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A gestão da ética nas empresas públicas e privadas – Parte 3

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Gestão ética nas empresas privadas

O momento em que uma pessoa precisa optar entre atuar com valores éticos na busca de seus objetivos ou buscar resultados econômicos a qualquer custo é aquele em que se conhece seu verdadeiro caráter.

As empresas e seus funcionários devem ter consciência que a ética pode não ser o caminho mais lucrativo, mas é o caminho que trará sustentabilidade e um maior número de contratos à longo prazo, é a visão de futuro.

Considerando que as pessoas agem sob influência das próprias experiências, e que muitas dessas pessoas não tiveram acesso a informações adequadas sobre regras morais e conduta ética, podemos afirmar que a empresa tem o dever de disseminar as questões relativas à éticas, pois negligenciar o ensino do comportamento ético podem estar encorajando o comportamento antiético.

A tendência de qualquer pessoa que está iniciando em uma profissão é seguir o exemplo do chefe, atendendo, da melhor maneira possível, às suas demandas. Com o passar do tempo, é natural que ela incorpore a cultura corporativa, adotando comportamento semelhante ao de seus colegas mais antigos.

Há que se considerar que a opção pela ética nem sempre vem de dentro do ser humano. Existem muitas pessoas, aliás, a imensa maioria, que só se comportam corretamente por causa da percepção de que ações vistas como erradas, desconectadas das regras adotadas, podem ser punidas e que, para obter ganhos, é preciso agir dentro dos padrões aceitos.

A impunidade é, inquestionavelmente, um fator determinante no sentido de estipular a atitude antiética. Estelionatários, por exemplo, só agem na confiança de que jamais serão descobertos, por exemplo.

Um processo de disseminação de cultura ética deve ter como foco principal na atuação do grupo de gerentes, que vão servir de referência para os demais funcionários.

A cultura corporativa de uma empresa é o resultado direto dos exemplos que vêm de cima. Não adianta uma empresa chamar um empregado de colaborador se ele não tem chance de colaborar.

Não adianta implantar programas internos de motivação se existe uma barreira intransponível entre a baixa e a alta hierarquia.

Vamos a partir de agora analisar alguns fatores nos quais devem ser trabalhados na gestão da ética e que, quando ignorados, permitem que comportamentos comuns e perniciosos que estejam presente na maioria das empresas.

– Respeito ao cliente => Alguém aí já sentiu-se como um bobo quando precisou de uma resposta de alguma empresa?

– Atuação dos líderes e anti-líderes => Os líderes espelham suas equipes, motivam, orgulham e exemplificam, já os anti-líderes não assumem responsabilidade por erros e assumem os créditos pelos acertos, você gostaria de ser chefiado(a) por uma pessoa assim?

– Existência dos donos da ação, do processo, do conhecimento de saber fazer=> Eita povinho incômodo! São aqueles que conhecem tudo e, na hora de ensinar o serviço para outras pessoas fazem com o máximo de lentidão(as vezes ensinam até errado e não se responsabilizam depois ).

– Desperdício de verba ou materiais => É, meu amigo, imprimir aquele material do seu filho, a receita de um bolo, cartinha de amor, apostilha de concurso na xérox da empresa é feio, pegar as ajudas de custos em viagens e prestar constas com notas falsas também não é nada bonito, em?

– Transparência da gestão de pessoas => alguém aí já trabalhou ou conhece alguém que trabalha em uma empresa onde os níveis de confiança em relação a administração é muito baixa? Eis aí um dos motivos. Gerir pessoas não é como subir em um cavalo, soprar um berrante, colocar uns cachorros e esperar que todos sigam o caminho desejado.

– Coerência na promoção das pessoas => Simples, abriu uma vaga, dê chances iguais a todos os funcionários antes de estendê-las ao público externo. Sem prevalecer ninguém, com foco em perfis já pré-determinado e baseado no merecimento profissional e não em algumas motivos como… bajulação, por exemplo.

– Preocupação no lançamento de informações corretas, conformidade com os processos => As empresas criam processos, procuram melhorá-los continuamente, adquire os melhores softwares( programas de computadores ) aí chega um despreocupado( ou mal intencionado ) e em uma única ação estraga tudo que estava programado. Evitar errar é sempre melhor que corrigir.

– Manipular resultados e dados => Que maldade, pegar informações e distorcer os resultados com o objetivo de ganhar vantagens aproveitando-se de pouco conhecimento por parte de outras pessoas, prefiro nem comentar… menino muito mal.

– Responsabilidade nos resultados => é aquele vendedor bandido que, para bater suas metas, usa todas artimanhas possíveis, como dar descontos extremos, segurar ou antecipar lançamentos de vendas, ou seja, aqueles profissionais que valorizam a quantidade e não a qualidade, é neném, um dia a casa cai, viu?

– Procrastinar ou inatividade => Pensem bem, vocês tendo uma atividade que deve ser feita e que pode fazer neste momento, digam-me por que não realizar a atividade logo? Por que deixar para depois até que ela vire uma urgência? Você tem hora do cafezinho, muito bom, mas passar quase uma hora nesta período de pausa também não deve ser feito. Resultado: Hora extra, acúmulo de serviço, relatórios entregues sem revisão e errado, coisinha assim, bem simples.

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– Conflitos de interesse => Agora imaginem uma empresa onde o gerente é marido da fornecedora de marketing; ou o comprador é filho de um representante do fornecedor da empresa. É complicado, mesmo que não tenha nada de errado, sempre vai gerar questionamentos na cabeça dos outros membros do grupo.

– Usufruir da reputação da empresa => É o famoso: Você sabe com quem está falando?, ou seja, usar o nome da empresa para garantir benefícios próprios.

– Responsabilidade com a imagem da empresa => Quando você entra em uma organização, seu nome ganha uma nova identidade, deixa de ser Maria Carla e começas a ser mais conhecida como a gerente da loja X, o segurança do banco Y e por aí vai, ou seja, as suas atitudes podem refletir na imagem que uma empresa gastar milhões para manter boa.

– Segurança da informação => Quando estamos trabalhando em uma organização, temos acesso a informações sigilosas muito desejadas pelo mercado de concorrência, então, ao retornar de suas atividades para casa depois de um dia cansativo de trabalho, deixe tudo que vivenciou na empresa. Você não viu e nem ouviu nada, nem pra família.

– Acesso a internet => Nada de ficar entrando em rede social para ficar batendo papo com amigos no horário de trabalho, e nem ficar entrando naquele joguinho on line no momento em que um “inimigo” estiver te atacando, sites pornô? merece justa causa, pedofilia? merece cadeia. O local de trabalho é para você trabalhar, tenha sempre isto em mente, vale para uso em celulares próprios ou, principalmente, internet da empresa. Aproveito e informo que muitas organizações tem acesso total ao que você faz no computador, cuidado, em?

– Preconceito => Mandamento adaptado: Respeite ao próximo como a si mesmo; religião, cor, opção sexual não é motivo para gerar problemas na empresa.

– Discriminação => você não é o rei da cocada preta, aceite as boas ideias daqueles do sexo oposto ao seu ou que tenha uma experiência diferenciada em relação a sua. Não é por que acabaste de sair da faculdade que você sabe mais do que um colaborador que já está a 20 anos na função.

– Assedio moral => O respeito deve prevalecer entre chefes e subordinados, nada de premiar com um abacaxi na frente de todo mundo os vendedores que não baterem a meta do mês, isto vai render processo com valores altos.

– Assedio sexual => Isto não deveria nem existir, ninguém deve oferecer vantagens profissionais em trocas de “favores sexuais”, inclusive, isto é crime, vamos ver o que diz a lei:

É crime:

ART. 216-A do código penal: Constranger alguém com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se o agente da sua condição superior hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício do emprego, cargo ou função.

– Relacionamentos pessoais inconsequentes => Não estou dizendo que é proibido namoro entre funcionários em uma mesma empresa( algumas proíbem em seu código de conduta ), estou dizendo que roupa suja deve ser lavada em casa e não no ambiente de trabalho, se é que me entendem.

– Fraudes, corrupção, roubos => Acho que nem preciso comentar, não é?

– Intrigas, fofocas => É, cada um deve preocupar-se com a própria vida, ficar falando dos outros é feio, não agrega valor e ainda pode trazer problemas sérios.

Bem, pessoal, a gestão da ética nas empresas privadas deve pautar-se nestes princípios.

Fonte: Professor Cristiano Lira no site Administração em concursos;

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Para complementar seus estudos sobre ética sugiro os links abaixo:

1 Conceito de ética.

2 Ética aplicada: noções de ética empresarial e profissional.

3 A gestão da ética nas empresas públicas e privadas.

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