A pluralidade de normas: regionais, sociais, etárias e estilísticas (registros)

A pluralidade de normas: regionais, sociais, etárias e estilísticas (registros)

No final da postagem tem uma videoaula.

E você, qual o concurso você vai fazer? Faça um comentário para mim, pois posso fazer postagens direcionadas para ele e te ajudar mais. Aproveita também para inscrever seu e-mail para receber conteúdos todos os dias.

Lembrando também que tenho um livro de aventura muito legal. Leia o primeiro capítulo que tenho certeza você irá gostar muito: Kalena: A Fortaleza do Centro 

 

Abraços e bons estudos!

A quebra de paradigmas sociais sobre as variações linguísticas

Este artigo tem o objetivo de esclarecer alguns motivos que podem colaborar para a diminuição do elevado índice de analfabetos do país, sabendo que a quebra de paradigmas sociais envolve o desenvolvimento educacional e suas ramificações, de modo que o assunto apontado terá relevância na vida educacional do professor e do aluno, modificando a metodologia educacional de forma a melhorar o ensino, formando educando capacitados e preparados para a vida, tornando-o capaz da aceitação das variedades linguísticas e excluindo da sociedade toda e qualquer forma de preconceito linguístico. As diversidades do vocábulo tendo como aceitação no âmbito social, de forma que seja respeitado a linguagem.

 

1 INTRODUÇÂO

O presente artigo irá deter-se na questão do preconceito relacionado à variação linguística regional, preconceito este que se caracterizam pela falta de valorização das diferenças nos falarem que se encontram no Brasil, tais como: o gaúcho, o nordestino, o carioca, o chamado dialeto caipira, entre outros.
Esse é um assunto extremamente importante, não só para o professor de língua portuguesa, mas, para todo e qualquer educador que tenha compromisso e responsabilidade para com o seu trabalho na escola. Trata-se da existência de alguns paradigmas sociais sobre as variações linguísticas que precisam ser quebrados, mesmo que lentamente, como vem acontecendo historicamente com as demais formas de preconceito. A discriminação linguística é algo sem dúvida, muito presente em nosso país e que pode estar ligado à relação estabelecida entre língua e gramática normativa, levando-se em conta que as normas contidas nesta última, estão bem distantes do uso brasileiro do português.
A distância constituída entre língua falada e língua escrita do mesmo, pode ser uma das razões da existência do preconceito linguístico. Apesar de estarem interligadas; ambas costumam ser vistas de forma bem diferente pela sociedade. O falar normalmente é percebido como uma tarefa fácil. Todo mundo fala desde os primórdios. Para isso basta que haja contato com uma língua. Pois a criança aprende facilmente a falar, imitando as pessoas com as quais convive. Já a língua escrita, por sua vez, costuma ser entendida como algo muito complicado, formal, uma vez que exige treinamento e exercício, além de obedecer a regras fixas.
Assim, este trabalho objetiva realizar uma revisão bibliográfica à cerca do tema variações linguísticas e a necessidade de ruptura de paradigmas que incidem sobre estas é relevante a aceitação social do vocabulário coloquial regional como forma de expressão verbal, é exercitada por muitas pessoas na sociedade?
Atualmente percebe-se por parte dos profissionais envolvidos na educação, uma preocupação com desvalorização das variações linguísticas, pois, esta pode ser uma das causas de exclusão social, exclusão essa que pode começar com a evasão escolar, não raras vezes motivada por uma discriminação linguística isto é, no jeito de falar de uma pessoa. Pergunta-se qual qual professor nunca conheceu em sua carreira um caso de aluno que foi vítima de “brincadeiras” ligadas à maneira como pronunciava as palavras? Dessa forma, a ideia aqui é identificar as reais causas do desprestígio das variedades linguísticas e neste trabalho as diversidades que tanto contribuem para esse problema, através de pesquisa no conjunto de teóricos que já estudaram ou estudam o tema. O primeiro momento será reservado para a pesquisa bibliográfica desses autores, na tentativa de viabilizar um conhecimento prévio sobre o assunto. No segundo momento será feita leituras de artigos via internet sobre o conteúdo em questão e os que já foram publicados, a fim de verificar suas construções e conteúdos. O último momento será destinado à produção e publicação deste artigo, tendo como partes interessadas redes acadêmicas, bem como professores e educadores a sociedade em geral,em especial a macapaense.

2 HISTORICIDADE:

A necessidade do homem em evoluir levou-o a uma busca incansável pelo desconhecido. È árdua a tarefa de se comunicar e ainda mais de se fazer entender a comunicação. A comunicação em si é um processo de dedicação de conhecimento de mundo seja para falar, ou seja, para escrever. O primeiro registro da comunicação se deu através dos símbolos. Símbolos esses deixados pelos ancestrais em pedra para se comunicar com as futuras gerações.
A fala é a identidade de um povo e a comunicação é o meio pelo qual o homem evolui gradativamente, aliado a essa evolução os meios de comunicação adquiriram novas técnicas de se propagar. Estamos nos referindo á era tecnológica que veio beneficiar varias sociedades na construção do saber e auxiliar no desenvolvimento do individuo , podemos conhecer e visitar vários países sem sair de casa, falar com um amigo ou parente em qualquer lugar através da web, enviar um email em tempo real. Mais é notório verificarmos que nos tempos atuais existem civilizações que não se deixaram influenciar com toda essa tecnologia, com toda essa modernidade e em referencia a isso conseguem viver bem entre seu povo. Esses fatos reforçam ainda mais que uma sociedade não existe sem fala e a fala não existe sem sociedade.

Segundo o autor o preconceito linguístico é tanto mais poderoso porque em grande medida ele é invisível no sentido de que quase ninguém se apercebe dele, quase ninguém fala dele com exceção dos raros cientistas sociais. (BAGNO, 1999, p. 23).

. Mediante o autor as variações linguísticas devem ser consideradas como uma diferença da própria língua.
O preconceito linguístico existe, É muito mais comum do que parece, É muito difícil de ser combatido. Muitos estudiosos afirmam que é impossível estudar a língua, sem estudar ao mesmo tempo a sociedade em que essa língua é falada. A língua é um órgão de articulação das palavras, onde na maioria das vezes não é bem interpretada. O preconceito linguístico é tão presente que a maioria das vezes as pessoas não percebem que as cometem.

3 O PRECONCEITO LINGUÍSTICO

Continua na parte 2 e tem também uma videoaula

 

 

 

4 Responses »

  1. Irei fazer, junto com mais alguns amigos, o concurso da UFBa 2017 para assistente em administração & essa é uma das abordagens da prova de Português!

    • Oi rebeca obrigado pelo comentário. Esta semana começarei a postar as matérias para este concurso, inclusive para assistente em administração. Cadastra seu e-mail no site para receber as notificações de matérias. Avisa seus amigos também.
      Abraços
      Eder

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *