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As grandes navegações e a construção das Américas inglesa, hispânica e portuguesa

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As grandes navegações e a construção das Américas inglesa, hispânica e portuguesa.

O QUE VOCÊ VAI ENCONTRAR AQUI:
  • Motivos que contribuíram para as Grandes Navegações
  • Navegações portuguesas
  • Navegações espanholas
  • Navegações inglesas
  • Navegações holandesas
  • Navegações francesas
  • Construção das Américas:
  • Colonização inglesa
  • Colonização espanhola (hispânica)
  • Colonização portuguesa

As grandes navegações:

Motivos que contribuíram para as grandes navegações 

  • A guerra dos cem anos entre a França (importante rota terrestre do comércio na Europa) e Inglaterra durante o século XIV tornou necessário achar caminhos alternativos.
  • A peste negra matou muitas pessoas diminuindo consumidores atingindo o comércio.
  • Baixa produção agrícola
  • Declínio econômico da nobreza
  • Encarecimento dos produtos orientais
  • Falta de metais preciosos para a emissão de moeda

O agravamento da crise ocorreu na Europa devido às cidades italiana terem o domínio da rota mediterrânea diminuindo muito os lucros da burguesia europeia que sentiram necessidade de expandir economicamente a Europa. Isso os forçou a buscar novas alternativas de comércio dando origem às grandes navegações nos séculos XV e XVI. Sentiram que tinham que encontrar novos caminhos para a Índia e acabam por aprimorar as técnicas de navegação.

Isto só foi possível graças ao surgimento de uma burguesia mercantil interessada em ampliar sua margem de lucro, ao fortalecimento do Estado (estado moderno) e com a centralização do poder monárquico (absolutismo).

Com a expansão marítima europeia iniciou a europeização do mundo.

As nações ibéricas formaram impérios ultramarinos colonizando a África, a Ásia e a América.

Os pioneiros foram Portugal e Espanha que depois foram seguidos pela Inglaterra, França e Holanda (Países Baixos).

No início do século XV, Portugal tornou-se o centro de estudos de navegação, com o estímulo do infante D. Henrique, o navegador, que reunia em sua residência, em Sagres, Algarve, navegadores, cosmógrafos, cartógrafos, mercadores e aventureiros.

 

Navegação portuguesa

 

Primeiro estado moderno consolidado na Europa Ocidental, pois França e Inglaterra estavam envolvidas na Guerra dos Cem anos, a Espanha enfrentava os muçulmanos.

Com a revolução de Avis (A Dinastia Avis, que subiu ao poder em 1385), o poder político ficou concentrado no rei que associado aos interesses do setor mercantil acelerou o projeto expansionista de Portugal incentivando as grandes navegações portuguesas.

Dom Henrique I conhecido como “o navegador” (1394-1460) atraiu para sua residência em Sagres, navegadores, cosmógrafos, cartógrafos, mercadores e aventureiros trazendo um grande desenvolvimento do setor náutico, aperfeiçoando a bússola e modernizando a cartografia dentre outras coisas. Com isso, o projeto de expansão acabou se viabilizando e contribuindo para atingir as índias.

Os portugueses almejavam realizar o Périplo Africano, ou seja, contornar o continente africano. Conforme iam avançando eles iam colonizando os locais com a agricultura e pecuária. Dividiam as novas terras em capitanias hereditárias ( O rei escolhia os nobres que iriam colonizar as terras)e depois adotaram o mesmo sistemas na América.

 

Datas e acontecimentos:

1415 – Tomada de Ceuta na África, uma cidade de comércio muçulmano que dava o controle por Portugal do estreito de Gibraltar, originado um fracasso comercial, pois as caravanas desviam e não passavam mais por ali.

1431 – Ocupação do Arquipélago de Açores

1434 – Descoberta da Guiné, importante local de jazidas de ouro

1444 – Descoberta do Arquipélago de Cabo Verde

1486 – D. João II organiza duas expedições para o Índico (terrestre e marítima)

1488 – Bartolomeu Dias atingi o cabo da Boa Esperança (extremo meridional da África) confirmando a existência para o oceano Índico

1498 – Vasco da Gama Alcança as Índias, marco da dominação europeia na Asia.

1500 – Pedro Álvares Cabral chega ao Brasil

Fontes: Portal São Francisco, Toda matéria, História ativa, Histórias para o ensino médio.

 

Navegações espanholas:

 

Pouco antes de Portugal atingir as Índias, a Espanha começou suas expedições pelo atlântico. Cristóvão Colombo em 1492 tentando achar um caminho alternativo ao dos portugueses seguiu em direção ao ocidente alcançando a América acreditando ter chegado às Índias.

Em 1494 Portugal e Espanha decidiram dividir entre eles as terras descobertas e por descobrir assinando o tratado de Tordesilhas, com o objetivo de resolver os conflitos relacionados  com as terras descobertas no final do século XV.

De acordo com o Tratado de Tordesilhas, uma linha imaginária a 370 léguas de Cabo Verde serviria de referência para a divisão das terras entre Portugal e Espanha. As terras a oeste desta linha ficaram para a Espanha, enquanto as terras a leste eram de Portugal.

Datas e acontecimentos:

1492 – Cristóvão Colombo descobre a América

1492 ate 1504 – descobrimento das Antilhas, Panamá e da América do Sul

1504 – Américo Vespúcio afirmou que as terras descobertas por Colombo eram um novo continente. Cristóvão Colombo morreu em 1506 acreditando que a América era a Asia.

1513 – Nunes Balboa confirmou essa hipótese, atravessando por terra a América Central chegando ao Oceano Pacífico. Em homenagem a Vespúcio, deu o nome de América ao novo continente.

Entre 1519 e 1522 – Fernão de Magalhães iniciou a primeira viagem de circum-navegação (contorno do globo)

Navegações inglesas

 

Por causa da Guerra das Duas Rosas (1455 – 1485) a Inglaterra também começou tarde sua aventura pelos mares.

A Guerra das Rosas ou Guerra das Duas Rosas foi uma série de lutas dinásticas pelo trono da Inglaterra, ocorridas ao longo de trinta anos (entre 1455 e 1485) de forma intermitente, durante os reinados de Henrique VI, Eduardo IV e Ricardo III. Em campos opostos encontravam-se as casas de Iorque (ou York) e de Lencastre (ou Lancaster), ambas originárias da dinastia Plantageneta e descendentes de Eduardo III, rei da Inglaterra entre 1327 e 1377.

A Guerra das Rosas foi resultado dos problemas sociais e financeiros decorrentes da Guerra dos Cem Anos, combinados com o reinado considerado fraco de Henrique VI, que perdeu muitas das terras francesas conquistadas por seu pai, o rei Henrique V de Inglaterra, e foi severamente questionado pela nobreza. Seu final ocorreu quando um candidato Lencastre relativamente remoto, Henrique Tudor, derrotou o último rei de Iorque, Ricardo III, e assumiu o trono, casando-se com Isabel de Iorque, filha de Eduardo IV, e sobrinha de Ricardo III, para unir as duas casas. O nome do conflito deve-se aos símbolos das duas facções – a rosa branca da casa de Iorque e a vermelha da de Lencastre, embora a última tenha sido adotada apenas mais tarde. Essa denominação passou a ser usada anos depois da guerra, por historiadores.

 

Navegações holandesas:

 

Os holandeses estabeleceram-se na Guiana, e em algumas ilhas do Caribe e na América do Norte onde fundaram Nova Amsterdã, que depois foi chamada de Nova Iorque. Promoveram, também, o tráfico de escravos negros.

Processo de ocupação territorial, povoamento e exploração comercial do continente americano pelos europeus iniciado logo após o descobrimento da América. Na busca do caminho para as Índias (nome genérico dado ao Oriente), Cristóvão Colombo chega à América em 1492. Dois anos depois, o Tratado de Tordesilhas divide o controle do Novo Mundo entre portugueses e espanhóis. Nos anos seguintes, espanhóis, portugueses, franceses, ingleses e holandeses disputam o domínio do novo continente e sua exploração nos moldes do mercantilismo europeu.

 

Navegações francesas

 

Começou sua expansão ultramarina a partir de 1520. Os franceses exploraram a costa brasileira, saquearam o pau-brasil e tentaram, sem êxito, se estabelecer no Rio de Janeiro e no Maranhão. Também tomaram posse do Canadá e da Luisiana (sul dos EUA).

 

Construção das Américas inglesa, hispânica e portuguesa.

 

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APOSTILA SOLDADO BOMBEIRO PMBA/CBMBA 2019

Processo de ocupação territorial, povoamento e exploração comercial do continente americano pelos europeus iniciado logo após o descobrimento da América.

A Espanha na busca do caminho para as Índias (nome genérico dado ao Oriente), chegou na  América em 1492 com Cristóvão Colombo.

Em 1494 Portugal e Espanha decidiram dividir entre eles as terras descobertas e por descobrir assinando o tratado de Tordesilhas, com o objetivo de resolver os conflitos relacionados com as terras descobertas no final do século XV.

Em 1500 Portugal chega ao Brasil com Pedro Álvares Cabral. Nos anos seguintes, espanhóis, portugueses, franceses, ingleses e holandeses disputam o domínio do novo continente e sua exploração nos moldes do mercantilismo europeu. 

De maneira geral, as colônias europeias na América dividem-se em colônias de exploração e de povoamento. As primeiras caracterizam-se pela grande propriedade, pela monocultura e pelo trabalho escravo. Especializam-se na produção de metais preciosos e gêneros agrícolas para abastecer o mercado europeu, como é o caso da colonização espanhola e portuguesa e da inglesa no sul dos EUA. No segundo tipo de colônia predominam a pequena propriedade, a policultura e a mão-de-obra familiar. A produção destina-se ao mercado interno. Um exemplo é a colonização inglesa na região conhecida como Nova Inglaterra, nos EUA.

 

Colonização inglesa

 

Início tardio do processo de colonização

Rainha Elizabeth I (1558-1603) estimulou a construção naval e o comércio marítimo.

Navios corsários atacavam no Caribe os navios espanhóis aumentando a tensão entre Inglaterra e Espanha resultando em confronto e no ano de 1588 os ingleses destruíram a Armada invencível da Espanha.

No século XVII quando a Inglaterra chegou à América, ela já estava sendo explorada por portugueses e espanhóis.

Mas com a derrocada da Espanha e a criação de Companhias de comércio, numa aliança entre o Estado e a classe burguesa eles fixaram colônias na América (Novo Mundo).

Eles fizeram três tentativas entre 1584 e 1587, mas fracassaram devido à reação dos povos nativos.

O Cercamento que acontecia na Inglaterra e os conflitos políticos e religiosos estimularam a emigração de grupos protestantes e colonos para a América.

Cercamento: Na mudança de produção feudal (terra comum para a produção camponesa) para produção capitalista (terra era um bem de produção) os senhores feudais passaram a cercar suas terras arrendando para a criação de ovelhas, e delas expulsando os camponeses.

Duas companhias tiveram a concessão e monopólio para colonizar:

A Companhia de Londres que colonizou as regiões mais ao norte e a Companhia de Plymonth com as regiões que recebeu o monopólio dos territórios mais ao sul.

No ano de 1620, o navio Mayflower saiu da Inglaterra com um grupo de artesãos, pequenos burgueses, comerciantes, camponeses e pequenos proprietários interessados em habitar uma terra onde poderiam prosperar e praticar o protestantismo livremente. Chegando à América do Norte naquele mesmo ano, os colonos fundaram a colônia de Plymouth – atual estado de Massachusetts – que logo se transformou em ponto original da chamada Nova Inglaterra.

Na região norte pequenas propriedades e o uso de mão de obra livre permitiram a formação de um comércio diversificado sustentado pela introdução da manufatura e o surgimento de um mercado consumidor.

Na região sul com clima subtropical e solo fértil e rios utilizaram o sistema de plantations com o surgimento de grandes fazendas monocultoras produtoras de tabaco, arroz, índigo e algodão. Com isso, a grande demanda por força de trabalho favoreceu a adoção da mão de obra escrava vinda da África.

Compondo um processo de ocupação tardio, a região central ficou marcada por uma economia que mesclava a produção agropecuarista com o desenvolvimento de centros comerciais manufatureiros. As primeiras colônias centrais apareceram por volta de 1681, com a fundação das colônias do Delaware e da Pensilvânia. Durante a independência das colônias, esta região teve grande importância na organização das ações que deram fim à dominação britânica.

Formaram então as 13 Colônias Inglesas da América do Norte que eram assim divididas:

  • Colônias do Norte (Nova Inglaterra): New Hampshire, Massachusetts, Rhode Island e Connecticut;
  • Colônias Centrais: Nova York, Nova Jersey, Pensilvânia e Delaware;
  • Colônias do Sul: Maryland, Virgínia, Carolina do Norte, Carolina do Sul e Geórgia.

A Organização Política

As 13 colônias eram completamente independentes entre si, estando cada uma delas subordinada diretamente à metrópole. Porém como a colonização ocorreu a partir da iniciativa privada, desenvolveu-se um elevado grau de autonomia político-administrativa, caracterizada principalmente pela ideia do autogoverno.

Cada colônia possuía um governador, nomeado, e que representava os interesses da metrópole, porém existia ainda um Conselho, formado pelos homens mais ricos que assessorava o governador e uma Assembleia Legislativa eleita, variando o critério de participação em cada colônia, responsável pela elaboração das leis locais e pela definição dos impostos.

Desenvolvimento Econômico

As características climáticas contribuíram para a definição do modelo econômico de cada região, o clima tropical no sul e temperado no centro-norte. No entanto foi determinante o tipo de sociedade e de interesses existentes. Na região centro norte a colonização foi efetuada por um grupo caracterizado por homens que pretendiam permanecer na colônia (ideal de fixação), sendo alguns burgueses com capitais para investir, outros trabalhadores braçais, livres, caracterizando elementos do modelo capitalista, onde havia a preocupação do sustento da própria colônia, uma vez que havia grande dificuldade em comprar os produtos provenientes da Inglaterra.

A agricultura intensiva, a criação de gado e o comércio de peles, madeira, e peixe salgado, foram as principais atividades econômicas, sendo que desenvolveu-se ainda uma incipiente indústria de utensílios agrícolas e de armas. Em várias cidades litorâneas o comércio externo se desenvolveu, integrando-se às Antilhas, onde era obtido o rum, trocado posteriormente na África por escravos, que por sua vez eram vendidos nas colônias do sul: Assim nasceu o “Comércio Triangular”, responsável pela formação de uma burguesia colonial e pela acumulação capitalista.

 

Colonização espanhola (hispânica)

 

Inicia-se com a conquista das ilhas do Caribe no final do século XV e começo do XVI. Com o contato dos espanhóis com as civilizações pré-colombianas, as populações nativas são praticamente exterminadas por causa das guerras, das doenças e da exploração de mão-de-obra nas minas e fazendas (mita e encomienda) e os indígenas foram vítimas da catequização sofrendo um processo de assimilação cultural. O processo é semelhante em todo o continente. No México, os astecas são arrasados em 1519. No Peru, a conquista e a destruição do Império Inca começam em 1532.

A colonização espanhola na América obedeceu ao modelo de exploração sob a rígida existência do Pacto Colonial e do monopólio da metrópole sob as riquezas existentes na colônia.

A exploração das minas de metais preciosos é a principal atividade econômica das colônias espanholas. Sistemas de trabalho forçado garantem a utilização de mão-de-obra indígena. Por meio do “repartimiento”, a terra é dividida entre os colonos, e, pela “encomenda”, é entregue a eles certo número de índios. Na região andina, pelo sistema da “mita” uma parcela da população das comunidades indígenas é deslocada temporariamente para o trabalho compulsório nas atividades mineradoras.

Assim, a partir de 1519 tem inicio o processo de ocupação da América por Hernán Cortez, na região do México, território da cultura asteca. Diego Almagro e Francisco Pizarro fizeram o mesmo ao dominar os Incas e as minas de prata de Potosí, região do atual Peru, entre 1531 e 1534.

A mineração era a atividade principal da colônia. Os espanhóis descobriram minas na Bolívia, México, Argentina, Chile, Peru e Paraguai. Com o declínio das atividades mineradoras, as haciendas se consolidaram como centro da economia colonial. As “haciendas” obedecia ao modelo plantation, sendo caracterizada como uma grande propriedade rural monocultora de produtos tropicais e semitropicais como o milho e o açúcar. Voltados para o abastecimento da colônia e exportação, com utilização do trabalho escravo indígena ou africano.

Administração colonial rígida – divisão do território em vice-reinos e capitanias gerais, e criação do sistema de portos únicos e do sistema de comboio anual. Preocupando-se com a colonização o rei cria:

-Conselho Real e Supremo das Índias – órgão responsável pela administração política da colônia.

-Casas de Contratação – responsável pelos acordos e contratos firmados na América.

Vice-reinos – administrado por um vice-rei, dividido em pequenas regiões administrativas:

Os Cabildos ou Câmaras Municipais tinham como função a decretação de prisões, a criação de impostos e eram a principal fonte de poder, na medida em que as decisões eram tomadas nessas Câmaras. Os criollos (filhos de espanhóis nascidos na América) constituíam os cabildos.

Divisão da sociedade: Chapetones (espanhóis natos vindos da Europa), Criollos (americanos filhos de espanhóis), Negros, índios e mestiços (a maioria).

A Casa de Contratação, criada em Sevilha em 1503, detém o monopólio das mercadorias comercializadas entre a Espanha e a América. A administração dos territórios é distribuída entre os quatro vice-reinados (Nova Espanha, Nova Granada, Peru e Rio da Prata) e as três capitanias gerais (Cuba, Guatemala e Venezuela). A fragmentação após o processo de independência da América Espanhola dá origem às atuais nações.

 

Colonização portuguesa

 

Os portugueses encontraram uma população indígena que conhecia a fauna e flora.

Exploraram o pau-brasil que era utilizado para fabricar corante vermelho para tecidos e que tinha muito valor na Europa. O trabalho era executado pelos indígenas que e recebiam objetos em troca como panelas, facas, espelhos e etc.

Período pré-colonial (1500-1530): Portugal não começou a colonizar. O Brasil era apenas uma rota de abastecimento com armazéns que guardavam armas, alimentos e mercadorias e com isso sofriam ameaças de invasões dos países que não faziam parte do tratado de Tordesilhas.

Em 1532 Martim Afonso de Sousa fundou a primeira vila de ocupação, instalou o primeiro engenho de açúcar, e explorou a costa em busca de metais preciosos. Diante do insucesso com os metais preciosos que não foi encontrado então a coroa decidiu pela implantação das capitanias hereditárias, dividindo o território em 15 capitanias que foram dadas a donatários como forma de ocupação das terras, defesa e produção de açúcar (já conhecido pelos portugueses e grandes lucros na Europa). As terras poderiam ser doadas como sesmarias, mas nunca vendidas. Por causa dos grandes ataque indígenas e do alto custo de instalação e segurança dos engenhos somente as capitanias de Pernambuco e São Vicente prosperaram.

Sob o trabalho escravo, os indígenas passaram a ser substituídos pelos africanos trazidos da África pelo lucrativo tráfico de escravos para trabalhar nos engenhos de açúcar. A Igreja passou a proibir a escravidão devido ao interesse de catequizar os indígenas como forma de minimizar a resistência e as guerras. A própria metrópole havia autorizado o decreto de guerras justas, autorizando os colonos a matar os indígenas em cão de invasão ou ataque, independente da tutela da Igreja.

Fonte: Colégio São Francisco, História do mundo, Terceirão pensando alto, Brasil escola, História compactada, Fazendo história nova, Wikipédia, História para o ensino médio e História Net.

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