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Trabalho em equipe

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Trabalho em equipe

1. Personalidade e relacionamento.

2. Eficácia no comportamento interpessoal.

3. Fatores positivos do relacionamento.

4. Comportamento receptivo e defensivo, empatia e compreensão mútua.

 

Trabalho em equipe:

 

1 – Personalidade e relacionamento.

Os tipos de personalidade podem contribuir ou não para o desempenho das equipes. Cada personalidade possui características definidas com seus respectivos focos de atenção, que, todavia, se interagem, definindo indivíduos com certas características mais salientes e que incorporam características de um outro estilo.

Vistos de maneira objetiva, nenhum dos tipos de personalidade é bom ou mau, certo ou errado. Cada um é uma combinação distinta de força e fraqueza, beleza e feiura. Nenhum padrão é melhor ou o melhor, pior ou o pior. Às vezes, determinada pessoa pode achar que o seu padrão é o melhor, outra vezes, que é o pior. Mas é possível, num momento, encontrar força em um padrão e, num outro, encontrar uma fraqueza.

O que se observa é que as pessoas acabam ficando perplexas umas com as outras quando começam a perceber os segredos que as outras pessoas ocultam das suas personalidades.

Na análise das personalidades, nada é estanque e tudo pode se ajustar, desde que se esteja disposto a fazê-lo. Nunca um protetor, por exemplo, carrega somente as características da sua tipologia. Uma pessoa com o centro emocional predominante não será necessariamente uma boa artista. Talvez brilhe mais como administradora, quem sabe? Todos os tipos são interligados e se movimentam fazendo contrapontos e complementos.

Cada tipo de personalidade é formado por três aspectos: o predominante, que vigora na maior parte do tempo, quando as coisas transcorrem normalmente e que é chamado de seu tipo; o aspecto que vigora quando se é colocado em ação, gerando situações de estresse; e o terceiro, que surge nos momentos em que não se sente em plena segurança.

Exemplificando, ao ver-se numa situação de estresse, o observador (em geral, quieto e retraído) torna-se repentinamente extrovertido e amistoso, características típicas do epicurista, num esforço de reduzir o estresse. Sentindo-se em segurança, o observador tende a se tornar o patrão, direcionando os outros e controlando o espaço pessoal.

Todos têm virtudes e aspectos negativos. Então, vivem-se os aspectos mais positivos de cada tipo. Essas qualidades pode se somar a outras de outro tipo, promovendo integração.

Se o tipo empreendedor se integra com o sonhador, ele pode passar a ter autoestima apurada e a saber levar a vida sem dramas. Ficará mais otimista, espontâneo e criativo também. Não se prende a fazer coisas que não satisfazem seus desejos e os dos outros. Se o tipo individualista integra-se com o empreendedor, provavelmente ele poderá ser capaz de agir no presente e com objetividade, aceitando a realidade e vivendo suas emoções como são, sem tentar ampliá-las. Já se o sonhador integrar-se com o observador, sua capacidade de introspecção será imensa e saberá como ninguém apreciar o silêncio e a reflexão.

Para o sucesso das equipes, se faz necessário que os seus integrantes utilizem-se de empatia, coloquem-se no lugar dos outros, estejam receptivos ao processo de integração e, dessa forma, permitam-se amoldar. Se não houver esse tipo de abertura, em que cada um dos elementos ceda, a equipe será composta de pessoas que competem entre si, o que traz o retrocesso da equipe ao conceito simplista de grupo, ou seja, apenas um agrupamento de indivíduos que dividem o mesmo espaço físico, mas que possuem objetivos e metas diferentes, bem como não buscam o aprimoramento e crescimento dos outros.

Fonte: Sapere

2 – Eficácia no comportamento interpessoal

Está ligada diretamente ao princípio de mesmo nome, que norteia o serviço público, a administração pública e demais atividades em que o interesse público é alvo ou cliente. Significa que o servidor não pode se interpor, em atitude de cunho pessoal, ante os interesses coletivos, sem risco de comprometer a eficácia, a segurança da realização do serviço do atendimento, da prestação pública.

Os funcionários públicos são treinados para atuarem segundo o que hoje se chama etiqueta profissional, uma espécie de código de conduta convencional, nascido no próprio mercado, das relações modernas do mundo dos negócios e que permeou para a qualidade de atendimento e inter-relacionamentos no setor público.

O saber se comportar e a aparência são questões cada vez mais exigidas para o funcionário público. As administrações desenvolvem cursos e treinamento para prepararem seus funcionários.

Quem faz o curso aprende ainda:

a) A criticar com resultados positivos;

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b) Transformar reclamações em sepultadas e lidar com colegas de temperamento difícil;

c) Apresentar ideias e projetos com eficiência;

d) Conduzir reuniões e até mesmo contornar situações mais graves, como o assédio sexual, por exemplo- dentro de uma dinâmica atual, no setor público, estas seriam as práticas mais procuradas:

Segundo os estudiosos, alguns critérios servem de orientação ao cliente na hora de avaliar a qualidade do serviço ou produto. Embora o nível de importância de cada critério varie de acordo com as características de cada serviço, podem-se listar os principais critérios de avaliação da qualidade do serviço utilizados pelo cliente:

  • Aspectos tangíveis – refere-se à qualidade de qualquer evidência física do serviço, bens facilitadores, equipamentos, instalações.
  • Consistência – é a ausência da variabilidade no resultado ou no processo.
  • Competência – refere-se à habilidade e ao conhecimento para executar o serviço.
  • Velocidade de atendimento – critério importante para maioria dos consumidores de serviços;
  • Atendimento – refere-se à experiência que o cliente tem durante o processo de atendimento a capacidade de agradar as expectativas, a capacidade de reconhecimento, o grau de cortesia criando o prazer da participação do cliente no processo de produção do serviço.

3 – Fatores Positivos do Relacionamento

Chamamos de fatores positivos todos aqueles que, num somatório geral, irão contribuir para uma boa qualidade no atendimento. Assim, desde que cumpridos ou atendidos todos os requisitos antes mencionados para o concurso de um bom atendimento, estaremos falando de um bom relacionamento entre servidor e atendidos. Os níveis de relacionamento aqui devem ser elevados, tendo em vista sempre o direito de cada assistido de receber com qualidade a supressão de suas necessidades.

  • O relacionamento entre pessoas é a forma como eles se tratam e se comunicam.
  • Quando os indivíduos se comunicam bem, e o gostam de fazer, se diz que há um bom relacionamento entre as partes.
  • Quando se tratam mal, e pelo menos um deles não gosta de entrar em contato com os outros, é um mau relacionamento.

Parceria

  • Trabalho em conjunto para alcançar um mesmo objetivo.
  • As pessoas tem que ter harmonia te interesses, ou seja, alguém sempre vai ter que ceder (perder) alguma vantagem para dar certo.
  • Todas as pessoas que se encontrarem devem, no mínimo, se respeitarem, ou seja, tratar com educação;
  • Se não pode ajudar, não atrapalha;

4 – Comportamento Receptivo e Defensivo, Empatia e Compreensão Mútua

Receptivo

Quer dizer um comportamento naturalmente aberto, solícito, prestativo, objetivo, claro, sem rodeios, indo direto ao ponto da necessidade do atendido.

Defensivo

                Cria obstáculos e dificuldades para livrar-se do encargo, dificultando a qualidade.

Empatia

Ação de se colocar no lugar de outra pessoa, buscando agir ou pensar da forma como ela pensaria ou agiria nas mesmas circunstâncias. Aptidão para se identificar com o outro, sentindo o que ele sente, desejando o que ele deseja, aprendendo da maneira como ele aprende etc

  • Resultado de uma preparação do servidor em atender com dedicação o exercício da função.
  • Deve ser natural e quase pessoal.
  • Gostar do que faz
  • O resultado da empatia é a compreensão mútua, que certamente irá facilitar o atendimento e conclusão pela eficiência.

Fonte: Matheus Theu

Compreensão mútua:

Compreensão, coordenação, cordialidade são as três virtudes principais que cada chefe de grupo deve praticar com interesse, se não quer que a sua equipa seja surpreendida pela morte.

É indispensável que cada um esteja decidido a não deixar enredar-se nos equívocos provenientes das desinteligências que, entre pessoas, de acordo, no fundo, são algumas vezes tanto mais sensíveis na forma.

O esforço de compreensão mútua supõe:

1.° que se tente compreender os outros;

2.° que se tente fazer compreender dos outros; Um chefe não brinca nunca à “incompreensão”.

Basta por vezes uma explicação leal e confiante para dissipar equívocos e colocar as coisas no seu devido pé. O que importa, de parte a parte, é maior lealdade: a mentira é corrosiva e dissolvente. As almas encontram-se na verdade.

Fonte: Liderança na aldeia

Qualidade no atendimento ao público

Comunicabilidade, apresentação, atenção, cortesia, interesse, presteza, eficiência, tolerância, discrição, conduta e objetividade

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