conforme estabelecido no art. 11 do ADCT (Ato das Disposições Constitucionais Transitórias), que assim dispôs:

“Cada Assembleia Legislativa, com poderes constituintes, elaborará a Constituição do Estado, no prazo de um ano, contado da promulgação da Constituição Federal, obedecidos os princípios desta”.

Parágrafo único. Promulgada a Constituição do Estado, caberá à Câmara Municipal, no prazo de seis meses, votar a Lei Orgânica respectiva, em dois turnos de discussão e votação, respeitado o disposto na Constituição Federal e na Constituição Estadual.

Cumpre salientar que, sem adentrar no mérito da questão e com vistas exclusivamente ao concurso público de Executivo Público, estabeleceremos que o poder constituinte derivado decorrente é aquele conferido apenas às Assembleias Legislativas dos Estados para elaborar as suas respectivas Constituições Estaduais, observados os princípios da Constituição Federal. Este poder, portanto, não foi estendido aos Municípios que, ao elaborarem a Lei Orgânica, deverão observar a Constituição Federal e a Constituição Estadual respectiva.

Fonte: Tecnolegis

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Constituição federal: Dos princípios fundamentais.

Princípios fundamentais do Direito Constitucional.

Direitos e garantias fundamentais.

Concurso público TJ-PE 2017 Conteúdo Programático

Concurso público TJ-PE 2017 Conteúdo Programático

Concurso público TJ-PE 2017 Conteúdo Programático

Cargos: Técnico judiciário (nível médio) e Analista judiciário (nível superior)

Inscrições: de 24/07/2017 a 28/08/2017

Data da prova: 15/10/2017

Banca: IBFC

Edital

Estarei atualizando as matérias para o cargo de Técnico Judiciário área administrativa

Conteúdo Programático Técnico judiciário área administrativa

CONHECIMENTOS GERAIS PARA TODOS OS CARGOS

LÍNGUA PORTUGUESA:

1 Compreensão e interpretação de textos de gêneros variados.

2 Linguagem verbal e não-verbal Read the rest of this entry

Fonemas e Fonética: representação e classificação dos fonemas, encontros vocálicos: ditongo, hiato, tritongo, encontro consonantal e dígrafo

Fonemas e Fonética: representação e classificação dos fonemas, encontros vocálicos: ditongo, hiato, tritongo, encontro consonantal e dígrafo

Fonemas e Fonética: representação e classificação dos fonemas, encontros vocálicos: ditongo, hiato, tritongo, encontro consonantal e dígrafo.

Fonema é a menor unidade sonora do sistema fonológico de uma língua. Fonologia é a disciplina que estuda cada um dos sons da voz. Cada fonema tem a função de estabelecer uma diferença de significado entre uma palavra e outra.

Cada fonema tem a função de estabelecer uma diferença de significado entre uma palavra e outra. Por exemplo, na linguagem oral as palavras “manto” e “canto” se distinguem apenas pelos fonemas “m” e “c”. Read the rest of this entry

Significação das palavras

Significação das palavras

Significação das palavras:

Denotação e Conotação

Antônimo e Sinônimo

Homônimos e Parônimos

Ambiguidades

Polissemia

Denotação e Conotação

Denotação

Uma palavra é usada no sentido denotativo (próprio ou literal) quando apresenta seu significado original, independentemente do contexto frásico em que aparece. Quando se refere ao seu significado mais objetivo e comum, aquele imediatamente reconhecido e muitas vezes associado ao primeiro significado que aparece nos dicionários, sendo o significado mais literal da palavra.

A denotação tem como finalidade informar o receptor da mensagem de forma clara e objetiva, assumindo assim um caráter prático e utilitário. É utilizada em textos informativos, como jornais, regulamentos, manuais de instrução, bulas de medicamentos, textos científicos, entre outros. Read the rest of this entry

elementos constitutivos do texto: discurso direto, indireto, indireto livre, pressuposto, subentendido e ambiguidade

elementos constitutivos do texto: discurso direto, indireto, indireto livre, pressuposto, subentendido e ambiguidade

Elementos constitutivos do texto: discurso direto, indireto, indireto livre, pressuposto, subentendido e ambiguidade.

Discurso Direto, Discurso Indireto e Discurso Indireto Livre são tipos de discursos utilizados no gênero narrativo para introduzir as falas e os pensamentos dos personagens. Seu uso varia de acordo com a intenção do narrador.

Discurso Direto

No discurso direto, o narrador dá uma pausa na sua narração e passa a citar fielmente a fala do personagem.

O objetivo desse tipo de discurso é transmitir autenticidade e espontaneidade. Assim, o narrador se distancia do discurso não se responsabilizando pelo que é dito.

Pode ser também utilizado por questões de humildade – para não falar algo que foi dito por um estudioso, por exemplo, como se fosse de sua própria autoria.

Características do Discurso Direto

Utilização dos verbos da categoria dicendi, ou seja, aqueles que têm relação com o verbo “dizer”. São chamados de “verbos de elocução”, a saber: falar, responder, perguntar, indagar, declarar, exclamar, dentre outros.

Utilização dos sinais de pontuação – travessão, exclamação, interrogação, dois pontos, aspas.

Inserção do discurso no meio do texto – não necessariamente numa linha isolada.

Exemplos de Discurso Direto Read the rest of this entry

Concurso público TRT-SC 12ª região 2017 Conteúdo Programático

Concurso público TRT-SC 12ª região 2017 Conteúdo Programático

Concurso público TRT-SC 12ª região 2017 Conteúdo Programático

Cargo:  Técnico judiciário (nível médio) e Analista judiciário (nível superior)

Banca:  FGV – Fundação Getúlio Vargas

Edital

Data da Prova:  27/08/2017

Estarei atualizando somente o conteúdo programático do cargo de Técnico judiciário.

Conteúdo programático

TÉCNICO JUDICIÁRIO – ÁREA ADMINISTRATIVA

CONHECIMENTOS BÁSICOS

LÍNGUA PORTUGUESA:

  1. Compreensão e interpretação de textos de gêneros variados.

2.Reconhecimento de tipos e gêneros textuais.

  1. Domínio da ortografia oficial. Sugiro ver também: Acentuação gráfica
  2. Domínio dos mecanismos de coesão textual: emprego de elementos de referenciação, substituição e repetição, de conectores e de outros elementos de sequenciação textual; emprego de tempos e modos verbais.
  3. Domínio dos mecanismos de coerência textual.
  4. Domínio da estrutura morfossintática da oração e do período: emprego das classes de palavras;   relações de coordenação entre orações e entre termos da oração;   relações de subordinação entre orações e entre termos da oração;   emprego dos sinais de pontuação;   concordância verbal e nominal;   regência verbal e nominal;   emprego do sinal indicativo de crase;   colocação dos pronomes átonos.
  5. Reescrita de frases e parágrafos do texto:  significação das palavras;  substituição de palavras ou de trechos de texto;  reorganização da estrutura de orações e de períodos do texto;  reescrita de textos de diferentes gêneros e níveis de formalidade.
  6. Correspondência oficial (conforme Manual de Redação da Presidência da República):  aspectos gerais da redação oficial;  finalidade dos expedientes oficiais;  adequação da linguagem ao tipo de documento;  adequação do formato do texto ao gênero.
  7. Semântica e estilística: figuras de linguagem,    sinonímia, antonímia, polissemia,  denotação e conotação.

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Informações literais e inferências possíveis

Informações literais e inferências possíveis

Informações literais e inferências possíveis

Muitas vezes, os leitores reconhecem e compreendem as palavras de um texto, mas se mostram incapazes de perceber satisfatoriamente o seu sentido como um todo.

literal é algo que está em conformidade com a letra de um texto e o sentido próprio e exato das palavras usadas no mesmo. Ou seja, não se tem em conta o sentido figurado ou sugerido.

      Em primeiro lugar, é preciso esclarecer que o texto nem sempre fornece todas as informações possíveis. Há  elementos  implícitos  que  precisam  ser  recuperados  pelo  leitor para a produção do sentido. A partir de elementos presentes no texto, estabelecemos relações com as informações implícitas. Por isso, o leitor precisa estabelecer relações dos mais diversos tipos entre os elementos do texto e o contexto, de forma a interpretá-lo adequadamente. Algumas atividades são realizadas com esse objetivo. Entre elas está a produção de pressuposições, inferências ou subentendidos.

           Pressuposição: é o conteúdo que fica à margem da discussão, é o conteúdo implícito. Assim, a frase “José parou de beber ” veicula  a  pressuposição  de  que  José  bebia  antes; “José passou a estudar à noite” contém a pressuposição de que antes estudava de dia, mas contém também a pressuposição de que ele não estudava antes, dependendo da ênfase colocada em passar a ou em à noite.

              Vale lembrar que, nestes exemplos, a pressuposição é marcada linguisticamente pela presença dos verbos parar de, passar a. Existem também pressuposições que não apresentam marca linguística; estes tipos de pressuposição denominam-se inferências ou subentendidos.

             Inferências: são informações normais que não precisam ser explicitadas no momento da produção do texto; são também chamadas de subentendidos.

                        O exemplo seguinte ajuda a entender esta noção:

         “Maria foi ao cinema, assistiu ao filme sobre dinossauros e voltou para casa.”

         Lendo esta frase, o leitor recupera os conhecimentos relativos ao ato de ir ao cinema: no cinema existem cadeiras, tela, bilheteria; há uma pessoa que vende bilhetes, outra que os recolhe na entrada; a sala fica escura durante a projeção, etc. Enfim, isto não precisa ser dito explicitamente. Se assim não fosse, que extensão teriam nossos textos para fornecer, sempre que necessário, todas estas informações?

          Daí a importância das inferências na interação verbal. Se quiséssemos dizer que Maria não conseguiu ver o filme até o final, isto teria que ser explicitado, porque, normalmente, a pessoa vê o filme inteiro.

         A retomada do texto através de inferências é feita com base em conteúdos semânticos não manifestados, ao contrário do que se passa com os processos de informação literais (Literal é literalmente, textualmente, palavra por palavra. É a informação que consta na literatura).

Fonte: SOS língua portuguesa

ponto de vista do autor;

significação contextual  de  palavras  e  expressões; 

relações  entre  ideias  e  recursos  de  coesão