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Instituições Financeiras Oficiais Federais — papel e atuação

Instituições Financeiras Oficiais Federais — papel e atuação

As Instituições Financeiras Federais são regidas pela Lei nº 6.404/76, e pela Lei nº 4.595/1964. Sujeitam-se, portanto, ao regime das empresas privadas. Ao mesmo tempo, estão obrigadas a cumprirem sua função social e a se submeterem à fiscalização do Estado e da sociedade.

As instituições são:

Banco do Brasil S.A. (BB): Saiba mais!!

Foi a primeira instituição financeira a ser criada no Brasil, Sociedade de economia mista (significa que o banco tem ações negociadas em bolsa de valores) de controle acionário da União e até 1986 representava a maior autoridade monetário do país.

Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES): Saiba mais!!

Fundado em 1952, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é um dos maiores bancos de desenvolvimento do mundo e, hoje, o principal instrumento do Governo Federal para o financiamento de longo prazo e investimento em todos os segmentos da economia brasileira.

Banco da Amazônia S.A. (Basa)

diferente das instituições anteriores que tem atuação em todo o território nacional o BASA atua somente na região amazônica (não somente no Amazonas) e a sua sede administrativa é localizada em Belém do Pará.

Banco do Nordeste do Brasil S.A. (BNB)

Criado em 1952, o BNB é hoje, além de administrador dos recursos do FNE
(Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste), considerado o maior
banco de desenvolvimento regional da América Latina. A maior motivação para
sua criação foi baseada nos problemas estruturais os quais a região Nordeste
apresentava, em maior intensidade do que ocorre nos dias atuais, como por
exemplo, as constantes secas e a escassez de recursos estáveis.

Caixa Econômica Federal (Caixa)

Como órgão auxiliar do Governo Federal na execução de sua política creditícia
com efeito social, tanto a CEF, quanto as demais caixas econômicas são
instituições de caráter público atuando na economia de modo autônomo. As
atividades que desenvolve possuem características tanto de banco comercial
quanto de bancos múltiplos, como por exemplo: cadernetas de poupança,
empréstimos sob consignação a funcionários de empresa com desconto em folha
de pagamento, recebimento de depósitos à vista e a prazo etc.

Estas são as principais, mas podemos incluir também:

Brasil Resseguros S.A. (IRB)

Instituto de Resseguros do Brasil (razão social IRB-Brasil Re.) é uma empresa que atua no mercado de resseguros. Criado em 1939 por Getúlio Vargas, o IRB tinha o objetivo de concentrar nas empresas nacionais o resseguro do país, através da própria empresa e de sua política de retrocessão, em que a maior parte do risco era repartido entre as seguradoras nacionais. 

Manteve seu monopólio até 2007, quando através de Lei Complementar o Congresso Nacional reabriu o mercado ressegurador brasileiro, e o IRB passou a ser classificado como Ressegurador Local

Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP).

Promove o desenvolvimento econômico e social do Brasil por meio do fomento público à Ciência, Tecnologia e Inovação em empresas, universidades, institutos tecnológicos e outras instituições públicas ou privadas. Sua visão é transformar o Brasil por meio da inovação. Atua em toda a cadeia da inovação, com foco em ações estratégicas, estruturantes e de impacto para o desenvolvimento sustentável do Brasil.

ESTRUTURA DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL: ÓRGÃOS NORMATIVOS, SUPERVISORES E OPERADORES – Parte 4

Bancos de Desenvolvimento: Os bancos de desenvolvimento são instituições financeiras controladas pelos governos estaduais, e têm como objetivo precípuo proporcionar o suprimento oportuno e adequado dos recursos necessários ao financiamento, a médio e a longo prazos, de programas e projetos que visem a promover o desenvolvimento econômico e social do respectivo Estado. As operações passivas são depósitos a prazo, empréstimos externos, emissão ou endosso de cédulas hipotecárias, emissão de cédulas pignoratícias de debêntures e de Títulos de Desenvolvimento Econômico. As operações ativas são empréstimos e financiamentos, dirigidos prioritariamente ao setor privado. Devem ser constituídos sob a forma de sociedade anônima, com sede na capital do Estado que detiver seu controle acionário, devendo adotar, obrigatória e privativamente, em sua denominação social, a expressão “Banco de Desenvolvimento”, seguida do nome do Estado em que tenha sede (Resolução CMN 394, de 1976)

ESTRUTURA DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL: ÓRGÃOS NORMATIVOS, SUPERVISORES E OPERADORES – Parte 3

Operadores:

Instituições financeiras captadoras de depósito à vista

  • Bancos Múltiplos com carteira comercial : Os bancos múltiplos são instituições financeiras privadas ou públicas que realizam as operações ativas, passivas e acessórias das diversas instituições financeiras, por intermédio das seguintes carteiras: comercial, de investimento e/ou de desenvolvimento, de crédito imobiliário, de arrendamento mercantil e de crédito, financiamento e investimento. Essas operações estão sujeitas às mesmas normas legais e regulamentares aplicáveis às instituições singulares correspondentes às suas carteiras. A carteira de desenvolvimento somente poderá ser operada por banco público. O banco múltiplo deve ser constituído com, no mínimo, duas carteiras, sendo uma delas, obrigatoriamente, comercial ou de investimento, e ser organizado sob a forma de sociedade anônima. As instituições com carteira comercial podem captar depósitos à vista. Na sua denominação social deve constar a expressão “Banco” (Resolução CMN 2.099, de 1994).
  • Bancos Comerciais: Os bancos comerciais são instituições financeiras privadas ou públicas que têm como objetivo principal proporcionar suprimento de recursos necessários para financiar, a curto e a médio prazos, o comércio, a indústria, as empresas prestadoras de serviços, as pessoas físicas e terceiros em geral. A captação de depósitos à vista, livremente movimentáveis, é atividade típica do banco comercial, o qual pode também captar depósitos a prazo. Deve ser constituído sob a forma de sociedade anônima e na sua denominação social deve constar a expressão “Banco” (Resolução CMN 2.099, de 1994).
  • Caixa Econômica Federal:A Caixa Econômica Federal, criada em 1.861, está regulada pelo Decreto-Lei 759, de 12 de agosto de 1969, como empresa pública vinculada ao Ministério da Fazenda. Trata-se de instituição assemelhada aos bancos comerciais, podendo captar depósitos à vista, realizar operações ativas e efetuar prestação de serviços. Uma característica distintiva da Caixa é que ela prioriza a concessão de empréstimos e financiamentos a programas e projetos nas áreas de assistência social, saúde, educação, trabalho, transportes urbanos e esporte. Pode operar com crédito direto ao consumidor, financiando bens de consumo duráveis, emprestar sob garantia de penhor industrial e caução de títulos, bem como tem o monopólio do empréstimo sob penhor de bens pessoais e sob consignação e tem o monopólio da venda de bilhetes de loteria federal. Além de centralizar o recolhimento e posterior aplicação de todos os recursos oriundos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), integra o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e o Sistema Financeiro da Habitação (SFH). Mais informações poderão ser encontradas no endereço:www.caixa.gov.br
  • Cooperativas de Crédito: As cooperativas de crédito se dividem em: singulares, que prestam serviços financeiros de captação e de crédito apenas aos respectivos associados, podendo receber repasses de outras instituições financeiras e realizar aplicações no mercado financeiro; centrais, que prestam serviços às singulares filiadas, e são também responsáveis auxiliares por sua supervisão; e confederações de cooperativas centrais, que prestam serviços a centrais e suas filiadas. Observam, além da legislação e normas gerais aplicáveis ao sistema financeiro: a Lei Complementar nº 130, de 17 de abril de 2009, que institui o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo; a Lei nº 5.764, de 16 de dezembro de 1971, que institui o regime jurídico das sociedades cooperativas; e a Resolução nº 3.859, de 27 de maio de 2010, que disciplina sua constituição e funcionamento. As regras prudenciais são mais estritas para as cooperativas cujo quadro social é mais heterogêneo, como as cooperativas de livre admissão.

Raciocínio Lógico para concursos 2019

Raciocínio Lógico para concursos 2019

Coloquei então todas as matérias como são pedidas nos concursos. E em ordem alfabética.

RACIOCÍNIO-LÓGICO

Afirmações e negações

Álgebra

Argumentação lógica.

Argumentos

Argumentos válidos

Arranjos e permutações.

Cálculos com porcentagens.

Combinações.

Compreensão de estruturas lógicas.

Compreensão e elaboração da lógica das situações por meio de raciocínio matemático.

Compreensão de estruturas lógicas de relações arbitrárias entre pessoas, lugares, objetos ou eventos fictícios; deduzindo novas informações das relações fornecidas e avaliando as condições usadas para estabelecer a estrutura daquelas relações.

Compreensão do processo lógico que, a partir de um conjunto de hipóteses, conduz, de forma válida, a conclusões determinadas.

Compreensão do processo lógico que, a partir de um conjunto de hipóteses, conduz, de forma válida, a conclusão determinadas. (atualizada)

Compreensão e elaboração da estrutura lógica de situações-problema por meio de raciocínio dedutivo.

Compreensão e elaboração da lógica das situações por meio de: raciocínio verbal, raciocínio matemático, raciocínio sequencial, orientação espacial e temporal, formação de conceitos, discriminação de elementos.

Conceitos de raciocínio lógico

Conceitos básicos de raciocínio lógico: Proposições; proposições simples; proposições compostas;   valores lógicos das proposições; sentenças abertas; tabela verdade, número de linhas da tabela verdade; conectivos lógicos;  Negações de proposições. Lógica sentencial (ou proposicional)

conectivos lógicos

conectivos, tautologia e contradições, implicações e equivalências, afirmações e negações, argumento, silogismo, validade de argumento.

conetivos lógicos (conjunção, negação, disjunção inclusiva, condicional)

Conjuntos

Conjuntos numéricos (números naturais, inteiros, racionais e reais) e operações com conjuntos.

Deduzir novas informações das relações fornecidas e avaliar as condições usadas para estabelecer a estrutura daquelas relações.

Diagramas lógicos.

Entendimento da estrutura lógica de relações arbitrárias entre pessoas, lugares, objetos ou eventos fictícios.

Equivalência e implicação lógica

Equivalência entre proposições

Equações e Inequações. Coloquei as do 1º grau ( equações do 2º grau e inequações do 2º grau)

Estruturas lógicas

Estruturas lógicas de relações arbitrárias entre pessoas, lugares, objetos ou eventos fictícios; deduzindo novas informações das relações fornecidas e avaliando as condições usadas para estabelecer a estrutura daquelas relações.

Estruturas lógicasLógica de argumentação: analogias, inferências, deduções e conclusões, Lógica sentencial (ou proposicional), EquivalênciasDiagramas lógicos (Representação por diagramas: Diagramas de Venn),
Lógica de primeira ordem, Princípios de contagem e probabilidade.

Geometria básica.

Implicação lógica; Equivalência lógica

Interpretação de informações de natureza matemática e probabilidade.

Leis  de Morgan

Lógica de argumentação

Lógica de argumentação: analogias, inferências, deduções e conclusões

Lógica proposicional

Lógica sentencial (ou proposicional)

Negação de proposições

Números e grandezas proporcionais: razões e proporções

Números racionais: operações e propriedades

Números racionais, representação fracionária e decimal: operações e propriedades.

Números relativos inteiros e fracionários, operações e propriedades

Operações com conjuntos.

Operações em conjuntos numéricos (naturais, inteiros, racionais e reais)

Operações, propriedades e aplicações (soma, subtração, multiplicação, divisão, potenciação e radiciação).

Orientação espacial e temporal

pertinência e inclusão

Porcentagem

Premissa e Conclusão

Princípios de contagem

Probabilidade

Probabilidade básica

Progressão aritmética

Progressão geométrica

Proposições categóricas

Proposição associada a uma condicional: Recíproca, Contrária e Contrapositiva

Proposições lógicas

Proposições simples e compostas

Propriedades Comutativa, Distributiva e Leis de De Morgan

Questões comentadas de raciocínio Lógico

Questões de Raciocínio Lógico

Raciocínio lógico: conectivos lógicos

Raciocínio lógico envolvendo problemas aritméticos, geométricos e matriciais.

Raciocínio lógico: Interpretação de informações de natureza matemática e probabilidade

Raciocínio Lógico: Lógica de argumentação

Raciocínio lógico: Orientação espacial e temporal

Raciocínio matemático

Raciocínio sequencial

Raciocínio sequencial, orientação espacial e temporal

Raciocínio verbal

Representação por diagramas: Diagramas de Venn (Diagramas Lógicos)

Resolução de problemas envolvendo frações,  conjuntos,  porcentagens, sequências (com números, com figuras, de palavras).

Razões e Proporções

Regras de Três Simples e Compostas

Sentenças Abertas

Sequências numéricas

Silogismo

sistemas lineares.

Sistemas de Medidas

Tabela verdade

Tautologias, Contradições e Contingências

Teoria dos conjuntos

Teoria dos conjuntos: as relações de pertinência, inclusão e igualdade

Trigonometria

Valores lógicos das proposições

Volumes

Sistema de Pagamento Brasileiro – Parte 4

3º A lei  nº 10.214  de 27 de março de 2001 Dispõe sobre a atuação das câmaras e dos prestadores de serviços de compensação e de liquidação, no âmbito do sistema de pagamentos brasileiro, e dá outras providências.

 

Presidência da República

Casa Civil

Subchefia para Assuntos Jurídicos

LEI No 10.214, DE 27 DE MARÇO DE 2001.

 

Conversão da MPv nº 2.115-16, de 2001

Dispõe sobre a atuação das câmaras e dos prestadores de serviços de compensação e de liquidação, no âmbito do sistema de pagamentos brasileiro, e dá outras providências.

 

Faço saber que o PRESIDENTE DA REPÚBLICA adotou a Medida Provisória nº 2.115-16, de 2001, que o Congresso Nacional aprovou, e eu Jader Barbalho, Presidente do Senado Federal, para os efeitos do disposto no parágrafo único do art. 62 da Constituição Federal, promulgo a seguinte Lei:

Sistema de Pagamento Brasileiro – Parte 3

2º Um artigo de Newton Freitas que fala sobre a história do SPB

HISTÓRIA DO SISTEMA DE PAGAMENTOS BRASILEIRO

Os bancos têm três funções principais: 1) a função do depósito; 2) a função do sistema de pagamentos; 3) a função de crédito.

A função de sistema de pagamentos é exercida pelos bancos na medida em que realizam a liquidação financeira das transações na economia.

No século XVII, nasceu a primeira câmara de compensação na França, cidade de Lião.

Em 1921, nasceu a Câmara de Compensação do Rio de Janeiro, sob a responsabilidade do Banco do Brasil (Lei nº 2.591, de 07.08.1912).

Sistema de Pagamento Brasileiro – Parte 2

SELIC

– O Selic é um sistema informatizado que se destina à custódia de títulos escriturais de emissão do Tesouro Nacional, bem como ao registro e à liquidação de operações com os referidos títulos.

– Liquidadas Brutos em Tempo Real – LBTR (Online)

– Participantes do Selic: Bancos, caixas econômicas, SCTVM, SDTVM, BACEN; fundos; entidades abertas e fechadas de previdência complementar, sociedades seguradoras, resseguradores locais, operadoras de planos de assistência à saúde e sociedades de capitalização outras entidades, a critério do administrador do Selic.

– Administrado pelo Banco Central do Brasil operado em parceria com a Anbima.

Sistema de Pagamento Brasileiro

Esta postagem foi desenvolvida da seguinte forma:

1º Matéria retirada do blog de Leidson Rangel Graduado Em Administração pela UFS, graduando em Direito pela UNIT, pós-graduado em Gerenciamento de Projetos pela FANESE, pós-graduando em Gestão Estratégica de Instituições de Ensino Superior pela UNIT, foi funcionário concursado do Banese, Caixa Econômica Federal e Petrobras, atualmente é Gerente Financeiro da SET (mantenedora da UNIT-Universidade Tiradentes e FITS-Faculdade Integrada Tiradentes. Esta matéria está muito boa.

2º Um artigo de Newton Freitas que fala sobre a história do SPB

3º A lei  nº 10.214  de 27 de março de 2001 Dispõe sobre a atuação das câmaras e dos prestadores de serviços de compensação e de liquidação, no âmbito do sistema de pagamentos brasileiro, e dá outras providências.

Cheque: Circulação, endosso, cruzamento e compensação – Parte 2

Cruzamento do cheque:

Cheque cruzado

O cheque cruzado é aquele em que o emitente apôs dois traços paralelos no anverso do título de crédito.

O cheque cruzado pode ser de dois tipos:

a) Em branco: atravessado no anverso por dois traços paralelos (depositado em qualquer banco), ou seja, Quando o emitente cruzar o cheque o beneficiário não poderá sacá-lo no caixa em espécie, deverá depositá-lo em alguma conta bancária.

b) Em preto ou especial: dentro das linhas paralelas está escrito o nome do banco a ser depositado, ou seja, se dentro dos traços do cruzamento constar o nome do Banco Nacional o beneficiário não poderá depositá-lo no Banco de Minas.Lei 7.357/85 – art. 44 O emitente ou o portador podem cruzar o cheque, mediante a aposição de dois traços paralelos no anverso do título. 45 O cheque com cruzamento geral só pode ser pago pelo sacado a banco ou a cliente do sacado, mediante crédito em conta. O cheque com cruzamento especial só pode ser pago pelo sacado ao banco indicado, ou, se este for o sacado, a cliente seu, mediante crédito em conta. Pode, entretanto, o banco designado incumbir outro da cobrança.

Cheque: Circulação, endosso, cruzamento e compensação

Esta postagem complementa a postagem: Cheque requisitos essenciais. No final dela coloquei um programa de tv chamado Prova Final que foi dividido em 6 partes e aborda bem o assunto de cheques para que você complemente seus estudos. 

Cheque:

Circulação: Um cheque emitido para terceiros envolve, pelo menos, três pessoas físicas ou jurídicas com direitos e obrigações diferentes:

A primeira é o emitente, aquele que é o titular da conta bancária. Sua obrigação ao emitir o cheque é possuir saldo em sua conta corrente e preencher e assinar o cheque corretamente;

a segunda é o estabelecimento bancário, também chamado sacado, no qual o emitente mantém sua conta corrente bancária. Sua obrigação é pagar ou disponibilizar o crédito respectivo, conforme ordem emanada do cheque, ou seja, em favor do beneficiário, ou, no caso de endosso em favor do endossatário;