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A pluralidade de normas: regionais, sociais, etárias e estilísticas (registros) – Parte 2

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A pluralidade de normas: regionais, sociais, etárias e estilísticas (registros) – Parte 2

3 O PRECONCEITO LINGUÍSTICO

O preconceito, de maneira geral, aparece no momento em que se adiantam julgamentos antes de se aprofundar mais nas informações. Diz respeito a uma forma de pensamento pré-concebida, sem firmeza e sem embasamento concreto. Já o preconceito linguístico costuma aparecer nas mais variadas formas de expressão. A música, uma das expressões de maior popularidade, de mais possibilidades e também por apresentar as características específicas de cada cidade/região, vira alvo fácil de julgamentos pré-concebidos.

A discriminação na língua pode muito bem ser produto tanto da relação conflituosa entre gramática normativa e língua, assim como, do distanciamento estabelecido entre língua falada e língua escrita, do preconceito regional, ou dos três juntos, mas principalmente, pode estar ligada à questão da variação linguística. Ela existe devido a diversos fatores, tais como: região, faixa etária, classe social e profissão. Isso permite pensar que não há um uso mais perfeito que o outro. Em uma mesma comunidade linguística convivem distintos modos de utilização, não havendo um modelo de linguagem que possa ser avaliado como superior. Vale ressaltar que língua nada mais é do que um código por meio do qual as pessoas se comunicam e interagem entre si, e que não se apresenta uniforme nem mesmo num espaço limitado, como um país pequeno, por exemplo.
Na tentativa de analisar a questão da discriminação linguística, vale à pena falar de três de uma série de mitos citados por Bagno (1999) em seu livro “Preconceito linguístico”. O primeiro enfatiza que “o português no Brasil apresenta uma unidade surpreendente”. Segundo Bagno, esse é o maior e o mais sério dos mitos. Algo muito enraizado na cultura brasileira, ao ponto de ser reconhecido como uma verdade até mesmo por importantes intelectuais do país. É um mito tão antigo quanto danoso, na medida em que desconhece a heterogeneidade do português falado no Brasil, bem como, recusa o estilo multilingue do país. De acordo com Bagno, “a ciência linguística moderna já provou e comprovou que não existe nem uma língua no mundo que seja… homogênea… o monolinguismo é uma ficção”. No caso do Brasil, um país muito extenso é evidente que o nível de variação e diversificação na linguagem é, ao mesmo tempo, muito grande.

O fato é que devido à preservação desse mito e também da grande injustiça social ainda presente no Brasil, se faz notório a existência de uma distância considerável entre as pessoas que falam variedades desprestigiadas do português brasileiro (a maioria e também as mais pobres) e as pessoas que falam variedades mais respeitadas (a minoria e também as mais abastadas). Quando se fala em norma-padrão da língua portuguesa (a chamada norma culta), ou seja, aquela forma considerada como a correta, como um modelo a ser seguido, percebe-se que a distância entre esta e os dois outros tipos de variedade é ainda maior. Um “abismo… ainda mais profundo”, como diz Marcos Bagno.
O mesmo autor explica que “uma quantidade gigantesca de brasileiros permanece à margem do domínio das formas prestigiadas de uso da língua”. Deste modo, ele denomina essas pessoas de “sem língua”, fazendo uma analogia aos denominados como sem teto, sem terra, sem escola, sem trabalho ou sem saúde. Vale ressaltar que esses cidadãos têm uma língua é lógico. Porém essa língua pertence ao grupo de variedades lingüísticas desvalorizadas pela sociedade, e que constantemente viram alvo de gozação. Quem debocha é justamente aquele cidadão letrado.

Basta verificar alguns estudos na área para se perceber que as pessoas chamadas por Bagno de “sem língua” têm bastante problema em entender os recados remetidos a elas pelo poder público, recados esses que se utilizam unicamente da norma-padrão. Bagno apud Gnerre, faz uma constatação interessante sobre essa questão, ao observar que a discriminação começa na própria Constituição Brasileira. Mesmo declarando que todas as pessoas são iguais; esse importante documento é elaborado numa linguagem que a grande maioria dos brasileiros não consegue compreender. O texto poderia ser mais acessível, caso todos os brasileiros tivessem acesso à língua oficial, no entanto não é isso o que acontece.

O segundo mito que merece ênfase no presente texto dita que “o certo é falar assim porque se escreve assim”. Para ilustrar essa falsa verdade, Bagno cita a palavra teatro na pronúncia do pernambucano (TÉ-atru), do carioca (TCHI-atru) e do paulistano (TÊ-atru). Estariam essas formas de falar, erradas? É evidente que não. Elas existem graças a um acontecimento chamado variação linguística.
Permanece entretanto, uma tendência que pode sem dúvida ser reconhecida como preconceito, no sentido de exigir do aluno que pronuncie as palavras da mesma forma que as escreve. Trata-se de uma supervalorização da língua escrita paralela a uma aversão pela língua falada. Bagno diz que esse “é um preconceito que data de antes de Cristo”, de tão antigo que é.

Orientar a escrita de acordo com a ortografia oficial é necessário, entretanto, censurar os sotaques diferentes, avaliando-os como errado é o que não se pode fazer. “Mais justo e democrático” – diz Bagno – seria explicar ao aluno que ele está livre para falar do seu jeito, mas que para escrever só existe uma maneira e isso acontece para que todos consigam ler e entender. Essa complexa relação entre língua falada e língua escrita é muito remota, por isso carece de uma revisão minuciosa no ensino, reconhece Bagno.
A língua escrita (literária) teve dedicação especial dos estudos gramaticais no longo período de dois mil anos. Já a língua falada, por sua vez, somente passou a ser tema de estudos no início do século XX, quando surgiu a ciência lingüística. As duas, evidentemente, são bem distintas entre si. Enquanto a língua falada demanda um aprendizado bem natural e se constitui em uma ferramenta fundamental de sobrevivência, a língua escrita se caracteriza por uma artificialidade incondicional e um aprendizado sistemático, que envolve regras. Sobre a importância cientifica da língua falada, Bagno(1999) fala que esta se dá “principalmente no fato de ser nessa língua falada que ocorrem as mudanças e as variações que incessantemente vão transformando a língua”, sendo que a língua falada diz muito mais a respeito do português brasileiro do que a língua escrita. As pessoas podem até chegar ao fim da vida sendo analfabetas, mas nunca poderão deixar de ser consideradas como falantes do nosso idioma. Vale à pena dizer que o ser humano viveu na terra por 990.000 anos exclusivamente falando. De acordo com os PCN “s(1997, p.15):
[…] o domínio da língua escrita e oral, é fundamental pra a participação social efetiva, pois é por meio dela, que o homem se comunica, tem acesso á informação, expressa e defende pontos de vista, partilha ou constrói visões de mundo, produz conhecimento.
O aparecimento dos estudos ligados à gramática se deu na Grécia antiga com o nítido objetivo de “enfeitar” ainda mais a língua literária. Ocorreu que as regras da língua literária se estenderam também à língua falada. O fato é que atualmente, a gramática tradicional praticamente não considera os fenômenos da língua oral. Alguns autores enfatizam a verdadeira maneira de escrever seja a língua literária; a única a ter o mérito de ser estudada na escola.

O terceiro mito que se pretende destacar é o seguinte: “é preciso saber gramática para falar e escrever bem”. Essa falsa verdade parece ser unanimidade na voz de muitos educadores, especialmente os que trabalham com língua portuguesa. Ela também costuma aparecer destacada nos principais sumários que envolvem o estudo da gramática. Faz-se necessário ao mesmo tempo, dizer que pais de alunos resistem à escolha de métodos do ensino da língua, que sejam menos conservadores e que deixam de acompanhar rigorosamente o que manda a gramática. Sobre isso Bagno diz que: Conhece “gente que tirou seus filhos de uma escola porque o livro didático ali adotado não ensinava coisas (indispensáveis) como antônimas, coletivos, e análise sintática”.

É preciso, porém, compreender o porquê dessa afirmação ser reconhecidamente um mito, que Perini, citado por Bagno, diz que não há nenhuma lógica que embase essa idéia. A lógica até existe, mas é para confirmar o oposto. Caso esse mito fosse real, gramáticos em geral seriam escritores de qualidade e qualquer escritor seria um grande gramático. Bagno ressalta, além disso, que é preciso duvidar de livros que se intitulam como gramática da língua portuguesa, quando esses não deixarem claros seus objetos de estudo, pois, a gramática nesses livros representa apenas uma das inúmeras modalidades, tais como: gramática da língua portuguesa escrita, literária, formal e antiga.
Bagno ensina que “a gramática normativa é decorrência da língua. É subordinada a ela, dependente dela”. Acontece, no entanto, que “a gramática passou a ser um instrumento de poder e de controle social, de exclusão social”, daí, a idéia de que se fala ou escreve o idioma, necessita-se da gramática, o que oferecesse de perfeito e necessário para a língua.

A gramática normativa oficializa a norma padrão. Ela é mais um exemplar antiquado, que se baseia em escritores portugueses da primeira metade do século XIX. Existe, todavia, a chamada norma culta, que é compreendida por certos estudiosos da língua portuguesa, como o conjunto das diversidades linguísticas mais bem consideradas e que são utilizadas no dia-a-dia das pessoas letradas. Quem assume entender dessa forma, tem que admitir que norma culta realmente exista. Para Antunes (2003, p.94) sobre a concepção de regras:

O conhecimento que o falante tem das regras que especificam o uso de sua língua é um conhecimento intuitivo, implícito, ou seja, não requer, em princípio, que se saiba explicitá-lo ou explicá-la. No entanto, esse saber implícito acerca do uso da língua pode ser enriquecido e ampliado com o conhecimento explícito dessas mesmas regras.
Nesse caso, para se elaborar uma gramática realmente proveitosa aos brasileiros, a primeira coisa a se fazer seria reconhecer quem são os usuários mais letrados, a fim de sistematizar a língua usada por eles. Trata-se de uma questão muito importante e necessária, pois essa norma culta iria substituir à velha e tradicional gramática normativa (baseada em escritores artísticos e literários do passado) já tão ultrapassada.

 

3.1-Variação linguística

 

A língua portuguesa, assim como todos os idiomas do planeta, não se mostra semelhante em todo o território brasileiro. Além disso, da mesma maneira que temos a pluralidade cultural, também temos a pluralidade linguística, algo simples de ser notado nesse imenso país que é o Brasil. Essa pluralidade na língua é o que chamamos de variação linguística.
Segundo Bagno (1999, p.52) “se existisse língua difícil”, ninguém no mundo falaria húngaro, chinês ou guarani, no entanto essas línguas são faladas por milhões de pessoas (bilhões, no caso do chinês), inclusive criancinhas analfabetas!
Os processos de variação lingüística costumam ser mais observados na pronúncia ou no vocabulário, embora esteja presente em todos os planos de funcionamento da língua. Os fatores que determinam tal variação são inúmeros, mas podem-se destacar alguns: a variação social, que acontece entre pessoas que pertencem a diferentes grupos sociais; a variação por faixa etária, que ocorre entre pessoas de diferentes idades (adultos, velhos, jovens e crianças); Variação estilística, que se dão quando um mesmo indivíduo se envolve em diferentes circunstâncias de comunicação: se está em um ambiente familiar, profissional, o grau de intimidade, o tipo de assunto tratado e quem são os receptores; variação histórica, que ocorre ao longo de um determinado período de tempo, pode ser identificada ao se comparar dois estados de uma língua, como o antigo e o novo, por exemplo, e por último a variação regional ou geográfica, que acontece entre pessoas de diferentes regiões em que se fala a mesma língua.

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3.2-Variação linguística regional ou geográfica

 

A variação regional ou geográfica diz respeito aos vários tipos de pronúncia, vocabulário e estrutura sintática entre regiões. No interior de uma comunidade maior , formam-se comunidades linguísticas menores, em volta de centros polarizadores , bem como, política e economia, que terminam por decidir os padrões linguísticos utilizados na região na qual influenciam. As distinções linguísticas entre as regiões são graduais, e por isso nem sempre coincidem.
Trata-se, como foi mencionado no parágrafo acima, de formas variadas no falar praticado entre pessoas de diferentes regiões em que se fala a mesma língua, por isso tem-se os falares gaúcho, nordestino, carioca e o chamado dialeto caipira. Assim, como a cultura de cada região é singular, o mesmo acontece com a língua. Notam-se facilmente as diferenças quando se observa a pronúncia de cada região. Os cariocas, por exemplo, tem um jeito muito particular de falar o “s” e o “r”, assim, com o os paulistas e gaúchos. O vocabulário também varia bastante de região para região, como no caso dessas palavras: pipa – papagaio – pandorga – maranhão; pão francês – pão de trigo – cacetinho; aipim – mandioca – macaxeira. Como algo que enfatiza os vocabulários diversos e específicos de cada região brasileira.

 

4. Preconceito regional

 

O preconceito linguístico pode ser resultado de outro tipo de preconceito em um nível mais amplo, o regional, uma forma de discriminação que é solidificada pelo não aceitamento das variações, não só na fala como também na cultura. Desta forma muitas pessoas rotulam os demais cidadãos que residem em outras regiões, os ridicularizando.
Todo mundo certamente já ouviu essas críticas debochadas: baiano é preguiçoso, mineiro é caipira, carioca é metido, paulista é cheio de manias e gírias, gaúcho é gay, cearense é cabeça chata e brasiliense é corrupto. Essas declarações são muito comuns e confirmam o preconceito generalizado. As pessoas, nesse caso, agem como se isso não tivesse importância ou conseqüência. Aí é que está o engano, pois, as conseqüências existem e são bem negativas.
O preconceito regional tem se constituído como objeto de estudo e de preocupação por parte de algumas ciências, que desejam descobrir sua origem, bem como, encontrar um esclarecimento para tal comportamento advindo do ser humano. Uma possível resposta foi encontrada. Trata-se do problema que o ser humano tem em perceber que todas as espécies possuem características que as tornam singulares, e que isso não obrigatoriamente as coloca em posição desfavorecida ou afastada de seu ambiente natural.
Diante dessa idéia, deveria se pensar que as diferenças de cada um ou de cada grupo poderiam ser vistas como algo vantajoso para todos, mas, normalmente não acontece; a única conclusão a que se pode chegar é que a ignorância e a carência de informações são a principal causa do preconceito, não importando se seja de cor, raça, gênero ou região. O resultado quase sempre é devastador, por gerar discriminação, exclusão e violência.
A questão do preconceito lingüístico não se apresenta naquilo que se fala, porém, na pessoa que fala. Dessa forma, o preconceito regional é um ponto para onde convergem todos os outros tipos de discriminação ou desigualdade, um tem ligação com o outro, provocando um circulo vicioso. Esse é o motivo pelo qual, provavelmente, o preconceito com a linguagem falada tenha a ver não simplesmente a alguma localidade, mas, além disso, aos vícios de linguagem e nos vocábulos pronunciados “errados”. Porém, se a língua é livre e todo indivíduo tem o seu próprio jeito de se articular e se expressar, carece somente a aquele que discrimina vir, a saber, disso e mudar seus conceitos e atitudes. E aqui está o grande desafio de educadores e da sociedade em geral, fazer com que as pessoas compreendam que as diferenças precisam ser respeitadas.
Diante do desafio imposto pelos paradigmas que conduzem ao preconceito lingüístico, existe muita coisa a ser feita. Uma delas é mudar o círculo vicioso que leva a esse preconceito na escola. Bagno argumenta que existem três elementos que fazem parte desse círculo, apelidado por ele de “santíssima trindade do preconceito lingüístico, são eles: a gramática tradicional, os métodos tradicionais de ensino e os livros didáticos”. O texto de Bagno explica como se forma esse círculo.
Assim, a gramática tradicional inspira a prática de ensino, que por sua vez provoca o surgimento da indústria do livro didático, cujos autores fechando o círculo recorrem à gramática tradicional como fonte de concepções e teorias sobre a língua. Sobre isso se pode concluir que as mudanças já são bastante perceptíveis. A gramática tradicional continua presente, segundo Bagno, impondo “sua vertente normativa – prescritivista”. Para se confirmar basta dar uma olhada nos sumários gramaticais da atualidade. Já a prática de ensino, que tem características especifica em cada região, em cada escola e principalmente em cada professor que a desenvolve, segue uma tendência a derrubar preconceitos. A iniciativa para essa mudança parte do próprio Ministério da Educação, que muito tem feito para estimular reflexões a cerca de assuntos ligados à ética e a cidadania plena do individuo. Ao menos isso se faz notar nas escolas públicas de ensino. Influenciadas por essas mudanças na prática de ensino, um grande numero de editoras vem se esforçando na tentativa de elaborar livros didáticos mais adequados as inovações presentes nas concepções pedagógicas PNLD – Plano Nacional do Livro Didático – tem cooperado para uma revisão das antigas formas de elaboração desse tipo de material. Realmente, o discurso contido nos novos livros favorece a diminuição do preconceito e do respeito à diversidade lingüística e cultural.
Nesse contexto se faz urgentemente necessário que as instituições, não só as escolares, mas, todas aquelas que trabalham com educação e cultura, deixem de lado todos os mitos e assumam de vez que a diversidade lingüística brasileira é muito grande e precisa ser valorizada ao invés de ser discriminada. A escola precisa entender que as variações lingüísticas são algo natural e estão ligadas à pronúncia e não escrita. Se para falar bem e escrever bem é preciso estudar gramática, pode se concluir que diante de todas as críticas destinadas a essa questão, se faz necessário rever o uso da gramática e a forma como ela é apresentada aos alunos. Faz-se crer que ela precisa ser revista e modernizada no que se refere ao seu conteúdo.

 

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

No decorrer deste texto o preconceito linguístico, não passa só pela questão dos mitos, mas, também por outras questões mais amplas como o preconceito regional, leque que envolve não só a língua, mas também a cultura de maneira geral. Tais discriminações muitas vezes são adquiridas pelo ser humano desde o nascimento, ou seja, da forma como é educada pela família. Algo desse tipo deve ser abordado na escola, de preferência envolvendo a família, devido à tamanha gravidade, a fim de formar cidadãos compreensivos, responsáveis e que tenham respeito pelas diversidades que existem no Brasil.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS
BAGNO, Marcos, Preconceito Lingüístico. Edições Loyola, São Paulo, 1999.
COELHO, Lucivanda Mira: Leitura e escrita, práticas responsáveis pelo Desenvolvimento do Ensino-Aprendizado. Instituto Macapaense do melhor Ensino superior. Macapá: 2010.
DOMINGUES, chirley, MANO, Monica trindade: Leitura e Produção Textual Disciplina na modalidade a distancia. Livro didático 3ª edição revista atualizada. Produzido. Universidade do sul de Santa Catarina2008. Unisulvirtual.

Este texto foi retirado do site webartigos

 

 

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