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Da independência à República – Formação do Brasil contemporâneo

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REALIDADE BRASILEIRA

1 Formação do Brasil contemporâneo:

1.1 Da independência à República.

Caso preferir, no vídeo abaixo tem esta postagem em áudio e vídeo

O edital do CNU (Concurso Público Nacional Unificado) 2024, deixa claro que o conteúdo que será cobrado é após a independência do Brasil, mas para podermos entender os motivos que levaram à independência, acho necessário um conhecimento básico mínimo do que ocorreu no Brasil antes da independência.

Aqui farei um resumo dos eventos relevantes que acho necessário para entender como foi a formação do Brasil.

1.500 A 1.530 – Período Pré colonial

Neste período Portugal colocou o Brasil em uma posição secundária em seu projeto mercantil. Por isso, é considerado pré colonial porque Portugal quando chegou ao Brasil inicialmente não tinha intenção de colonizar o Brasil, pois não encontraram aqui metais preciosos ou produtos similares aos da África ou Ásia. No início só se preocupavam em não perder o território conquistado para outros países europeus.

Neste período ele usavam mão de obra indígena para extrair um corante do pau-brasil para ser utilizado na Europa para tingimento de tecidos.

Para utilizar a mão de obra indígena eles trocavam (escambo) coisas brilhantes para que os índios trabalhassem no corte e transporte da madeira.

Cronologia da história do Brasil:

1.500 – Chegada dos portugueses ao Brasil – Em 22 de abril de 1500, data em que Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil.

1.530 – Com o declínio do comércio com o Oriente, corsários franceses que contrabandeavam o pau-brasil e a descoberta de ouro e prata pelos conquistadores espanhóis na América, fez com que Portugal resolvesse colonizar o Brasil.

E com isso, aconteceu a transição para o Brasil colonial.

1.530 a 1.822 – Brasil colônia

1.532 – Fundação de São Vicente e início da implantação da lavoura de cana-de-açúcar, construções de engenhos e pecuária.

Foi construído a Câmara Municipal de São Vicente, que é considerada a primeira organização política do Brasil. Quem liderou foi Martim Afonso de Souza.

1.534 – Capitanias Hereditárias e Bandeirantes

Devido à extensão do território brasileiro e dificuldades financeiras de Portugal, o Rei Dom João III instituiu as capitanias hereditárias para começar o processo de povoamento da colônia. O Brasil foi dividido em 15 capitanias hereditárias e 12 donatários. As terras continuavam de posse da coroa, mas o donatário tinha o direito de posse, mas tinha também obrigações com Portugal.

O capitão donatário podia explorar os recursos naturais e escravizar índios. Eles pagavam impostos e eram responsáveis pela defesa da propriedade com seus próprios recursos e tinham que divulgar a fé católica.

Durante as capitanias hereditárias implantaram o sistema de sesmaria, na qual os capitães donatários cediam porções menores aos sesmeiros para trabalhar a terra. A sesmaria chegava em média em 80% do território de uma capitania hereditária.

Somente as capitanias de São Vicente (Martim Afonso) e de Pernambuco (Duarte Coelho) prosperaram por causa da lavoura canavieira e da pecuária. Este baixo rendimento desagradou a Coroa que resolver intervir criando em 1.548 o sistema de Governo-geral.

Junto com as capitanias hereditárias ocorreu o surgimento dos bandeirantes, fato essencial para o processo de colonização do Brasil.

1.548 – Criação do Governo-geral.

O rei Dom João III, criou a primeira organização política brasileira centralizada.

Mantendo o sistema de capitanias hereditárias, a implantação do Governo-geral foi feita para tentar ajudar o desenvolvimento mais organizado das capitanias.

Além da centralização da administração colonial, o governador-geral poderia fiscalizar os capitães donatários.

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A hierarquia durante o Governo-geral era:

O Governador-geral, que era subordinado apenas ao Rei era o que mais mandava na colônia e tinha como auxiliares:

Ouvidor-mor (leis): Responsável pela parte jurídica e aplicação das leis portuguesas na colônia.

Provedor-mor (economia): Responsável pela arrecadação de impostos e pelo controle do orçamento da colônia.

Capitão-mor (segurança): Responsável pela defesa da colônia contra índios e estrangeiros;

1º Governador-geral: Tomé de Souza (1.549 a 1.553)

2º Governador-geral: Duarte da Costa (1.553 a 1.558)

3º Governador-geral: Mem de Sá (1.558 a 1.572)

Durante o governo de Duarte da Costa, uma expedição de protestantes franceses se instalou permanentemente na Guanabara e fundou a colônia da França Antártica (1555 a 1.560). Ultrajada, a Câmara Municipal da Bahia apelou à Coroa pela substituição do governador. Em 1556, Duarte foi exonerado, voltou a Lisboa e em seu lugar foi enviado Mem de Sá, com a missão de retomar a posse portuguesa do litoral sul.

Para enfrentar os colonos franceses estabelecidos na França Antártica, aliados aos tamoios na baía de Guanabara, Mem de Sá aliou-se aos Temiminós do cacique Arariboia. O seu sobrinho, Estácio de Sá, comandou a retomada da região e fundou a cidade do Rio de Janeiro a 20 de Janeiro de 1565, dia de São Sebastião.

1.580 a 1.640 – União Ibérica

Este período foi crucial para o declínio do ciclo do açúcar no Brasil. Acontecendo uma reorganização administrativa no Brasil.

Este período foi marcado pela ocupação do trono português pelo monarca espanhol Felipe II.

Com a morte de D. Sebastião, monarca português que não tinha um sucessor para o trono, fez com que Felipe II, neto por parte do rei D. Manoel reivindicasse o trono português unificando os reinos de Portugal e Espanha.

Neste período o Brasil foi governado pela Espanha.

Durante o ciclo do açúcar o Brasil tinha uma parceria com a Holanda. Como a Inglaterra, Holanda e França eram consideradas inimigas da Espanha acabou prejudicando esta parceria.

Durante este período foram construídas várias fortificações no Brasil para evitar ataques destas nações.

Após este período os espanhóis partiram para a América latina, abandonando o Brasil.

1.640 – Restauração portuguesa no Brasil:

O processo de retomada do Brasil por Portugal, se deu depois que D. João IV, se tornou rei de Portugal. Ele teve apoio financeiro e militar da Inglaterra.

Agora Portugal via o Brasil como uma solução para os problemas financeiros de Portugal.

1.642 – Criação do Conselho Ultramarino

O Conselho Ultramarino aumentou a centralização político-administrativa no Brasil pela coroa portuguesa;

1.649 – Criação da Companhia Geral do Comércio do Brasil que fortaleceu o controle comercial

1.682 – Criação da Companhia do Comércio do Maranhão que fortaleceu o controle comercial e tráfico de escravos;

Desde o processo de restauração portuguesa, apareceu um novo modelo de expedição, que foi conhecido como sertanismo de contrato, ou seja, os bandeirantes foram contratados pelos proprietários de terras destruírem quilombos e capturarem negros.

Quilombos: Os quilombos eram comunidades formadas por escravos que fugiam da escravidão. Além dos negros fugitivos, também viviam índios e brancos livres.

Neste período também ocorreram expedições a procura de metais, onde foram descobertas várias jazidas de ouro. (período de maior produção foi de 1.735 a 1.754);

1.808 a 1.821 – Governo joanino. Continuarei no próximo vídeo

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