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Categoria: História

As revoluções inglesas do século XVII

As revoluções inglesas do século XVII

 

Devido a uma guerra civil e da atuação do Parlamento, a burguesia inglesa conseguiu combater o Estado absolutista desse país e reformular a estrutura política, que culminaria na modelo da Monarquia Parlamentarista em 1688.

A Revolução Inglesa foi um processo histórico ocorrido na Inglaterra, Escócia e Irlanda no século XVII.

A Revolução Inglesa pode ser dividida em quatro fases principais:

Os povos nativos da América Parte 5

América do Norte (Estados Unidos):

Os povos nativos da América do Norte ocupavam grande parte do território antes da chegada dos europeus (séculos XVII). Com o início da colonização da América do Norte pelos ingleses, franceses e espanhóis, estas tribos foram, aos poucos, perdendo suas terras e identidade cultural. Atualmente, os poucos descendentes destes povos vivem em reservas indígenas estabelecidas,pelo governo dos EUA, a partir do século XX.

Os povos nativos da América Parte 4

Incas

 

Machu Picchu

 

Eram chefiados por um imperador que além de chefe militar era considerado um deus na terra, “o filho do sol”. O auge desta civilização ocorreu nos séculos XI e XVI, entre 1438 até a chegada dos espanhóis em 1531. Cuzco era a capital do império e além dela tinha outra cidade importante chamada de Machu Picchu, que hoje é muito visitada e que mostra a grandiosidade do Império Inca.

O mundo africano e a construção do espaço negro nas Américas

O mundo africano e a construção do espaço negro nas Américas

Para compreendermos como os africanos tiveram papel relevante na nossa história e como constituíram um fundamento essencial para a história do povo brasileiro, percorremos um pouco os caminhos por onde tiveram que passar para chegarem no Brasil.

 

A escravidão

A montagem da empresa colonial na América portuguesa colocou a mão de obra negra africana como indispensável.

Confronto entre o mundo europeu e as populações autóctones

Povos autóctones são populações que viviam em uma área geográfica antes da sua colonização por outro povo e/ ou que mesmo após a colonização não se identificam com o povo que os coloniza. Também são conhecidos como, aborígenes, indígenas e nativos.

Durante a expansão marítima diversos novos continentes foram descobertos e explorados pelos povos mais “civilizados”, os Europeus são responsáveis por várias colonizações e para tanto muitos confrontos com indígenas.

Os povos nativos da América

Os povos nativos da América são:

América do Sul (Brasil): índios: os tupis-guaranis, os jês ou tapuias, os aruaques ou maipurés e os caraíbas ou caribes

América do Sul nos Andes e América Central (no continente e Antilhas) no México: Astecas, Maias e Incas. Já ocupavam essas áreas antes da chegada de Cristóvão Colombo (e de outros europeus) são chamados de povos pré-colombianos. O nome “pré-colombiano” significa “antes de Colombo”.

América do Norte (Estados Unidos): tribos indígenas(Sioux, Cheyenne, Apache, comanche, Cherokee e etc..

As grandes navegações e a construção das Américas inglesa, hispânica e portuguesa

As grandes navegações e a construção das Américas inglesa, hispânica e portuguesa.

O QUE VOCÊ VAI ENCONTRAR AQUI:
  • Motivos que contribuíram para as Grandes Navegações
  • Navegações portuguesas
  • Navegações espanholas
  • Navegações inglesas
  • Navegações holandesas
  • Navegações francesas
  • Construção das Américas:
  • Colonização inglesa
  • Colonização espanhola (hispânica)
  • Colonização portuguesa

O Absolutismo dos reis e o Estado Moderno

O Absolutismo dos reis e o Estado Moderno

O que você vai encontrar nesta postagem:
  • Surgimento da burguesia
  • Absolutismo dos reis
  • Formação do Estado moderno
  • Características do Estado moderno
  • Os principais Estados modernos

O que aconteceu para o surgimento do Estado moderno?

 

Peste Negra

No século XIV houveram devido à peste negra e as guerras feudais acabou diminuindo a população da e aliada a um crise econômica devido a redução da produtividade servil, aumento dos impostos e dos preços dos alimentos e o excesso de exploração dos camponeses que geraram as revoltas camponesas nos feudos da Europa Ocidental ameaçam a hegemonia da nobreza e da Igreja, pois questionavam os privilégios de nascimento gerados pela divisão estamental (grupos sociais) que quase não existe mobilidade social, ou seja, a posição do indivíduo na sociedade dependeria de sua origem familiar, por exemplo: nasceu servo, morrerá servo.

A escravidão e formas de resistência indígena e africana na América

A escravidão e formas de resistência indígena e africana na América

A escravidão é bem mais antiga do que o tráfico do povo africano. Ela vem desde os primórdios de nossa história, quando os povos vencidos em batalhas eram escravizados por seus conquistadores. Podemos citar como exemplo os hebreus, que foram vendidos como escravos desde os começos da História.

No Brasil, a escravidão teve início com a produção de açúcar na primeira metade do século XVI. Os portugueses traziam os negros africanos de suas colônias na África para utilizar como mão-de-obra escrava nos engenhos de açúcar do Nordeste. Os comerciantes de escravos portugueses vendiam os africanos como se fossem mercadorias aqui no Brasil. Os mais saudáveis chegavam a valer o dobro daqueles mais fracos ou velhos. O transporte era feito da África para o Brasil nos porões dos navios negreiros. Amontoados, em condições desumanas, muitos morriam antes de chegar ao Brasil, sendo que os corpos eram lançados ao mar.

escravidão O O negro também reagiu à escravidão, buscando uma vida digna. Foram comuns as revoltas nas fazendas em que grupos de escravos fugiam, formando nas florestas os famosos quilombos. Estes eram comunidades bem organizadas, onde os integrantes viviam em liberdade, através de uma organização comunitária aos moldes do que existia na África. Nos quilombos, podiam praticar sua cultura, falar sua língua e exercer seus rituais religiosos. O mais famoso foi o Quilombo de Palmares, comandado por Zumbi.

A partir da metade do século XIX a escravidão no Brasil passou a ser contestada pela Inglaterra. Interessada em ampliar seu mercado consumidor no Brasil e no mundo, o Parlamento Inglês aprovou a Lei Bill Aberdeen (1845), que proibia o tráfico de escravos, dando o poder aos ingleses de abordarem e aprisionarem navios de países que faziam esta prática.

Em 1850, o Brasil cedeu às pressões inglesas e aprovou a Lei Eusébio de Queiróz que acabou com o tráfico negreiro. Em 28 de setembro de 1871 era aprovada a Lei do Ventre Livre que dava liberdade aos filhos de escravos nascidos a partir daquela data. E no ano de 1885 era promulgada a Lei dos Sexagenários que garantia liberdade aos escravos com mais de 60 anos de idade. Somente no final do século XIX é que a escravidão foi mundialmente proibida. Aqui no Brasil, sua abolição se deu em 13 de maio de 1888 com a promulgação da Lei Áurea, feita pela Princesa Isabel.

escravidão1Durante o período pré-colonial (1500 – 1530), os portugueses desenvolveram a atividade de exploração do pau-brasil, árvore abundante na Mata Atlântica naquele período. A exploração dessa matéria-prima foi possibilitada não só pela sua localização, já que as florestas estavam próximas ao litoral, mas também pela colaboração dos índios, com os quais os portugueses desenvolveram um tipo de comércio primitivo baseado na troca – o escambo. Em troca de mercadorias europeias baratas e desconhecidas, os índios extraíam e transportavam o pau-brasil para os portugueses até o litoral.

Houve reações em todos os grupos indígenas, muitos lutando contra os colonizadores até a morte ou fugindo para regiões mais remotas. Essa reação indígena contra a dominação portuguesa ocorreu pelo fato de que as sociedades indígenas sul-americanas desconheciam a hierarquia e, consequentemente, não aceitavam o trabalho compulsório. Antes dos estudos etnográficos mais profundos (fins do século XIX e, principalmente, século XX), pensava-se que os índios eram simplesmente “inaptos” ao trabalho, tese que não se sustenta depois de pesquisas antropológicas em suas sociedades sem o impacto desestabilizador do domínio forçado.

Fonte: Esta matéria foi retirada do site Vestibular e Estudos

 

 

 

As lutas pela conquista da independência política das colônias da América – Parte 2

Quando Napoleão Bonaparte dominou a Espanha e depôs o rei, as colônias se recusaram a obedecer aos franceses, organizando Juntas Governativas, que iriam cuidar da administração até que a situação internacional se definisse.

Numa primeira etapa (1810-1815), que corresponde ao período em que a Espanha estava ocupada pelos franceses, deu-se a independência da Argentina, do Paraguai, da Venezuela, do Equador e do Chile. O México também tentou, mas foi dominado. A Venezuela e o Equador foram reconquistados pelos espanhóis.

Na segunda fase (1816-1828), quando o rei Fernando VII já havia reassumido o trono espanhol, ocorreram as independências da Bolívia, do México, do Peru e da América Central. O Uruguai, que naquela época havia sido anexado ao Brasil, iniciou a luta pela libertação em 1825, conseguindo-a, em 1828.

“Por que se insurgem as colônias da Espanha? Será por que os grandes latifundiários (habitualmente produtores para a exportação), os proprietários de minas, os donos de milhões de índios e os poderosos mercadores de além-mar forma seduzidos pelos filósofos franceses e alguns liberais pensadores espanhóis? É claro que houve excepções (e Bolívar foi uma delas), mas a imensa maioria moveu-se por motivos mais prosaicos. Havia chegado o momento de afastar um sócio incômodo: o poder da Coroa espanhola…”

O nascimento dos Estados Nacionais na América Latina ficou marcado por uma dupla limitação: economicamente, pela inserção na nova divisão internacional do trabalho, na condição de área periférica, o que garantia a manutenção do latifúndio e do trabalho escravo; politicamente, pelas limitações democráticas, que excluíam a maior parte da população até mesmo do elementar direito ao voto.

A independência que acabou se efetivando na América espanhola, na prática, promoveu o rompimento das relações entre colônias e metrópole advindas do pacto colonial, mas manteve estruturas sociais herdadas do antigo sistema colonial. Para isso, contribuíram diversos factores, especialmente o controle que as elites crioulas e locais assumiram nas lutas pela independência.

Conflitos entre europeus e indígenas na América colonial

No final da postagem tem uma videoaula para complementar seus estudos.

Dica: Estou atualizando o Conteúdo Programático completo do ENEM e além disso, para você que não esta encontrando todo o conteúdo do Enem ou prefere estudar por apostilas dá uma olhada nesta apostilas para ENEM do site Apostilas Opção é bem interessante.

Conflitos entre europeus e indígenas na América colonial

CONFLITOS NO BRASIL:

A relação entre os portugueses e os índios vai muito além da utilização da mão-de-obra e da exploração do pau-brasil. Cabe destacar, que para o povoamento do território foi imprescindível as alianças entre portugueses e determinadas tribos indígenas que viviam no território brasileiro. Num ambiente extremamente hostil, com um número de homens insuficiente, as alianças com indígenas era de fundamental importância para que os portugueses pudessem fazer frente a outras tribos indígenas inimigas e invasores estrangeiros.

Há de se destacar, igualmente, que a guerra entre índios era algo comum, uma verdadeira obsessão, até mesmo pela grande diversidade de culturas indígenas disputando território. Não raro, essas tribos viam um grande potencial em se aliar com os portugueses com a finalidade de derrotar tribos inimigas. Nessas guerras entre índios, os portugueses conseguiram, sem grandes dificuldades, por exemplo, um grande número de indígenas que eram capturados por tribos inimigas e trocados com os portugueses. Nesse sentido, é justo dizer, que a conquista do território pelos portugueses – e o extermínio de milhares de indígenas – tal qual na América espanhola, foi realizada com grande colaboração dos nativos que habitavam o território brasileiro.