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Mês: novembro 2016

Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965): Das Eleições – Parte 4

TÍTULO II

DOS ATOS PREPARATÓRIOS DA VOTAÇÃO

        Art. 114. Até 70 (setenta) dias antes da data marcada para a eleição, todos os que requererem inscrição como eleitor, ou transferência, já devem estar devidamente qualificados e os respectivos títulos prontos para a entrega, se deferidos pelo juiz eleitoral.

Parágrafo único. Será punido nos termos do art. 293 o juiz eleitoral, o escrivão eleitoral, o preparador ou o funcionário responsável pela transgressão do preceituado neste artigo ou pela não entrega do título pronto ao eleitor que o procurar.

Art. 115. O s juizes eleitorais, sob pena de responsabilidade comunicarão ao Tribunal Regional, até 30 (trinta) dias antes de cada eleição, o número de eleitores alistados.

Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965): Das Eleições – Parte 3

CAPÍTULO II

DO VOTO SECRETO

        Art. 103. O sigilo do voto é assegurado mediante as seguintes providências:

        I – uso de cédulas oficiais em todas as eleições, de acordo com modelo aprovado pelo Tribunal Superior;

        II – isolamento do eleitor em cabine indevassável para o só efeito de assinalar na cédula o candidato de sua escolha e, em seguida, fechá-la;

        III – verificação da autenticidade da cédula oficial à vista das rubricas;

        IV – emprego de urna que assegure a inviolabilidade do sufrágio e seja suficientemente ampla para que não se acumulem as cédulas na ordem que forem introduzidas.

O título do Capítulo II dispõe acerca do sigilo do voto. Trata-se de direito público subjetivo do cidadão-eleitor. Este tema é de extrema relevância a ponto, inclusive, de constar como objeto de cláusula pétrea constitucional (art. 60, § 4º, II, da Constituição Federal)3.Com efeito, o insulamento visa assegurar o caráter sigiloso do voto, o que significa dizer que visa proteger a liberdade de escolha do eleitor. Neste sentido, Luigi Preti leciona: “O segredo do voto está diretamente relacionado à liberdade do eleitor. Apenas se o voto for secreto, qualquer cidadão-eleitor, que possa estar em estado de sujeição, terá a segurança de não ser eventualmente perseguido em razão de seu comportamento e, poderá, portanto, dizer-se verdadeiramente livre.”

Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965): Das Eleições – Parte 2

CAPÍTULO I

DO REGISTRO DOS CANDIDATOS

        Art. 87. Somente podem concorrer às eleições candidatos registrados por partidos.

Parágrafo único. Nenhum registro será admitido fora do período de 6 (seis) meses antes da eleição.

O registro de candidatura é pressuposto indispensável para que o cidadão possa exercer, plenamente, a sua capacidade eleitoral passiva, ou seja, é pressuposto indispensável para que um cidadão possa ser considerado candidato, e para que possa ser votado

Art. 88. Não é permitido registro de candidato embora para cargos diferentes, por mais de uma circunscrição ou para mais de um cargo na mesma circunscrição.

Parágrafo único. Nas eleições realizadas pelo sistema proporcional o candidato deverá ser filiado ao partido, na circunscrição em que concorrer, pelo tempo que fôr fixado nos respectivos estatutos.

Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965): Das Eleições

PARTE QUARTA

DAS ELEIÇÕES

TÍTULO I

DO SISTEMA ELEITORAL

        Art. 82. O sufrágio e universal e direto; o voto, obrigatório e secreto.

No Brasil, o sufrágio universal é a mais elevada expressão dos Princípios da Soberania Popular, da Democracia Representativa e da Igualdade, e está contemplado no parágrafo único do art. 14 e no caput do art. 5º da Constituição Federal. O sufrágio universal, em oposição ao sufrágio restrito, consiste na extensão do sufrágio, ou seja, o direito de voto, a todos os indivíduos considerados intelectualmente aptos ao exercício desse direito essencial. No Brasil, os adolescentes acima de 16 anos têm direito ao voto, sem distinção de etnia, sexo, crença ou classe social. O direito ao sufrágio é materializado pela capacidade de votar e de ser votado, representando, pois, a essência dos direitos polí- ticos. O direito ao sufrágio deve ser visto sob dois aspectos: capacidade eleitoral ativa e capacidade eleitoral passiva. A capacidade eleitoral ativa representa o direito de votar, ou seja, o direito de alistar-se como eleitor (alistabilidade).

Ética aplicada: noções de ética empresarial e profissional

Esta postagem tem um texto bem interessante desenvolvido por José Roberto Marques – JRM Coaching e no final dela tem três vídeos com entrevista com Professor Walter Santos para o Canal VG.

O termo ética vem do grego ethos, que diz respeito àquilo que faz parte do caráter humano e direciona o seu comportamento. O seu significado varia conforme muda o contexto social, cultural e econômico. No mundo corporativo, ela está presente como definição de ética profissional e empresarial.  A primeira está ligada ao conjunto de normas que formam a consciência do colaborador, enquanto a segunda relaciona-se diretamente com o comportamento e valores da empresa e sua atuação dentro da sociedade.

A gestão da ética nas empresas públicas e privadas – Parte 3

Gestão ética nas empresas privadas

O momento em que uma pessoa precisa optar entre atuar com valores éticos na busca de seus objetivos ou buscar resultados econômicos a qualquer custo é aquele em que se conhece seu verdadeiro caráter.

As empresas e seus funcionários devem ter consciência que a ética pode não ser o caminho mais lucrativo, mas é o caminho que trará sustentabilidade e um maior número de contratos à longo prazo, é a visão de futuro.

Considerando que as pessoas agem sob influência das próprias experiências, e que muitas dessas pessoas não tiveram acesso a informações adequadas sobre regras morais e conduta ética, podemos afirmar que a empresa tem o dever de disseminar as questões relativas à éticas, pois negligenciar o ensino do comportamento ético podem estar encorajando o comportamento antiético.

A gestão da ética nas empresas públicas e privadas – Parte 2

Gestão ética nas empresas públicas

Quando falamos em empresas públicas, estamos falando de empresas que utilizam nosso dinheiro de alguma forma em suas atividades. Tudo que vale para as empresas privadas, também vale para as públicas, porém nestas, pelo motivo já citado, a gestão ética é incrementada por alguns princípios que procuram evitar o uso indevido dos valores.

Políticos eleitos são funcionários do povo ( regra da democracia ) em nosso País para defender nossos interesses, dirigentes indicados para as estatais são funcionários do povo, eles devem sim em suas ações preocuparem-se em oferecer o melhor que podem para atender as necessidades da população.

A gestão da ética nas empresas públicas e privadas

A gestão pública só toma ações se estiver previsto em lei e a gestão privada pode tomar todas as ações que achar necessárias para a empresa. As empresas que querem ter um programa de ética tem que ter comprometimento, clareza e transparência e todos devem participar, principalmente a alta direção para que seja um sucesso.

Mas porque as empresas criam um programa de ética:

Probabilidade básica

PROBABILIDADE

INTRODUÇÃO

Em um jogo, dois dados são lançados simultaneamente, somando-se, em seguida, os pontos obtidos na face superior de cada um deles. Ganha quem acertar a soma desses pontos. Antes de apostar, vamos analisar todos os possíveis resultados que podem ocorrer em cada soma. Indicando os números da face superior dos dados pelo par ordenado (a, b), onde a é o número do primeiro dado e b o número do segundo, temos as seguintes situações possíveis:

a + b = 2, no caso (1, 1);

a + b = 3, nos casos (1, 2) e (2, 1)

Raciocínio lógico: Interpretação de informações de natureza matemática e probabilidade.

Tem muito pouco sobre interpretações de informações de natureza matemática na internet., então coloquei duas videoaulas abaixo que fala um pouco sobre isso e probabilidade. Depois destas videoaulas começa a parte teórica de probabilidades e no final da postagem tem mais uma vIdeoaula. A interpretação de informação de natureza matemática é básica para qualquer solução de problemas. Saber interpretar o que esta pedindo é 90% do problema resolvido. Não esqueça de dar uma olhadinha no meu livro de aventura A Fortaleza do Centro. Coloquei o e-book no Amazon e dá para você ler os 3 primeiros capítulos.

A Fortaleza do Centro

Bons estudos!

Os vídeos abaixo fala um pouco sobre isto e probabilidade.

Raciocínio Lógico: Lógica de argumentação

Raciocínio Lógico: Lógica de argumentação

A lógica é utilizada como uma etapa do pensamento humano há vários séculos e ajuda a compreender e trabalhar o raciocínio. A lógica pode ser dividida de duas formas: a lógica formal e a lógica material. A argumentação é a forma como utilizamos o raciocínio para convencer alguém de alguma coisa. Para argumentar faz-se uso de vários tipos de raciocínio que devem ser baseados em normas sólidas e em argumentos aceitáveis.

A lógica formal preocupa-se com a finalização da coerência interna mesmo que ela pareça absurda. Os computadores funcionam dessa forma, uma vez que eles tem a capacidade de processar apenas as informações que já estavam inseridas em seu contexto e  atestar as informações. No entanto, a lógica material aborda a utilização dessas operações de acordo com a realidade, com o raciocínio certo e o respeito a matéria do objeto em questão.

Raciocínio lógico: conectivos lógicos

Raciocínio lógico: conectivos lógicos

Operação  Conectivo Estrutura Lógica Exemplos
Negação ¬ Não p A bicicleta não é azul
Conjunção ^ P e q Thiago é médico eJoão é Engenheiro
Disjunção Inclusiva v P ou q Thiago é médico ouJoão é Engenheiro
Disjunção Exclusiva v Ou p ou q Ou Thiago é Médico ouJoão é Engenheiro
Condicional Se p então q Se Thiago é Médicoentão João é Engenheiro
Bicondicional P se e somente se q Thiago é médico se e somente se João é Médico

Conjunção: Vimos pela tabela acima que a operação da conjunção liga duas ou mais proposições simples pelo conectivo “e”. Observemos o exemplo:

Irei ao cinema e ao clube. Vamos montar a tabela verdade para a proposição composta destacando todas as valorações possíveis.

Conjunção: p^q(p e q)

P

Q

P ^ Q

V

V

V

V

F

F

F

V

F

F

F

F

    • P: Irei ao cinema
    • Q: Irei ao clube

    Observamos que a proposição resultante da conjunção só  será verdadeira quando as proposições simples individuais forem verdadeiras.

    Disjunção Inclusiva: Vimos que a operação da disjunção inclusiva liga duas ou mais proposições simples pelo conectivo “ou”. Observemos o exemplo

    Darei-te uma camisa ou um calção. Vamos montar a tabela verdade para a proposição composta destacando todas as valorações possíveis.

    Disjunção: p v q (p ou q)

    P

    Q

    P v Q

    V

    V

    V

    V

    F

    V

    F

    V

    V

    F

    F

    F

    • P: Darei-te uma camisa
    • Q: Darei-te um calção

    Observamos que a proposição resultante da disjunção inclusiva só  será falsa quando as proposições simples individuais forem falsas..

    Disjunção Exclusiva: Vimos que a estrutura da disjunção exclusiva é “ ou p ,ou q”

    Ex: Ou irei jogar basquete ou irei à casa de João

    Montando a tabela verdade teremos
    Disjunção Exclusiva: p v q (ou p ou q)

    P

    Q

    P v Q

    V

    V

    F

    V

    F

    V

    F

    V

    V

    F

    F

    F

    • P: Irei Jogar Basquete
    • Q: Irei à casa de João

    Observe a diferença entre a disjunção inclusiva e exclusiva! Como o próprio nome diz “exclusiva” a proposição resultante da disjunção exclusiva só será “V” se uma das partes for “F” e a outra “V” (independentemente da ordem) não podendo acontecer “V” nos dois casos, caso aconteça  a proposição resultante desta operação será falsa.

    Condicional; Vimos que a estrutura condicional refere-se a “Se p então q”.

    Ex:Se nasci em Salvador , então  sou Baiano.

    • P: Nasci em salvador
    • Q: Sou Baiano

    Nesta estrutura vale destacar os termos suficiente e necessário

    Observe que:

    Se nasci em Salvador suficientemente sou Baiano ,
    Agora, se sou Baiano necessariamente nasci em Salvador

    Regra: O que esta a esquerda da seta é sempre condição suficiente e o que está à direita é sempre condição necessária.  ( p → q).

    Tabela Verdade da estrutura condicional.
    Condicional: p → q (Se… então)

    P

    Q

    P → Q

    V

    V

    V

    V

    F

    F

    F

    V

    V

    F

    F

    V

    Observe que a condicional só será falsa se a antecedente (lado esquerdo da seta) for verdadeiro e a consequente (lado direito) da seta for falso.

    Bicondicional: É a estrutura formada por duas condicionais… “ p se e somente se q”.

    Observe que;
    Ex:

    4 é maior que 2 se e somente se  2 for menor  que 4 .

    • P: 4 é maior  que 2
    • Q: 2 é menor que 4

    Temos que a Bicondicional é equivalente á:

    • P → Q (Se 4 é  maior  que  2, então 2 é menor que  4)
    • Q → P( Se 2 é menor que 4, então 4 é maior que 2)

    A Bicondicional expressa uma condição suficiente e necessária.

    4  ser maior que 2 é condição suficiente e necessária para 2 ser menor do que 4.

    Tabela Verdade

    Bicondicional: p ↔ q   ( p se e somente se q)

    P

    Q

    P ↔ Q

    V

    V

    V

    V

    F

    F

    F

    V

    F

    F

    F

    V

    A proposição resultante da bicondicional só será falsa se as proposições individuais possuírem valoração diferente.

    Negação: ¬p
    P: O Brasil é um País pertencente a América do Sul.
    ¬P: O Brasil não é um País pertencente a América do Sul
    Q: X é Par
    ¬Q:  X não é par ( ou X é ímpar)

    As tabelas verdades são apenas um meio de saber a valoração das proposições consideradas, não há a necessidade de serem decoradas, uma vez que são fáceis de serem entendidas. Porém existem pessoas que acham mais fácil decorá-las, enfim vai do pensamento de cada um.

    Vejamos um exemplo da Conjunção “E”

    Analisemos a sentença como uma promessa

    “Irei a Argentina  E irei ao Chile “

    O que se espera dessa proposição (promessa)?

    Que o indivíduo vá para  a argentina e também para o Chile  ( V e  V=  V) Promessa “V”álida

    Agora;

    • Suponhamos que ele só vá a Argentina e não vá ai Chile  ( V e   F  = F) Promessa “F”urada
    • Suponhamos que ele não vá a Argentina e somente vai ao Chile ( F e V = F) Promessa descumprida, “F”urada
    • Suponhamos que ela não vá a Argentina nem ao Chile (F e  F  =F) Promessa “F”urada
    • Vemos o que torna a proposição verdadeira no caso da conjunção é que ambas as partes sejam “V”.

Fonte: Infoescola

Para complementação do assunto sugiro ler esta apostila também:apostila_logica-proposicoes-conectivos-tabela-verdade

Para complementar  o assunto de Princípios de raciocínio lógico recomendo os links abaixo:

Princípios do raciocínio lógico: conectivos lógicos; diagramas lógicos; lógica de argumentação; interpretação de informações de natureza matemática; probabilidadeproposições; proposições simples; proposições compostas;valores lógicos das proposições; sentenças abertas; tabela verdade, número de linhas da tabela verdade; conectivos lógicos;  Negações de proposições. Lógica sentencial (ou proposicional)

Os vídeos abaixo são interessantes, pois te dão uma visão menos teórica e mais prática para entender do assunto.

Aqui tem uma aula completa sobre raciocínio lógico que te dará uma noção geral da matéria: