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Categoria: Português

Classe de palavras – Exercícios

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1 A forma correta do verbo submeter-se, na 1a. pessoa do plural do imperativo afirmativo é:

a) submetamo-nos
b) submeta-se
c) submete-te
d) submetei-vos

 

2 __________ mesmo que és capaz de vencer; __________ e não __________ .

a) Mostra a ti – decide-te – desanime
b) Mostre a ti – decida-te – desanimes
c) Mostra a ti – decida-te – desanimes
d) Mostra a ti – decide-te – desanimesd) Descubra – presta – veja

Classes de palavras

A Morfologia é o estudo da estrutura, da formação e da classificação das palavras. Ela estuda as palavras isoladamente, não observando suas funções dentro das frases ou períodos, como faz a sintaxe.

A morfologia estuda as CLASSES DE PALAVRAS, ou seja, a forma das palavras.

Neste artigo veremos as classes de palavras de modo geral, para você ter uma noção sobre elas.

Em cada Classe de palavras tem um link onde eu aprofundo mais a explicação de cada uma.

Caso preferir, no vídeo abaixo tem esta postagem em áudio e vídeo

As classes de palavras são dez: substantivo, verbo, adjetivo, pronome, artigo, numeral, preposição, conjunção, interjeição e advérbio.

Características das modalidades da língua: oral e escrita – Parte 2

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Nível de vocabulário

Quanto ao nível de vocabulário, o autor assume que falantes e escritores não fazem a seleção de itens lexicais de um mesmo estoque. Ele considera haver palavras e expressões exclusivas de cada repertório e um sem-número de itens neutros, que ocorrem normalmente em ambos os repertórios. Os níveis se verificam nos distintos registros linguísticos, considerando a adequação dos itens escolhidos e do repertório em si.

O autor observa que o vocabulário da fala é inovador e flutuante, enquanto o vocabulário da escrita é, em geral, conservador.

A linguagem escrita se enriquece com a ampliação do seu repertório, ao passo que a riqueza do repertório da linguagem falada constitui nas constantes transformações de sentido dos itens de seu repertório limitado.

Tal fato confirma que, apesar de os vocabulários de cada modalidade serem característicos, itens lexicais mais ou menos formais ou coloquiais podem ser utilizados pelo falante e pelo escritor quando lhes forem convenientes.

Construção de oração

Características das modalidades da língua: oral e escrita

Características das modalidades da língua: oral e escrita

A NATUREZA DAS MODALIDADES ORAL E ESCRITA

José Mario Botelho (UERJ e FEUDUC)

INTRODUÇÃO

Que a linguagem escrita e a linguagem oral não constituem modalidades estanques, apesar de apresentarem diferenças devido à condição de produção, é um fato incontestável. Contudo, há particularidades de outras ordens que as tornam modalidades específicas da língua.

Tais particularidades são, de fato, elementos exclusivos de cada uma delas, como a gesticulação, por exemplo, na linguagem oral, e a reedição de texto, com apagamento do texto anterior, na linguagem escrita.

Certamente, as pessoas não escrevem exatamente do mesmo modo que falam, uma vez que se tratam de processos diferentes. Essas diferentes condições de produção para usos de diferentes intenções propiciam a criação de diferentes tipos de linguagem, que se agrupam nas duas modalidades da língua.

Fatores como: o contexto, a intenção do usuário e a temática, são responsáveis pelas diferenças entre a linguagem oral e a linguagem escrita, que, nem por isso, são estanques.

A LINGUAGEM ORAL E A LINGUAGEM ESCRITA, SEGUNDO CHAFE

Sem desprezar as diversas teorias acerca das modalidades de uma dada língua, este trabalho se deterá nos estudos de Chafe (1987), que melhor estabeleceu as diferenças entre a linguagem oral e a linguagem escrita, apresentando uma proposta de análise, a partir da qual foi possível se estabelecer uma comparação.

Estrutura e Formação das palavras – Exercícios com Gabarito

Estrutura e Formação das palavras – Exercícios com Gabarito

 

QUESTÃO 1

Ano: 2017 Banca: COSEAC Órgão: UFF Prova: Técnico de Tecnologia da Informação

A palavra “repintando” traz em seu início o prefixo “re-”, que nos dá a noção de algo que se repete. Então, “repintando” significa “pintar outra vez”. A palavra abaixo formada com esse mesmo prefixo, com ideia de repetição, é:

a) retrato.

b) reabro.

c) respirar.

d) remotos.

e) recendentes.

Conectivos: valores lógico-semânticos – Parte 3

Conjunções coordenativas

Estabelecem cinco tipos de relações, como se especifica nos exemplos que seguem.

Relação Principais conjunções e locuções conjuntivas Exemplos
Adição
(aditiva)
E, nem, não só…mas também Não só está feliz, como também sorri bastante.
Oposição (adversativa) Mas, porém, contudo, todavia, entretanto, no entanto, não obstante Está feliz com a carta, porém continua esperando a chegada do irmão.
Alternância (alternativa) Ou, ou…ou, ora…ora, quer…quer Ora chove torrencialmente, ora há uma seca insuportável.
Explicação (explicativa) Que, pois (antes do verbo), porque, uma vez que Faltou à aula, pois não está na sala.
Conclusão (conclusiva) Pois (em geral, após o verbo), portanto, logo, por isso Não está na sala, portanto não está na sala.

Observações:

1. É comum uma conjunção assumir um valor semântico diferente do que é o usual.

Exemplo:

 É rico, e pede esmolas.
A conjunção “e”, no contexto, assume o valor de oposição

 Fique quieto ou terá de sair.
A conjunção “ou”, no contexto, assume o valor de uma condição.

2. A explicação não deve ser confundida com a causa.

Se existe uma causa, há entre as orações do período uma relação de causa e conseqüência ou causa e efeito. Além disso, a     causa deve ser um fato anterior à conseqüência.

Se existe uma explicação, pode-se considerar duas possibilidades:

• Há uma ordem (verbo no imperativo) que se quer justificar (Saia, que estou mandando.);
• Há uma afirmação sobre um fato que se justifica por uma observação posterior ao fato (Carla saiu, pois as portas e janelas da       casa estão fechadas.).

Conjunções subordinativas

Há dois tipos: integrantes (que relacionam orações subordinadas adverbiais à principal) e outras, às vezes chamadas de adverbiais (que relacionam orações subordinadas adverbiais à principal).

As integrantes são as palavras “que” e “se”. A essa última acrescenta-se um valor de dúvida. Compare:

Jorge disse que saiu.
Jorge não sabe se sairá.

As conjunções subordinativas adverbiais estabelecem nove relações lógicas (semânticas), como se exemplifica a seguir.

Relação Principais conjunções e locuções
conjuntivas
Exemplos
Causa (causal) Porque, uma vez que, já que, visto que Resfriou-se porque insiste em ficar descalço.
Conseqüência (consecutiva) (tão, tanto, tal, na oração principal) que, de modo que Está tão resfriado que mal pode falar.
Condição (condicional) Se, caso, desde que Caso tenha dúvidas, consulte o plantão de atendimento aos alunos.
Concessão (concessiva) Embora, ainda que Ainda que se mostre feliz, meu pai anda muito preocupado.
Comparação (comparativa) Como, (tanto, na oração principal) quanto É tão jovem quanto a filha!
Conformidade (conformativa) Como, conforme, segundo Conforme disse o jornalista, o empresário não quis responder às perguntas.
Tempo (temporal) Quando, assim que, antes que, desde que, depois que, mal Quando cheguei à escola, soube do ocorrido.
Finalidade (final) A fim de que, para que, porque (seguido de verbo no subjuntivo) Estude para que tudo saia bem na prova.
Proporção (proporcional) À proporção que, à medida que, quanto menos, quanto mais À medida que nos aproximamos da praia, o cheiro do mar invade nossos pulmões.

Observações:

1. Uma mesma conjunção pode assumir diferentes valores, em função do contexto. Exemplos:

 Desde que o conheço, não sinto mais solidão.
Você pode sair, desde que cumpra com suas obrigações.

Conectivos: valores lógico-semânticos

Conectivos: valores lógico-semânticos:

VALOR SEMÂNTICO DOS CONECTIVOS

Preposição é uma classe de palavras com o objetivo de ligar palavras e orações. Nessas ligações, as preposições podem, ou não, acrescentar valor semântico ao período.

Preposições que são apenas uma exigência do termo antecedente, isto é, que não acrescentam qualquer valor semântico, são chamadas de relacionais. As preposições relacionais introduzem o objeto indireto ou o complemento nominal.

Emprego do sinal indicativo de crase

A ortografia oficial de uma língua é o conjunto de regras e padrões que definem a forma correta de escrita das palavras (emprego das letras), bem como o uso correto dos sinais de acentuação, emprego do sinal indicativo de crase e dos sinais de pontuação.

Nesta postagem veremos o emprego do sinal indicativo de crase e no final dela tem links para as postagens sobre emprego das letras, emprego dos sinais de acentuaçãopontuação

Emprego do sinal indicativo de crase

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CRASE

Compreensão e interpretação de textos (Complemento)

Compreensão e interpretação de textos de gêneros variados

A compreensão de um texto é fazer uma análise objetiva do texto. É verificar o que realmente está escrito nele. Já a interpretação de texto imagina o que as ideias do texto tem a ver com a realidade.

O leitor tira conclusões subjetivas do texto.

 

Se preferir o vídeo abaixo tem a postagem em vídeo e áudio:

Compreensão e interpretação de textos de gêneros variados

Compreensão e interpretação de textos de gêneros variados

A compreensão de um texto é fazer uma análise objetiva do texto. É verificar o que realmente está escrito nele. Já a interpretação de texto imagina o que as ideias do texto tem a ver com a realidade.

O leitor tira conclusões subjetivas do texto.

Caso preferir, no vídeo abaixo tem esta postagem em áudio e vídeo

 

Compreensão de textos

Sintaxe da oração e do período

Sintaxe da oração e do período

 

Vamos começar respondendo a seguinte pergunta:

 

O que é análise sintática?

É uma parte da gramática que estuda a relação entre as palavras de uma frase, ou seja, é a função das palavras na formação dos períodos para que as frases tenham sentido.

Bom, agora é necessário sabermos o que seria exatamente uma frase, uma oração e um período.